segunda-feira, junho 8
A QUÍMICA DO PEIDO...

Os gases estomacais têm várias origens, podem ser provenientes de ar engolido, de reações químicas no aparelho digestivo, produzido por bactérias ou oriundo da corrente sanguínea.
A composição do peido é bastante variada, a reação entre o ácido produzido no estômago e os fluidos do intestino pode produzir dióxido de carbono (CO2), que também é um componente do ar (atomosférico) e/ou resultante da ação das bactérias. As bactérias também podem produzir hidrogênio e metano.
As proporções da composição dos gases intestinais pode depender de vários fatores, tais como, o que comemos, quanto ar é engolido, que tipo de bactérias estão no aparelho digestivo e quanto tempo o gás permanece preso.
Quanto mais o gás permanece preso, maior é a proporção de nitrogênio em sua composição, pois os outros gases podem ser absorvidos pela corrente sanguínea.
Todo o metano produzido é de origem bacteriana e não tem origem das células humanas.
O fedor do peido tem origem na presença de gás sulfídrico (H2S), metanotiol (H3C-S-H), dimetil sulfeto (H3C-S-CH3) e mercaptanas na mistura. Estes compostos contém enxofre em sua composição. A proporção dos compostos fedorentos representa algo como 1% do total.
Compostos ricos em nitrogênio, tais como escatol (3-metil indol) e indol também contribuem para o mau cheiro.
Quanto mais a dieta for rica em alimentos ricos em enxofre, maiores os problemas. por exemplo couve-flor, ovos e carne. Também pode existir um fator genético que predispõem um indivíduo a ter mais problemas com gases.
Em um adulto a produção de gases intestinais varia de 200 a 2000ml diários.
A quantidade de hidrogênio e metano na composição total pode tornar os gases inflamáveis.
Uma observação importante é que o metano, hidrogênio, gás carbônico e nitrogênio não possuem odor.
RIO SE PREPARANDO PARA A COPA DO MUNDO...

Sugestões de placas de sinalização “bilíngüe” para os bairros da cidade,
a fim de facilitar a movimentação dos gringos que virão ao Rio de Janeiro
para a copa do mundo de 2014…
German Mountain - Morro do Alemão
Big Field - Campo Grande
Nice to meet you - Encantado (só esta já valeria a pena)
Will go now - Irajá (essa é muito boa)
To walk there - Andaraí
Dry Square - Praça Seca
Set fire - Botafogo
Customers - Freguesia
Set black people free - Abolição
Very very holy - Santíssimo
Wait a minute - Paciência
Setting free - Livramento
Good Success - Bonsucesso
Very deep island - Ilha do Fundão
Grandson Rabbit - Coelho Neto
Hard Cover - Cascadura
Priest Michael - Padre Miguel
Mercy - Piedade
It’s very cheap! - Pechincha
Nice stay - Benfica
Bless you - Saúde
Flag Square - Praça da Bandeira
Flagmen Funtime - Recreio dos Bandeirantes
Small Farm - Rocinha
Holy Cross - Santa Cruz
Hello, smile - Olaria (1º lugar)
Mango Tree - Mangueira
Inside Mill - Engenho de Dentro
Alligator to the water - Jacarepaguá (excelente!!!)
domingo, junho 7
MUDANÇAS...
"Tudo muda exceto a própria mudança."
Tudo flui e nada permanece; tudo se afasta e nada fica parado....
Com a mudança de frequência e consequentemente com a mudança do nome de uma rádio antoninense, nós esperamos que esta mesma rádio não mude de ares, digo, não mude de cidade mesmo.
Estamos de olho.
Tudo flui e nada permanece; tudo se afasta e nada fica parado....
Com a mudança de frequência e consequentemente com a mudança do nome de uma rádio antoninense, nós esperamos que esta mesma rádio não mude de ares, digo, não mude de cidade mesmo.
Estamos de olho.
sexta-feira, junho 5
CPI na Camara Municipal de Antonina
OBS.: Neste caso abro uma exceção para falar do Porto...
CÂMARA MUNICIPAL DE ANTONINA ABRE COMISSÃO ESPECIAL SOBRE VENDA DO TERMINAL PONTA DO FÉLIX...
CÂMARA MUNICIPAL DE ANTONINA ABRE COMISSÃO ESPECIAL SOBRE VENDA DO TERMINAL PONTA DO FÉLIX...
A Câmara Municipal de Antonina, através da Resolução n.º 05/2009 abriu Comissão Especial para tratar de assunto de interesse do Poder Legislativo Municipal, referente ao processo de venda da empresa Terminais Portuários Ponta do Félix S.A., localizada naquela cidade. A notícia de venda da empresa fora veiculada em vários meios da imprensa escrita do Estado do Paraná e causou preocupação aos trabalhadores da área portuária de Antonina. A comissão foi criada através de requerimento realizado pelo vereador Márcio Balera (PDT) protocolado na Câmara Municipal em 20 de Maio passado, fazendo parte da mesma, além do vereador requerente, os vereadores Celso Pinheiro (PMDB) e Anderson Marciniak Peres (PR). Procurado por nossa reportagem para saber os motivos que levaram a realizar o requerimento, o vereador Márcio Balera afirmou “que a empresa é o maior empregador privado do Município e já é hora de Antonina saber quem está envolvido em toda esta especulação que se faz em relação à venda do Terminal e descobrir quem será o beneficiário desta especulação e saber também como esta o processo da Dragagem para Antonina . O que não pode acontecer é o Terminal continuar na situação que está, pois com isso quem perde é a população capelista”. O Presidente da Casa, vereador Luiz Carlos de Souza (PR), destacou que o requerimento foi atendido na forma regimental pela Mesa Diretora e ao que parece foi bem recepcionado pela população de Antonina.
A Comissão criada está definindo como vai atuar na realização de seus trabalhos e a partir da próxima semana já pode estar convocando pessoas relacionadas com o processo de venda do Terminal para que prestem os esclarecimentos que forem necessários.
A Comissão criada está definindo como vai atuar na realização de seus trabalhos e a partir da próxima semana já pode estar convocando pessoas relacionadas com o processo de venda do Terminal para que prestem os esclarecimentos que forem necessários.
(Colaboração: José Paulo)
quinta-feira, junho 4
SINDICATO??? PARA QUE SINDICATO???
PELO GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO, É A ÚLTIMA VEZ EM QUE EU FALO SOBRE PORTO DE ANTONINA NESTE BLOG...
SINDICATO...
Sobre o ponto de vista da representatividade dos filiados dentro de um sindicato, e a importância do movimento sindical e os benefícios que alguns sindicatos trazem para algumas classes trabalhadoras, é indiscutível. Também é muito importante e devemos ressaltar, os feitos importantes que as classes sindicais já realizaram. É importante que todo o trabalhador possua uma entidade que possa representá-lo. Eu disse uma ENTIDADE QUE POSSA REPRESENTÁ-LO.
Através desta questão, eu pergunto:
Qual é a função primordial dos sindicatos do REINO?
Na minha vã filosofia, creio que, a principal função dos sindicatos em relação aos empregados (associados) é a de representação em todos os sentidos da base trabalhista.
Um sindicato organizado fala e age em nome de sua categoria e defende os seus interesses e direitos em todos os planos de trabalhos, seja de qual forma for, administrativa, judicial, coletiva ou até mesmo individual.
Um sindicato forte, procura inteirar-se dos direitos de seus associados.
E quais são os interesses dos associados do sindicato do REINO? TRABALHARRRRRR
Gente, tem trabalhador portuário vendendo as coisas de casa para a sua sobrevivência, pois não tem serviço, e quando o chefe maior aparece no REINO, ninguém... ninguém se manifesta, parece até que vivemos em um mar de rosas... ops!!! Em um mar de mangues.
Eu estava no REINO no dia da visita do chefe dos chefes... pensei... Esse é o momento, com certeza haverá uma possível resistência dos profissionais portuário em relação a tudo que vem ocorrendo nos últimos meses com a classe. Hum!!! Me enganei novamente. Nada... (Como diz o personagem da Praça é Nossa - Cabrito Tevez: Tanta la producion para bisolutamente nada). Dias atrás vimos neste mesmo blog várias manifestações, acreditava que, na primeira oportunidade, estes trabalhadores iriam as ruas com cartazes, faixas, exigir o que é seu de direito. Exigir O TRABALHO, A CIDADANIA, O RESPEITO. Hum!!! Nada...
Pessoal, nós estamos na contra-mão de qualquer organização, de qualquer opinião de representatividade política e por fim, de qualquer benefício oferecido por qualquer sindicato.
Se todos os sindicalizados do REINO conhecessem os auxílios prestados pelas entidades, veriam que realmente compensa ser um associado.
Na verdade o que falta ao nosso povo, além da coragem, é o conhecimento das realizações dos sindicatos em benefícios dos seus filiados, que tem como escopo a defesa de seus direitos e interesses dos trabalhadores da classe.
SINDICATO...
Sobre o ponto de vista da representatividade dos filiados dentro de um sindicato, e a importância do movimento sindical e os benefícios que alguns sindicatos trazem para algumas classes trabalhadoras, é indiscutível. Também é muito importante e devemos ressaltar, os feitos importantes que as classes sindicais já realizaram. É importante que todo o trabalhador possua uma entidade que possa representá-lo. Eu disse uma ENTIDADE QUE POSSA REPRESENTÁ-LO.
Através desta questão, eu pergunto:
Qual é a função primordial dos sindicatos do REINO?
Na minha vã filosofia, creio que, a principal função dos sindicatos em relação aos empregados (associados) é a de representação em todos os sentidos da base trabalhista.
Um sindicato organizado fala e age em nome de sua categoria e defende os seus interesses e direitos em todos os planos de trabalhos, seja de qual forma for, administrativa, judicial, coletiva ou até mesmo individual.
Um sindicato forte, procura inteirar-se dos direitos de seus associados.
E quais são os interesses dos associados do sindicato do REINO? TRABALHARRRRRR
Gente, tem trabalhador portuário vendendo as coisas de casa para a sua sobrevivência, pois não tem serviço, e quando o chefe maior aparece no REINO, ninguém... ninguém se manifesta, parece até que vivemos em um mar de rosas... ops!!! Em um mar de mangues.
Eu estava no REINO no dia da visita do chefe dos chefes... pensei... Esse é o momento, com certeza haverá uma possível resistência dos profissionais portuário em relação a tudo que vem ocorrendo nos últimos meses com a classe. Hum!!! Me enganei novamente. Nada... (Como diz o personagem da Praça é Nossa - Cabrito Tevez: Tanta la producion para bisolutamente nada). Dias atrás vimos neste mesmo blog várias manifestações, acreditava que, na primeira oportunidade, estes trabalhadores iriam as ruas com cartazes, faixas, exigir o que é seu de direito. Exigir O TRABALHO, A CIDADANIA, O RESPEITO. Hum!!! Nada...
Pessoal, nós estamos na contra-mão de qualquer organização, de qualquer opinião de representatividade política e por fim, de qualquer benefício oferecido por qualquer sindicato.
Se todos os sindicalizados do REINO conhecessem os auxílios prestados pelas entidades, veriam que realmente compensa ser um associado.
Na verdade o que falta ao nosso povo, além da coragem, é o conhecimento das realizações dos sindicatos em benefícios dos seus filiados, que tem como escopo a defesa de seus direitos e interesses dos trabalhadores da classe.
P.Q.P. - BICHA É BICHA MESMO...
BICHAS ACAMPANDO
Duas bichas 'fashion' foram acampar às margens de um rio.
Elas caminharam alegremente com suas camisas 'Armani', bermudas 'Versace', mochilas 'Victor Hugo' e botinhas 'Calvin Klein', o dia inteiro. Cansadas, resolveram acampar.
Quando terminaram de armar a barraca já era noite, e as meninas estavam EXAUUUSTAAAASSS! (ui!). Resolveram, então, ir para a cama. Então a mais serelepe delas disse:
-Imagine!!! Com um LUUUUXOOOO de céu estrelado desses, você acha mesmo que euzinha vou dormir dentro dessa barraquinha HORROOOROOOSA, minúscula e sem graça?!!
A outra, preocupada:
-Mas pode ser perigoso. É Melhor ficarmos juntinhas aqui mesmo...
E a corajosa:
- FUI !!!
Uma ficou na barraca e a outra foi dormir às margens do rio.
Acontece que durante a noite veio um jacaré enorme, MUIIINTO grande mesmo, e CRRAAAAUUUU, comeu a coitada da bicha inteira (gastronomicamente falando) numa única mordida, somente deixando fora a cabeça da alegre bicha com seu boné da 'Yves Saint Laurent'.
Na manhã seguinte, a bicha sensata se levanta:
-Bom dia Sol, bom dia flores, bom dia natureza, e...
Correu para ver a amiga aventureira. Chegou pertinho do rio e viu o jacaré parado, barrigão prá cima, todo feliz, e só a cabeça da bicha pra fora da boca do animal...
Olhou, olhou, e exclamou:
- GEEENTEEEEMMM!!! Agora VC arrasouuuuuuu!!!!
É UM ESCÂÂÂÂÂÂÂÂÂÂNDALO ESSE TEU SACO DE DORMIR DA LACOSTE!!!!!!
Duas bichas 'fashion' foram acampar às margens de um rio.
Elas caminharam alegremente com suas camisas 'Armani', bermudas 'Versace', mochilas 'Victor Hugo' e botinhas 'Calvin Klein', o dia inteiro. Cansadas, resolveram acampar.
Quando terminaram de armar a barraca já era noite, e as meninas estavam EXAUUUSTAAAASSS! (ui!). Resolveram, então, ir para a cama. Então a mais serelepe delas disse:
-Imagine!!! Com um LUUUUXOOOO de céu estrelado desses, você acha mesmo que euzinha vou dormir dentro dessa barraquinha HORROOOROOOSA, minúscula e sem graça?!!
A outra, preocupada:
-Mas pode ser perigoso. É Melhor ficarmos juntinhas aqui mesmo...
E a corajosa:
- FUI !!!
Uma ficou na barraca e a outra foi dormir às margens do rio.
Acontece que durante a noite veio um jacaré enorme, MUIIINTO grande mesmo, e CRRAAAAUUUU, comeu a coitada da bicha inteira (gastronomicamente falando) numa única mordida, somente deixando fora a cabeça da alegre bicha com seu boné da 'Yves Saint Laurent'.
Na manhã seguinte, a bicha sensata se levanta:
-Bom dia Sol, bom dia flores, bom dia natureza, e...
Correu para ver a amiga aventureira. Chegou pertinho do rio e viu o jacaré parado, barrigão prá cima, todo feliz, e só a cabeça da bicha pra fora da boca do animal...
Olhou, olhou, e exclamou:
- GEEENTEEEEMMM!!! Agora VC arrasouuuuuuu!!!!
É UM ESCÂÂÂÂÂÂÂÂÂÂNDALO ESSE TEU SACO DE DORMIR DA LACOSTE!!!!!!
(Colaboração: Sandro "O Servullo")
Paradoxo do tempo - George Carlin
"Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame... se ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.
Por isso, valorize sua família e as pessoas que estão ao seu lado, sempre!!!!! "
(Colaboração: Paulo Roberto)
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame... se ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.
Por isso, valorize sua família e as pessoas que estão ao seu lado, sempre!!!!! "
(Colaboração: Paulo Roberto)
EU COMENTO - 21ª EDIÇÃO
Por Nerval Pedro Pires da Silva
Na turma do nosso querido Torneira quando jovem, além do Oscar, do Cabeça de Martelo, do Batera, do Vilmar, embora muito mais velho que eles, havia o Luiz Sá, motorista de praça, preferido destes para viagens intermunicipais. Quando convocado por eles, seguidamente saia com essa: “toda hora é hora, quem manda é Bete”. Eheheheh, até hoje quando me lembro me mato de tanto rir.
Era bem divertido quando o Luiz Sá, indivíduo muito estimado entre nós, quinzista como eu de quatro costados, proferia essa frase depois de inquirido por eles a que horas poderia sair para viagem. Respondia na bucha: toda a hora é hora, quem manda é Bete! Mas falando sério agora – já no caso de Antonina, o instante é este, e nem tampouco quem manda mais é Bete - mesmo porque ela não inspira mais cuidados - pois cresceu, virou mulher, casou, tem filhas e já é avó.
Compulsoriamente tive que assistir a fala do nosso alcaide, juntamente com a do nosso governador - também pudera! O palco fora instalado logo aqui há dez metros do escritório. Não tinha como deixar de ouvi-los, não é mesmo? A propósito, eis os vezos de antanho se repetindo, com o fechamento da nossa rua principal! Não precisava isso Canduca.
O público não compareceu, a não serem alguns poucos alunos da rede municipal acompanhados das professoras. Estavam presentes também os funcionários e comissionados de outros departamentos, que foram previamente convocados para o evento. As poucas pessoas que ali se achavam - os que não eram funcionários públicos municipais, estavam mais pela curiosidade e pela presença da nossa Filarmônica, e menos pelos blá-blá-blá dos políticos protagonistas.
Todavia, quem não viu, com certeza perdeu alguns momentos de rara autenticidade - tanto do nosso alcaide, quanto do governador ao proferirem seus discursos. Analisemos caso por caso – embora não ter assistido desde o início a fala do Canduca, mesmo assim, deu para perceber um espasmo de lucidez na tentativa sôfrega em querer passar para o público. Achei que o Canduca foi sincero ao ponto de querer exorcizar do povo a imagem de desleixo que seu governo reflete no visual, e de pouco caso com as coisas sérias ao nomear esses secretários e diretores, e continuar insistindo com os mesmos. Canduca ao querer transmitir em um só fôlego ao público presente o que está realizando em sua administração, mais parecia uma matraca ao ser agitada. Mesmo assim conseguiu passar ao público presente um pouquinho de esperança e ânimo já em vias de exaustão nesses cinco meses sofrível de sua administração. Se realizado até o final do seu mandato um terço do que se propôs a falar, o resto do tempo que lhe falta, estará salvo do gongo.
Canduca leva uma vantagem sobre os seus antecessores – é bom de bico, não é lá uma brastemp, mas dá para o gasto - em compensação, o Kleber era um festival de mediocridade, e de um puxa saquismo sem precedentes aos olhos de todos quando se referia aos irmãos Requião. A Munira, ah coitada! Nem abria a boca e, quando o fazia, era um discursozinho de cinco linhas apenas, e ainda assim mesmo decorado. Já o Canduca não, usa a matraca como recurso para não dar oportunidade aos seus interlocutores de o questionarem. Percebi essa sua jogada ao conhecê-lo melhor agora. Mas no atacado não me pareceu tão ruim assim, já que no varejo deixou muito a desejar. E, eu explico muito bem explicadinho: a conclusão que se tem depois do discurso do governador, é que o Canduca perde tempo no varejo, quando deveria assumir uma postura mais corajosa e dar o xeque-mate.
Requião é candidato ao senado. Precisa se eleger - ou melhor, terá que se eleger, do contrário estará fu... Seu discurso foi sóbrio, dando uma demonstração clara e inequívoca de querer se reconciliar conosco - diferente das outras vezes. Falou da sua infância desde seu pai médico residindo aqui. Cognominou-a enfaticamente de berço da civilização do Paraná; falou da grandeza do seu carnaval, da sua história, e avalizou todas as proposições do nosso burgo mestre.
Ele sabe que Antonina é pequenina, que seu povo é humilde, que em termos econômicos não representa nada para o Estado, mas sabe também, que ela é uma cidade famosa pela magnitude de sua história, portanto - importante no contexto geral do estado, inclusive por ter sido a primeira cidade do Paraná, e, indubitavelmente, por tudo isso, lhe dá um certo know-how. O seu aval é importantíssimo para a sua alavancada rumo ao senado. Nós políticos de ontem, com vasta experiência no ramo, percebemos isso.
Então, diante de todas essas conclusões a que chegamos, e com um pouco de bravura, de coragem do nosso prefeito, agendar com o governador em palácio uma conversa séria, levando em mãos um pacotaço de medidas já previamente estudada, de reais interesses para a cidade e seu povo, e dizer com coragem: Sr Governador, resolva estes problemas ainda em seu governo, que nós antoninenses nos comprometemos a ser seu aval no estado na sua trajetória ao senado da república. Usaremos todos os meios de informação para dizer ao povo do Paraná do nosso reconhecimento do seu trabalho realizado neste município e nesta gente tão sofrida - inclusive nos propondo a implantar em praça pública uma estátua em sua homenagem, (desde que ele assuma os custos, fica claro), que balizará a era do atraso ao progresso.
Está aí, portanto, uma sugestão. Que tal Canduca, você topa fazer isso por Antonina? Tem coragem? Está disposto a deixar o orgulho de lado? Se você topar, fique certo que nós o transformaremos num grande prefeito. Se você não fizer, desculpe, mas você é um tremendo de um... Imagine o que eu estou pensando?
(Nerval Pedro é escritor e comentarista)
Na turma do nosso querido Torneira quando jovem, além do Oscar, do Cabeça de Martelo, do Batera, do Vilmar, embora muito mais velho que eles, havia o Luiz Sá, motorista de praça, preferido destes para viagens intermunicipais. Quando convocado por eles, seguidamente saia com essa: “toda hora é hora, quem manda é Bete”. Eheheheh, até hoje quando me lembro me mato de tanto rir.
Era bem divertido quando o Luiz Sá, indivíduo muito estimado entre nós, quinzista como eu de quatro costados, proferia essa frase depois de inquirido por eles a que horas poderia sair para viagem. Respondia na bucha: toda a hora é hora, quem manda é Bete! Mas falando sério agora – já no caso de Antonina, o instante é este, e nem tampouco quem manda mais é Bete - mesmo porque ela não inspira mais cuidados - pois cresceu, virou mulher, casou, tem filhas e já é avó.
Compulsoriamente tive que assistir a fala do nosso alcaide, juntamente com a do nosso governador - também pudera! O palco fora instalado logo aqui há dez metros do escritório. Não tinha como deixar de ouvi-los, não é mesmo? A propósito, eis os vezos de antanho se repetindo, com o fechamento da nossa rua principal! Não precisava isso Canduca.
O público não compareceu, a não serem alguns poucos alunos da rede municipal acompanhados das professoras. Estavam presentes também os funcionários e comissionados de outros departamentos, que foram previamente convocados para o evento. As poucas pessoas que ali se achavam - os que não eram funcionários públicos municipais, estavam mais pela curiosidade e pela presença da nossa Filarmônica, e menos pelos blá-blá-blá dos políticos protagonistas.
Todavia, quem não viu, com certeza perdeu alguns momentos de rara autenticidade - tanto do nosso alcaide, quanto do governador ao proferirem seus discursos. Analisemos caso por caso – embora não ter assistido desde o início a fala do Canduca, mesmo assim, deu para perceber um espasmo de lucidez na tentativa sôfrega em querer passar para o público. Achei que o Canduca foi sincero ao ponto de querer exorcizar do povo a imagem de desleixo que seu governo reflete no visual, e de pouco caso com as coisas sérias ao nomear esses secretários e diretores, e continuar insistindo com os mesmos. Canduca ao querer transmitir em um só fôlego ao público presente o que está realizando em sua administração, mais parecia uma matraca ao ser agitada. Mesmo assim conseguiu passar ao público presente um pouquinho de esperança e ânimo já em vias de exaustão nesses cinco meses sofrível de sua administração. Se realizado até o final do seu mandato um terço do que se propôs a falar, o resto do tempo que lhe falta, estará salvo do gongo.
Canduca leva uma vantagem sobre os seus antecessores – é bom de bico, não é lá uma brastemp, mas dá para o gasto - em compensação, o Kleber era um festival de mediocridade, e de um puxa saquismo sem precedentes aos olhos de todos quando se referia aos irmãos Requião. A Munira, ah coitada! Nem abria a boca e, quando o fazia, era um discursozinho de cinco linhas apenas, e ainda assim mesmo decorado. Já o Canduca não, usa a matraca como recurso para não dar oportunidade aos seus interlocutores de o questionarem. Percebi essa sua jogada ao conhecê-lo melhor agora. Mas no atacado não me pareceu tão ruim assim, já que no varejo deixou muito a desejar. E, eu explico muito bem explicadinho: a conclusão que se tem depois do discurso do governador, é que o Canduca perde tempo no varejo, quando deveria assumir uma postura mais corajosa e dar o xeque-mate.
Requião é candidato ao senado. Precisa se eleger - ou melhor, terá que se eleger, do contrário estará fu... Seu discurso foi sóbrio, dando uma demonstração clara e inequívoca de querer se reconciliar conosco - diferente das outras vezes. Falou da sua infância desde seu pai médico residindo aqui. Cognominou-a enfaticamente de berço da civilização do Paraná; falou da grandeza do seu carnaval, da sua história, e avalizou todas as proposições do nosso burgo mestre.
Ele sabe que Antonina é pequenina, que seu povo é humilde, que em termos econômicos não representa nada para o Estado, mas sabe também, que ela é uma cidade famosa pela magnitude de sua história, portanto - importante no contexto geral do estado, inclusive por ter sido a primeira cidade do Paraná, e, indubitavelmente, por tudo isso, lhe dá um certo know-how. O seu aval é importantíssimo para a sua alavancada rumo ao senado. Nós políticos de ontem, com vasta experiência no ramo, percebemos isso.
Então, diante de todas essas conclusões a que chegamos, e com um pouco de bravura, de coragem do nosso prefeito, agendar com o governador em palácio uma conversa séria, levando em mãos um pacotaço de medidas já previamente estudada, de reais interesses para a cidade e seu povo, e dizer com coragem: Sr Governador, resolva estes problemas ainda em seu governo, que nós antoninenses nos comprometemos a ser seu aval no estado na sua trajetória ao senado da república. Usaremos todos os meios de informação para dizer ao povo do Paraná do nosso reconhecimento do seu trabalho realizado neste município e nesta gente tão sofrida - inclusive nos propondo a implantar em praça pública uma estátua em sua homenagem, (desde que ele assuma os custos, fica claro), que balizará a era do atraso ao progresso.
Está aí, portanto, uma sugestão. Que tal Canduca, você topa fazer isso por Antonina? Tem coragem? Está disposto a deixar o orgulho de lado? Se você topar, fique certo que nós o transformaremos num grande prefeito. Se você não fizer, desculpe, mas você é um tremendo de um... Imagine o que eu estou pensando?
(Nerval Pedro é escritor e comentarista)
quarta-feira, junho 3
NO BALCÃO DA ALFÂNDEGA...
Essa vai para o meu amigo Mamed...
NO BALCÃO DA ALFÂNDEGA
- Seu nome ?
- Abu Abdalah Sarafi.
- Sexo ?
- ... Quatro vezes por semana...
- Não, não, não! Homem ou mulher ?
- Homem, mulher.... algumas vezes camelo...
NO BALCÃO DA ALFÂNDEGA
- Seu nome ?
- Abu Abdalah Sarafi.
- Sexo ?
- ... Quatro vezes por semana...
- Não, não, não! Homem ou mulher ?
- Homem, mulher.... algumas vezes camelo...
terça-feira, junho 2
REQUIÃO AJUDA ANTONINA!!!
Antonina recebeu no último sábado (30) três ônibus escolares adquiridos pelo programa estadual Transporte Escolar, em solenidade que contou com a presença do Governador Roberto Requião e da secretária estadual de Educação Yvelise Arco-Verde, do deputado estadual Alexandre Cury, além de autoridades Capelistas presente, professores da rede municipal de ensino e alunos e alguns populares. FUTEBOL ANTONINENSE... RODADA DE FINAL DE SEMANA
CAMPEONATO SUB-20 2009
6ª Rodada (30/05/09) - Adiada devido a Festa de Aniversário da A.A. 29 de Maio.
(Os jogos da próxima rodada serão definidos em reunião a ser realizada na próxima quarta-feira 03/06/09, pela L.F.A.).
CAMPEONATO AMADOR 2009
- 7ª RODADA - DOMINGO (31/05/09)
13:30 hs GUARÁ 5 x 1 XV DE NOVEMBRO
15:30 hs REAL MADRUGA W x 0 TUCUNDUVA
(A equipe estreitante no Campeonato amador TUCUNDUVA E.C. não compareceu para a disputa da partida)
CLASSIFICAÇÃO:
1º GUARÁ............................................... 09
2º REAL MADRUGA................................. 06
3º JUVENTUS.......................................... 05
4º XV DE NOVEMBRO............................. 05
5º PORTINHO.......................................... 04
6º BOA VISTA......................................... 04
7º BATEL................................................ 01
8º TUCUNDUVA...................................... 01
9º CRUZEIRO......................................... 00
Próxima rodada:
- 8ª RODADA - DOMINGO (07/06/09)
13:30 hs BATEL x CRUZEIRO
15:30 hs BOA VISTA x PORTINHO
* Esta 8ª rodada promete muitas emoções, pois estará movimentado a rivalidade de equipes da mesma região de nossa cidade.
CONVIDAMOS À TODOS A PRESTIGIAREM ESTAS COMPETIÇÕES QUE ACONTECEM NA A. A. 29 DE MAIO.
Colaboração: Joaniterez Rodrigues da Costa (NITE)
6ª Rodada (30/05/09) - Adiada devido a Festa de Aniversário da A.A. 29 de Maio.
(Os jogos da próxima rodada serão definidos em reunião a ser realizada na próxima quarta-feira 03/06/09, pela L.F.A.).
CAMPEONATO AMADOR 2009
- 7ª RODADA - DOMINGO (31/05/09)
13:30 hs GUARÁ 5 x 1 XV DE NOVEMBRO
15:30 hs REAL MADRUGA W x 0 TUCUNDUVA
(A equipe estreitante no Campeonato amador TUCUNDUVA E.C. não compareceu para a disputa da partida)
CLASSIFICAÇÃO:
1º GUARÁ............................................... 09
2º REAL MADRUGA................................. 06
3º JUVENTUS.......................................... 05
4º XV DE NOVEMBRO............................. 05
5º PORTINHO.......................................... 04
6º BOA VISTA......................................... 04
7º BATEL................................................ 01
8º TUCUNDUVA...................................... 01
9º CRUZEIRO......................................... 00
Próxima rodada:
- 8ª RODADA - DOMINGO (07/06/09)
13:30 hs BATEL x CRUZEIRO
15:30 hs BOA VISTA x PORTINHO
* Esta 8ª rodada promete muitas emoções, pois estará movimentado a rivalidade de equipes da mesma região de nossa cidade.
CONVIDAMOS À TODOS A PRESTIGIAREM ESTAS COMPETIÇÕES QUE ACONTECEM NA A. A. 29 DE MAIO.
Colaboração: Joaniterez Rodrigues da Costa (NITE)
CRÔNICA DA CIDADE - Nº 71
Por Nerval Pedro Pires da Silva
Até o comecinho dos anos 70, os desportistas capelistas tinham com que preencher suas tardes de domingos. Era o empolgante futebol morretense, filiado a Liga Antoninense, nos proporcionando o belo futebol amador da primeira divisão, dispensando dos olheiros da capital uma atenção muito especial - especificamente aos craques que explodiam da noite para o dia, considerados tipo exportação – made in Antonina, como queiram. A cidade passava então a ser considerada um celeiro de craques, abastecendo os grandes times tanto do Paraná como de Santa Catarina.
Foi um erro irreparável que a partir daí, não se desse continuidade a esse trabalho desenvolvido por aquela geração de esportistas tão apaixonados quanto talentosos. Dizem as pitonisas locais que a decadência do futebol antoninense deu-se com a derrubada das arquibancadas da Associação Atlética 29 de Maio, e com a extinção do Matarazzo Futebol Clube. Afirmam ainda estes que dali em diante, a chama foi se apagando paulatinamente, não obstante, a fábrica de fazer craques não parasse de produzir até os dias de hoje.
Afastado dos campos desde l972, quando o XV de Novembro E.C. sagra-se campeão, tendo este comentarista na condição de seu presidente - a partir daí não mais participara de quaisquer atividades futebolísticas, passando então a me envolver mais com a política administrativa da cidade que já começava a tomar rumos perigosos do populismo tão combatido antes, tendo nos extremos - de um lado, Romildo G. Pereira, e de outro, Joubert G. Vieira, embora ambos pertencessem ao mesmo partido – a ARENA.
Muitos também tomaram outros caminhos, deixando o futebol capelista órfão dos seus líderes que os financiavam até então.
Já mais poderíamos antever que com as saídas destes das direções dos clubes do futebol, ficasse o esporte capelista a se ressentir tanto ao ponto de ter paralisado completamente suas atividades. Todavia, sobreviveram as duras penas outras categorias inferiores no futebol a custas somente de alguns abnegados remanescentes e nada mais, tendo o poder público se eximido sempre, mas, apenas, como mero expectador.
Está bem gravada em nossa memória a importância que o capelista dava ao esporte amador, mais acentuadamente ao futebol. Se a mente não falha, foi a partir da formação do XV de Novembro E.C, que houve a alavancada de incidência na produção de atletas que vieram encher os olhos das platéias do Paraná. Foi o caso do Raul Plasmann; do Marcos Porvinha, que passou pelo Botafogo do Rio e veio parar no Atlético Paranaense; Celso Máscara com seu futebol irreverente - que esteve no Rio Branco, no Atlético, no Água Verde, no Nacional de Rolândia, no Cambé, no Olímpico de Irati, no América de Joinville e depois no Peri de Mafra; do Pimenta no Seleto e depois no Atlético Paranaense; do Valter Sabão do mesmo Atlético e do Coxa; do Jair Henrique (Jaico) também seguindo a mesma trajetória; do Massico no Rio Branco, Atlético e depois no Votuperanguense; Patesco, Alcatrão, e um pouco depois, o Neutinho, que andara por alguns times da capital, e outros tantos não menos primorosos que a minha desgastada mente deixa de assinalar.
Muitos não menos talentos, não quiseram daqui sair, embora os assédios tenham sido tantos, preferiram terminar os seus dias de esporte nos times capelistas, como foi o caso de Miro Pixote e seu irmão Leonel Pires da Silva; do Jamil Fayad; do Ional, o gato selvagem; do Gegeco; Osmair o filho de Bino; do Dodico estivador e outros tantos. Matéria prima de excelente qualidade é que não falta, pois volta e meia, sempre estou ouvindo comentários aqui e ali sobre a genialidade na bola de alguns garotos daqui da terrinha, prova insofismável que apesar de todos os percalços que está atravessando o nosso esporte, a fábrica não deixara de produzir.
O que está faltando mesmo para que o nosso esporte, e especificamente o nosso futebol voltar a ser forte e famoso como de antigamente, urge, o poder público, interferir nele com vontade política; de resolver alguns assuntos pendentes que vão sem dúvidas a curto e em médio prazo torná-lo auto sustentável. Para isso, faz-se mister atentar para esses detalhes prioritários:
1º) rediscutir e formatar uma parceria séria e duradoura com os agentes da A.A. 29 de Maio, investindo forte naquela praça de esporte, dando toda a infra-estrutura necessária para atender o futebol como as demais atividades correlatas.Sem essa providência, é inconcebível desenvolver um projeto de recuperação do nosso esporte - sem ponto de apoio ficar-se-ia difícil por em prática esse projeto.
2º) O poder público tem que estar cônscio da responsabilidade que assume e ser sério no desenvolver sua política esportiva, nomeando pessoas reconhecidas e com experiências necessárias para gerir essa atividade importantíssima na vida dos antoninenses, da própria cidade, e consequentemente, como elemento gerador de rendas.
Essas medidas paliativas que estão sendo aplicadas em nosso esporte, embora as façam com boas intenções, não passam de medidas de fórum inconsistentes, que não trarão por certo nenhum dividendo em termos de solidificação do nosso arsenal esportivo. Primeiramente, teríamos que visar a fortificação das nossas estruturas de esporte para então passar a gerar o produto tão fácil de ser encontrado por aqui – o atleta.
Trabalhando no atleta desde o princípio, e, pronto para ingressar nas grandes agremiações, a instituição esportiva municipal, teria participação na liberação do atleta, e com essa porcentagem sendo reinvestida no esporte antoninense - isto é o que chamamos de auto sustentável.
Os céticos, por certo dirão que isso não passa de uma idéia surrealista, ou de um sonho de uma noite de verão, (comédia, onde Shakespeare retrata nela, de modo divertido, a tragédia dos desventurados Píramo e Tisbe.) Poderá até ser, mas fora dessa idéia, ou desses sonhos como queiram, não há outra forma de fazer reviver o grande momento que passou o esporte antoninense, cujo qual fui testemunho ocular.
(Fonte: Blog do meu amigo Reginaldo - http://reginaldogouvea.blogspot.com)
Até o comecinho dos anos 70, os desportistas capelistas tinham com que preencher suas tardes de domingos. Era o empolgante futebol morretense, filiado a Liga Antoninense, nos proporcionando o belo futebol amador da primeira divisão, dispensando dos olheiros da capital uma atenção muito especial - especificamente aos craques que explodiam da noite para o dia, considerados tipo exportação – made in Antonina, como queiram. A cidade passava então a ser considerada um celeiro de craques, abastecendo os grandes times tanto do Paraná como de Santa Catarina.
Foi um erro irreparável que a partir daí, não se desse continuidade a esse trabalho desenvolvido por aquela geração de esportistas tão apaixonados quanto talentosos. Dizem as pitonisas locais que a decadência do futebol antoninense deu-se com a derrubada das arquibancadas da Associação Atlética 29 de Maio, e com a extinção do Matarazzo Futebol Clube. Afirmam ainda estes que dali em diante, a chama foi se apagando paulatinamente, não obstante, a fábrica de fazer craques não parasse de produzir até os dias de hoje.
Afastado dos campos desde l972, quando o XV de Novembro E.C. sagra-se campeão, tendo este comentarista na condição de seu presidente - a partir daí não mais participara de quaisquer atividades futebolísticas, passando então a me envolver mais com a política administrativa da cidade que já começava a tomar rumos perigosos do populismo tão combatido antes, tendo nos extremos - de um lado, Romildo G. Pereira, e de outro, Joubert G. Vieira, embora ambos pertencessem ao mesmo partido – a ARENA.
Muitos também tomaram outros caminhos, deixando o futebol capelista órfão dos seus líderes que os financiavam até então.
Já mais poderíamos antever que com as saídas destes das direções dos clubes do futebol, ficasse o esporte capelista a se ressentir tanto ao ponto de ter paralisado completamente suas atividades. Todavia, sobreviveram as duras penas outras categorias inferiores no futebol a custas somente de alguns abnegados remanescentes e nada mais, tendo o poder público se eximido sempre, mas, apenas, como mero expectador.
Está bem gravada em nossa memória a importância que o capelista dava ao esporte amador, mais acentuadamente ao futebol. Se a mente não falha, foi a partir da formação do XV de Novembro E.C, que houve a alavancada de incidência na produção de atletas que vieram encher os olhos das platéias do Paraná. Foi o caso do Raul Plasmann; do Marcos Porvinha, que passou pelo Botafogo do Rio e veio parar no Atlético Paranaense; Celso Máscara com seu futebol irreverente - que esteve no Rio Branco, no Atlético, no Água Verde, no Nacional de Rolândia, no Cambé, no Olímpico de Irati, no América de Joinville e depois no Peri de Mafra; do Pimenta no Seleto e depois no Atlético Paranaense; do Valter Sabão do mesmo Atlético e do Coxa; do Jair Henrique (Jaico) também seguindo a mesma trajetória; do Massico no Rio Branco, Atlético e depois no Votuperanguense; Patesco, Alcatrão, e um pouco depois, o Neutinho, que andara por alguns times da capital, e outros tantos não menos primorosos que a minha desgastada mente deixa de assinalar.
Muitos não menos talentos, não quiseram daqui sair, embora os assédios tenham sido tantos, preferiram terminar os seus dias de esporte nos times capelistas, como foi o caso de Miro Pixote e seu irmão Leonel Pires da Silva; do Jamil Fayad; do Ional, o gato selvagem; do Gegeco; Osmair o filho de Bino; do Dodico estivador e outros tantos. Matéria prima de excelente qualidade é que não falta, pois volta e meia, sempre estou ouvindo comentários aqui e ali sobre a genialidade na bola de alguns garotos daqui da terrinha, prova insofismável que apesar de todos os percalços que está atravessando o nosso esporte, a fábrica não deixara de produzir.
O que está faltando mesmo para que o nosso esporte, e especificamente o nosso futebol voltar a ser forte e famoso como de antigamente, urge, o poder público, interferir nele com vontade política; de resolver alguns assuntos pendentes que vão sem dúvidas a curto e em médio prazo torná-lo auto sustentável. Para isso, faz-se mister atentar para esses detalhes prioritários:
1º) rediscutir e formatar uma parceria séria e duradoura com os agentes da A.A. 29 de Maio, investindo forte naquela praça de esporte, dando toda a infra-estrutura necessária para atender o futebol como as demais atividades correlatas.Sem essa providência, é inconcebível desenvolver um projeto de recuperação do nosso esporte - sem ponto de apoio ficar-se-ia difícil por em prática esse projeto.
2º) O poder público tem que estar cônscio da responsabilidade que assume e ser sério no desenvolver sua política esportiva, nomeando pessoas reconhecidas e com experiências necessárias para gerir essa atividade importantíssima na vida dos antoninenses, da própria cidade, e consequentemente, como elemento gerador de rendas.
Essas medidas paliativas que estão sendo aplicadas em nosso esporte, embora as façam com boas intenções, não passam de medidas de fórum inconsistentes, que não trarão por certo nenhum dividendo em termos de solidificação do nosso arsenal esportivo. Primeiramente, teríamos que visar a fortificação das nossas estruturas de esporte para então passar a gerar o produto tão fácil de ser encontrado por aqui – o atleta.
Trabalhando no atleta desde o princípio, e, pronto para ingressar nas grandes agremiações, a instituição esportiva municipal, teria participação na liberação do atleta, e com essa porcentagem sendo reinvestida no esporte antoninense - isto é o que chamamos de auto sustentável.
Os céticos, por certo dirão que isso não passa de uma idéia surrealista, ou de um sonho de uma noite de verão, (comédia, onde Shakespeare retrata nela, de modo divertido, a tragédia dos desventurados Píramo e Tisbe.) Poderá até ser, mas fora dessa idéia, ou desses sonhos como queiram, não há outra forma de fazer reviver o grande momento que passou o esporte antoninense, cujo qual fui testemunho ocular.
(Fonte: Blog do meu amigo Reginaldo - http://reginaldogouvea.blogspot.com)
segunda-feira, junho 1
HOMENAGEM AO GATO SELVAGEM...

Bino (ex-goleiro do Corinthians)
Um dos marcantes goleiros da história do Sport Club Corinthians Paulista, Bino, o Setembrino da Costa Alves, voltou a viver no interior do Paraná.
Nascido na pequena cidade de Antonina (PR), em 1920 no mesmo dia em que o Corinthians foi fundado (1º de setembro, só que o alvinegro nasceu em 1910), Bino chegou ao Parque São Jorge em 1941 e permanece lá até 1951. Nesse período, ele se destacou no gol corintiano e ganhou o apelido de "Gato Selvagem". "O apelido nasceu porque ele se vestia com uniforme inteiro preto", conta o torcedor corintiano Waldemar Micheletti.
Com a camisa corintiana, Bino fez 232 jogos (133 vitórias, 44 empates e 55 derrotas) e sofreu 383 gols, segundo números do "Almanaque do Corinthians", de Celso Unzelte. Como titular, ele foi campeão do Torneio Rio-São Paulo de 1950. Perdeu a posição para Jurandir.
O goleiro paranaense fez parte de um fortíssimo time corintiano: Bino; Domingos da Guia e Belacosa; Palmer, Hélio e Aleixo; Cláudio (ou Colombo), Luizinho, Nardo, Rafael e Nelsinho (ou Noronha).
por Rogério Micheletti / colaborou Waldemar Micheletti
E veja que camisa diferente do time corintiano no início dos anos 50. O primeiro, da esquerda para a direita, é Colombo. Luizinho Pequeno Polegar é o segundo. O terceiro é Nardo. O quarto é Nelsinho. O último é Noronha. Atrás de Colombo e Luizinho estava o goleiro Bino. E o zagueiro Murilo (atrás de Noronha) também aparece na foto
Bahia (ex-Santos e Santista) saltando sobre o goleiro Bino, em 1950.
Goleiro Bino faz a defesa. (Colaboração: Anselmo Fernandes)
LIÇÃO DE VIDA!!! - O BANQUEIRO
Certa tarde... um famoso banqueiro ia pra casa em sua "limousine" quando viu dois homens a beira da estrada, comendo grama. Ordenou ao seu motorista que
parasse e, saindo, perguntou a um deles:
- Porque vocês estão comendo grama ?
Não temos dinheiro pra comida. - disse o pobre homem - Por isso temos que
comer grama.
- Bem, então venham a minha casa e eu lhes darei de comer - disse o
banqueiro.
- Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo
daquela árvore.
- Que venham também - disse novamente o banqueiro.
E, voltando-se para o outro homem, disse-lhe:
- Você também pode vir.
O homem, com uma voz muito sumida disse:
- Mas, senhor, eu também tenho esposa e seis filhos comigo!
- Pois que venham também. - respondeu o banqueiro.
E entraram todos no enorme e luxuoso carro.
Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e disse:
- O senhor é muito bom. Obrigado por nos levar a todos !
O banqueiro respondeu:
- Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo! Vocês vão
ficar encantados com a minha casa... A grama está com mais de 20
centímetros de altura !
Moral da história:
Quando você achar que um banqueiro está lhe ajudando, não se iluda,
pense mais um pouco!
(Colaboração: Sandro "O Servullo")
Obs.: Não confundam, banqueiro com bancário...
parasse e, saindo, perguntou a um deles:
- Porque vocês estão comendo grama ?
Não temos dinheiro pra comida. - disse o pobre homem - Por isso temos que
comer grama.
- Bem, então venham a minha casa e eu lhes darei de comer - disse o
banqueiro.
- Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo
daquela árvore.
- Que venham também - disse novamente o banqueiro.
E, voltando-se para o outro homem, disse-lhe:
- Você também pode vir.
O homem, com uma voz muito sumida disse:
- Mas, senhor, eu também tenho esposa e seis filhos comigo!
- Pois que venham também. - respondeu o banqueiro.
E entraram todos no enorme e luxuoso carro.
Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e disse:
- O senhor é muito bom. Obrigado por nos levar a todos !
O banqueiro respondeu:
- Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo! Vocês vão
ficar encantados com a minha casa... A grama está com mais de 20
centímetros de altura !
Moral da história:
Quando você achar que um banqueiro está lhe ajudando, não se iluda,
pense mais um pouco!
(Colaboração: Sandro "O Servullo")
Obs.: Não confundam, banqueiro com bancário...
Karaokê Gaúcho... Então vai lá Gonça...
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