sexta-feira, janeiro 27

Iphan aprova tombamento do centro histórico de Antonina



antonina-arquivo-Nizaor-JuniorO Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural confirmu nesta quinta-feira (26) de janeiro, o tombamento do centro histórico de Antonina.

A decisão foi tomada na reunião realizada na sede do Instituto do Patrimônio Histórico de Artístico Nacional (Iphan), em Brasília. O tombamento agora segue para homologação da ministra da Cultura Ana de Hollanda.

De acordo com o parecer técnico elaborado pelo Iphan, a área tombada materializa os processos de ocupação territorial no Sul do Brasil, particularmente no Paraná, e está diretamente ligada ao primeiro ciclo de exploração do ouro no país. 

O presidente do Iphan, Luiz Fernando de Almeida, lembra que Antonina já possui tombamentos isolados pelo governo estadual e a decisão do Conselho Consultivo proporciona “a inclusão de mais um agente, que é o Iphan, em todo um trabalho que já vem sendo realizado pela preservação do patrimônio cultural”. O tombamento do conjunto histórico e paisagístico de Antonina integra a política do Iphan que visa ampliar as áreas protegidas e inclui o município no rol das cidades históricas do Brasil. 

A extensão do tombamento compreende o centro histórico da cidade e o complexo das Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo (IRFM). Para o conjunto Matarazzo, será incentivada a continuidade da atividade portuária, por meio de diretrizes para ocupação da área, desde que sejam preservados e recuperados os imóveis remanescentes mais importantes individualizados no tombamento.

História

A região da Baía de Paranaguá foi uma das primeiras áreas exploradas pela Coroa Portuguesa na Região Sul do Brasil. Com sua extensa entrada para o continente, foi considerada um local estratégico para o controle da região e para a busca por índios e metais preciosos. A exploração de ouro na baía impulsionou o desenvolvimento inicial de Paranaguá, bem como das localidades vizinhas, como Antonina, Guaraqueçaba e Morretes.

As primeiras descobertas de jazidas em Minas Gerais, no início do Século XVIII, deflagraram o processo conhecido como “corrida do ouro” e fez com que as povoações formadas no litoral do Paraná voltassem suas atividades para a subsistência. Com a elevação de Antonina à categoria de Vila, em 1798, e com a reabertura dos portos brasileiros dez anos mais tarde, a disputa entre Paranaguá e Antonina pelo controle da atividade portuária se acirra. Como resultado deste embate político, o Caminho da Graciosa é reaberto para facilitar o escoamento da produção agrícola do interior do estado para o litoral.

A partir de 1820, com a implantação de engenhos de erva mate para exportação, o incremento de atividade portuária levou a um rápido crescimento urbano, com a abertura de novas ruas, a construção das igrejas de São Benedito e de Bom Jesus do Saivá, do primeiro trapiche e do mercado de Antonina. Obras para tornar o Caminho da Graciosa carroçável e a construção da Estrada de Ferro Curitiba-Paranaguá, na segunda metade do Século XIX, intensificaram a comunicação entre Antonina e as demais cidades paranaenses.

A partir de 1914 houve um novo período de crescimento para a cidade, com o início das atividades das Indústrias Matarazzo.  Devido à falta de investimentos, ao assoreamento dos canais da baía e ao progressivo aumento do calado das embarcações, a partir de 1930, o Porto de Antonina entra em decadência. Várias empresas fecharam as portas, levando a cidade, mais uma vez, à estagnação econômica. Em 1972 houve o fechamento das Indústrias Matarazzo e, em 1976, a desativação do ramal ferroviário Morretes-Antonina.

Paisagem natural

O ambiente natural de Antonina, formado pelas montanhas da Serra do Mar e pela Baía de Paranaguá, foi determinante para a implantação da cidade neste local e para a forma como se deu seu crescimento. Por esse motivo, Antonina foi descrita como pitoresca por viajantes que por ali passaram no Século XIX, como o engenheiro inglês Thomas Bigg Wither: "um lugarejo bonito e até pitoresco, situado, como está, entre a terra e a água, ao pé de gigantesca cadeia de montanhas, a Serra do Mar”.

A escala e porte de Antonina relacionam-se harmonicamente com o ambiente natural em que está inserida. Este conjunto preserva uma rara qualidade ambiental nas atuais cidades brasileiras e configura-se em potencial para seu desenvolvimento social.

Fonte: Iphan
Foto: Nizaor Junior

quarta-feira, janeiro 25

O REI ESTÁ SÓ – SEUS “SÉQUITOS” SUMIRAM AO SEU REDOR


"Pobre Rei..., pobre alma penada que vagueia pelas sextas, sábados, domingos em plena  madrugada..."(Neuton Pires)

Hoje o que estamos vendo em Um Reino Não Tão Distante, é a loucura de um Rei solitário, sem rumo, sem direção, perdeu totalmente o norte..., e o que há de pior, sem futuro algum para o Reino.

Por que pobre?

Dá pena, dá pena mesmo..., (do Rei e do seu reinado...)

... era um reinado para dar tudo certo, infelizmente os abutres (séquitos) não deixaram que isso acontecesse...  o pobre Rei não fez valer aquele velho e orientador provérbio: “Antes só do que mal acompanhado”  em todos os sentidos.

Peraí, peraí, peraí... não que eu queira dizer que a realeza deixou de existir, pelo contrário... ela existe e está firme na paçoca... o Rei pode até estar nu, porém, a realeza está bem vestida muito obrigado, e muito bem vestida diga-se de passagem. Nunca na história deste Reino se viu tanto desfile de carruagens imperiais pelos membros da corte. Aí você me pergunta: - Tá, e o conselho imperial lá do berro do Ipiranga, como fica? Não fica… faz tempo que não fica.

Voltemos ao Rei...

O  Rei está diante do maior problema de sua vida. Este ano é seu último ano de reinado. (thank god)
Ele precisa reunir os seus correligionários... ou melhor, o seu staff e listar primeiramente quem seriam os seus inimigos.
Mas quem seriam esses inimigos?
Os blogs? Os servidores de carreira que trabalham honestamente enquanto os apadrinhados ficam só na mamata? As pessoas que fazem denúncias nos blogs e pedem para não terem seus nomes revelados? A família de bem do Reino? O ex-Rei ou a ex-Rainha?
Não. Os verdadeiros inimigos foram e são os maus feitos do Rei em toda a sua trajetória de reinado. Os seus verdadeiros inimigos estão todos do seu lado... e que agora estão lhe deixando só.
Afinal, seus amigos mesmo Rei... são poucos, são aqueles que tiveram coragem um dia na corte de dizer que o Rei estava nu.
Lembre-se disso meu Rei.

Volte a ser o plebeu que um dia eu conheci.

Neuton Pires

ANTONINA PODERÁ SER TOMBADA COMO PATRIMÔNIO HISTÓRICO DO BRASIL

Iphan pode reconhecer Antonina como patrimônio histórico

Quarta-feira, 25/01/2012
Albari Rosa / Arquivo Gazeta do Povo
Albari Rosa / Arquivo Gazeta do Povo / O tombamento abrange o centro histórico e o complexo das Indústrias Matarazzo; paisagem é destaque com a Baía de Paranaguá e a Serra do Mar  
O tombamento abrange o centro histórico e o complexo das Indústrias Matarazzo; paisagem é destaque com a Baía de Paranaguá e a Serra do Mar
tombamento

Iphan pode reconhecer Antonina como patrimônio histórico

Se o título for confirmado nesta quinta-feira (26), cidade do litoral do PR pode ter acesso facilitado a financiamentos federais para a recuperação de casario e melhorias urbanas



Na manhã da próxima quinta-feira (26), o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) reúne-se em Brasília para decidir se a cidade de Antonina, no litoral do Paraná, será tombada como patrimônio histórico do Brasil. Se for confirmado, o título tem o potencial de mudar a dinâmica econômica da cidade, com a recuperação do casario e melhoria no ambiente urbano. Mas, para isso, é necessário o entusiasmo do Poder Público, empresas e da própria população.

O tombamento da paisagem histórica e urbanística abrange o centro histórico do município e o complexo das Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo (IRFM).

Segundo informações do parecer técnico elaborado pela superintendência do Iphan no Paraná, a área a ser tombada reflete o processo de ocupação territorial no Sul do Brasil e está diretamente ligada ao primeiro ciclo de exploração do ouro no país. O cenário de Antonina, no fundo da Baía de Paranaguá e “aos pés” da Serra do Mar, colocam a cidade em uma situação privilegiada.

O porto, no século 19, era um dos principais exportadores de erva-mate e importadores de trigo. No início do século 20, o comércio de madeira ganhou destaque e o porto chegou a ser o quarto maior do país.

Para o superintendente do Iphan no Paraná, José La Pastina Filho, é muito difícil que o tombamento não seja confirmado. “Eu não acredito porque o processo está muito bem instruído e muito bem documentado. A qualidade paisagística, histórica e urbanística de Antonina é incontestável.” Para ele, o título pode servir para “reanimar” a cidade. “Antonina passou por um processo de deterioração a partir de 1972 com o fechamento das indústrias Matarazzo e a desativação do trecho ferroviário. Ela acabou perdendo um pouco do amor próprio e começou a ver o mar como algoz. A ideia é resgatar esse amor próprio, resgatando as qualidades da cidade, e com a reativação dos portos. O tombamento vem somar, para ser um holofote para a cidade.”
PAC

Segundo José La Pastina Filho, com o processo de tombamento concluído, a cidade poderá conseguir acesso ao PAC das Cidades Históricas: financiamento do governo federal para recuperar a paisagem das cidades antigas. Entre as possíveis melhorias estão: a remoção da fiação aérea; o incentivo ao turístico náutico; a requalificação da mão de obra em restaurantes; e o planejamento urbano, para evitar a ocupação desordenada das encostas.

Para o presidente da Agência de Desenvolvimento do Turismo Sustentável do Litoral do Paraná (Adetur Litoral), Gustavo Trevizan Socachewsky, todas as cidades litorâneas no estado podem sair ganhando com o título de Antonina, assim como vem ocorrendo desde 2009 com o tombamento do centro histórico de Paranaguá pelo Iphan. “É possível conseguir aumentar as opções culturais e fazer com que o turista fique mais tempo (na região)”, afirma o empresário, dono de um hotel em Guaratuba.

Porém ele lembra que só o tombamento em si não muda nada. É preciso usar a medida para gerar renda. “Precisa haver reconhecimento do que é o patrimônio, divulgar para a população e para o turista a história desse patrimônio e criar roteiros turísticos.”

A prefeitura de Antonina foi procurada nesta terça-feira (24), mas não foi possível contatar ninguém. O prefeito Carlos Augusto Machado, conhecido como “Canduca” também foi procurado, mas não foi localizado para comentar o processo de tombamento.

Fonte: Gazeta do povo 
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NOTA.:

A prefeitura de Antonina foi procurada nesta terça-feira (24), mas não foi possível contatar ninguém. O prefeito Carlos Augusto Machado, conhecido como “Canduca” também foi procurado, mas não foi localizado para comentar o processo de tombamento.
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NOTA².:
Quem vocês da Gazeta do Povo procuraram?
- A prefeitura de Antonina foi procurada nesta terça-feira (24)
Sim, e o que aconteceu?
- não foi possível contatar ninguém.
Tá, e o prefeito?
O prefeito Carlos Augusto Machado, conhecido como “Canduca” também foi procurado.
E o que ele falou?
também não foi localizado para comentar o processo de tombamento.
   

quinta-feira, janeiro 19

LENDA E SUPERSTIÇÃO

Diz a lenda que muitos e muitos anos atrás um samba enredo foi feito para escola de Samba do Batel, e que este samba é patrimônio da escola, podendo a escola fazer o que quiser com o mesmo, desde que não haja uma descaracterização por completo do samba... ,ou melhor, que não sejam inventadas coisas além das fantasiosas o qual o samba já transmite...


...porque há uma superstição em cima deste samba que se mudarem uma letra causará sete anos de azar... algumas pessoas acreditam que certas ações que este samba transmite tais como conjuros, feitiços, maldições podem influenciar de maneira transcendental as suas vidas... 

O fato:

Lendas e Superstições a parte, recebi várias ligações de batelenses me informando que existia um disse-me-disse na comunidade, e que eu tinha proibido a reedição do samba... sujeito a processo se tal fato viesse realmente acontecer...

Quero deixar bem claro aqui que, todos os sambas enredos feitos por mim e pelo meu parceiro Josiel Cordeiro, são exclusivos e de direito da Escola de Samba do Batel... podendo a mesma fazer o que bem entender com eles... 

...quem saiu com essa Lenda e Superstição de que eu tinha proibido o samba de sair na avenida, está agindo de maneira leviana e tentando produzir resultados que à razão se apresentam como contrários às leis naturais conhecidas. 

O samba é da escola de samba do Batel, só dela...


Um abraço e tenham um ótimo desfile, "Tem Batucajé na Aldeia"

Neuton Pires

sexta-feira, janeiro 13

VALEU!!!

Valeu galera pelos 350 mil acessos ao blog...

Vocês são D+

Obrigado!!!

BATEL VEM PARA AVENIDA EM 2012 COM UM SAMBA ENREDO DE 1994

Lendas e Superstições
Letra: Neuton Pires - Música Augostinho
Samba Enredo 2012 - G.R.E.S. Batel


Acende a vela Iaiá
Senta no toco, Ioiô
Sou preto velho
E tenho histórias pra contar

Tem batucajé na aldeia,
Todo mundo de zuzá no pé
Não me vem com urucubaca
Porque meu patuá é uma figa de guiné

São superstições e lendas
Contadas há muitos anos atrás
Histórias de zumbi
Bruxa Feia e Boi Tatá
E o lobisomem onde andará

E assim em qualquer canto desta terra
É o meu Batel que se revela
E conta a lenda que surgiu
E hoje tem magia na avenida
Olho grande e simpatia
E até o gato preto que sumiu

Tem abará, tem xererê
Tem Caipora e o Saci-Pererê
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Curiosidade
Este samba foi feito em 1991, ficou três anos na fila... para somente em 1994 ser realmente incorporado ao enredo da escola e ser editado oficialmente. Este samba deu o tri campeonato para a escola de samba do Batel mesmo contra a vontade de uma meia dúzia, que como sempre destilam os seus venenos pelos quatro cantos da quadra... 
Ironia do destino? ...sei lá.
Um samba polêmico para alguns na época? ...tanto faz.
Só sei que estão reeditando em 2012.
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NOTA.:
Quero deixar explícito aqui que não faço mais parte da escola de samba do Batel desde a minha saída em junho de 2010..., também não quero dizer que com isso... o meu amor, a minha paixão acabou pela tricolor do asfalto... longe disso.
É como diz uma parte do samba exaltação ao Batel que meu parceiro Josiel e eu acabamos de finalizar ontem, e que vocês ouvirão em breve, que é mais ou menos assim:
A mais linda inspiração, da memória ninguém tenta
Meu Batel minha paixão, é maior que você pensa
Meu amor por ti é forte, ninguém vai tirar de mim

Tá na batida do meu tamborim...

terça-feira, janeiro 10

ENTÃO VAMOS DISCUTIR...


ESSE FATO NARRADO TÊM QUE SER DISCUTIDO POVO DE ANTONINA?????

 
Antonio Bento Bento

8 de janeiro de 2012 19:49
Para: Bacucu com Farinha

REPASSANDO...

 Não vejo a hora de chegar a quarta-feira de cinzas.
Não, não é que eu seja inimigo do carnaval. Inclusive já brinquei muito: em clubes, nas prévias, nos blocos.... fui até à Flopólis em plena terça-feira de carnaval... Portanto, vou falar com conhecimento de causa.

E, como um véu que se descortina, como uma máscara que cai, gostaria de revelar algumas verdades que encontrei por trás da fantasia do carnaval.
A primeira delas: o brasileiro adora carnaval.
Não acredito. Em Antonina, por exemplo, a maior escola de samba disse ter registrado cerca de 2 mil componentes e a prefeitura catalogou mais de 100 mil turistas nos quatro dias de foliões, no desfile do ano passado. Mas, a população antoninense conta com mais de 15 mi pessoas.Onde pusseram essa gentarada?

Portanto, a maioria da povo não foi para a rua ou por que não gosta de carnaval ou por que não se reconhece mais nessa festa dita popular.

Segunda falsa verdade: o carnaval é uma festa genuinamente brasileira.
Não, não é. O carnaval, tal como o conhecemos, surgiu na Europa, durante a era vitoriana, e se espalhou pelo mundo afora, adaptando-se a outras culturas.
Quarta falsa verdade: É uma festa popular.
Balela! O carnaval virou negócio – dos ricos. Que o digam os camarotes VIP das "otoridadees" antoninenses, as festas privadas e as camisetas caríssimas, chamados "passaportes da alegria" dos blocos de rua.

E quem não tem dinheiro para comprar aquele camisetinha colorida não tem, também, o direito de ser feliz??? Tem não.

E aqui, em Antonina, não é muito diferente. A maioria das escolas de samba vive às custas do "pude" e nenhuma atração sobe no palco da Avenida do Samba para divertir o povo só por ser, o carnaval, uma festa democrática.

Milhões de reais são pagos a artistas de fora  para garantir o circo a uma população miserável que não tem sequer o pão na mesa.
Muitas coisas, hoje, me revoltam no carnaval.
Uma delas é ouvir a boa música ser calada à força por "hits" do momento como o "Melô da Mulher Rabuda", e similares que eu nem ouso citar.

Fico indignado quando vejo a quantidade de ambulâncias disponibilizadas num desfile de carnaval para atender aos bêbados de plantão e valentões que se metem em brigas e quebra quebra.
Onde estão essas mesmas ambulâncias quando uma pai de família precisa socorrer um filho doente? Quando um trabalhador está infartando? Quando um idoso na zona rural precisa se deslocar de cidade para se submeter a um exame?

Me revolto em ver que os policiais estão em peso nas festas para garantir a ordem durante o carnaval, e, no dia a dia, falta segurança para o cidadão de bem exercitar o direito de ir e vir.
Mas o carnaval é uma festa maravilhosa! Dizem até que faz girar a economia. Que os pequenos comerciantes conseguem vender suas latinhas, seu churrasquinho....
Se esses pais de família dependessem do carnaval para vender e viver, passariam o resto do ano à míngua.

Agora os maganos antoninenses comerciantes/empresários/políticos não põe um real na construção do Carnaval de Antonina e, nessa época de carnaval se fingem de morto para comer o fiofó da niquenzada que faz o carnaval e do burro do prefeito que investe milhões no carnaval sem nenhum retorno desse investimento, pois a sonegação depois que passa o carnaval e absurda, então a prefeitura passa mais seis meses meses para arrumar as suas finanças e quem sofre é a niquenzada, pois caia a prestação dos serviços de saúde/educação/segurança/ruas esburacadas etc e tal.

Carnaval só dá lucro para donos de cervejaria, para proprietários de palco/som/banda, donos de restaurante, de pousadas e hotéis, donos de botecos e uns poucos artistas locais. No mais, é só prejuízo.
Alguém já parou para calcular o quanto o estado gasta para socorrer vítimas de acidentes causados por foliões embriagados? Quantos milhões são pagos em indenizações por morte ou invalidez decorrentes desses acidentes?

Quanto o poder público desembolsa com os procedimentos de curetagem que muitas jovens se submetem depois de um carnaval sem proteção que gerou uma gravidez indesejada?
Isso sem falar na quantidade de DST’s que são transmitidas durante a festa em que tudo é permitido!
Eu até acho que o carnaval já foi bom... Mas, isso foi nos tempos de outrora.

Ass.: Um capelista que deixou de ser ingênuo.


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NOTA.:

Se realmente eu fosse discorrer  sobre o assunto Carnaval , Povo, Saúde, Político, Comércio, Cultura... teria que fazer um outro blog para armazenar  tantas informação no mesmo pacote.
Porém, não deixarei de colocar algumas considerações sobre o exposto acima adaptado para a nossa realidade...

Primeiramente, temos um novo produto na city, o Festival Gospel. O Festival Gospel está para o carnaval de Antonina, (em pequenas proporções é lógico) por enquanto, assim como a festa do `Galo’s Bar` está para a festa de Nossa Senhora do Pilar, “em queima de fogos” por enquanto, isso tudo para que não distorçam a minha comparação infame, credo.

Acredito que tem espaço para todos  os gostos, desde que sejam cuidadosamente projetados os eventos  como tem sido na cidade de Antonina – Paraná - Brasil... Certo?

ERRADO!!! 

Deixarei de fora desta singela consideração, o evento gospel, por não conhecer o projeto,( se é que tem um), do evento... e qual a finalidade do mesmo... Amém!!!

Vou à fundo no tocante carnaval... por conhecer  esta festa de grego depois adotada pela Igreja Católica em 590 d.C... Queimaaaaa!!!

Somente nesta frase, poderia matar dois coelhos com uma caixa d’água só...

Vai a dica, a festa de agosto (da padroeira dos C.A.R.A.P.B) quando nas mãos da prefeitura estava indo para o ralo, foi só a Igreja  Católica Apostólica Romana de Antonina – Paraná – Brasil se apropriar daquilo que já era seu por “usucapio”, que a coisa andou, ou seja, o negócio se organizou e é o que estamos vendo hoje, um sucesso ano a ano...

Não que eu queira...,  e que vocês tentem de todas as formas induzir que, com isso... eu esteja pensando, concluindo ou querendo dizer que... tudo em que a prefeitura toca vira Marley... longe disso cambada de pensamento levemente obsceno...

Quero dizer que, da mesma forma que a Igreja Apostólica Romana de Antonina se apropriou daquilo que já era seu, a festa de Agosto, nada mais justo que entrar com um pedido de reparação de paternidade (Quem Pariu Mateus Que Embale) do carnaval antoninense..., que pelo o andar da carruagem está na UTI, no soro e respirando por aparelhos..., e digo mais, tem muito neguinho louco para cometer a eutanásia no pobre e moribundo carnaval capelista...

Uma coisa eu concordo com o texto... contextualizado para a nossa cidade..., temos que arrumar uma forma de que o carnaval não traga prejuízo, principalmente para os cofres públicos...

...e para que isso aconteça, precisamos formatar a consciência dos nossos empreendedores locais, eles sabem muito bem o filé mignon  ao molho de madeira que é o carnaval antoninense... 

...agora, 

só o venha cá, e ao vosso reino nada... 

aí não dá né pessoal da comissão de frente do comércio local.

Todos nós sabemos que, o comércio mais distante da “Avenida do Samba” fatura, e fatura bem nestes cinco dias da festa da carne, isso sem falar nos comércios que estão na cara do gol, bem ali na marca do pênalti...  estes tem por obrigação ajudar muito mais...

...então gente, vamos começar a tirar os bumbuns das cadeiras em frente as caixas registradoras e ajudar, ou, em breve pagarão pelo ônus de não estarem faturando a contento... aí nego véio, não adianta ficar com cara de Pierrot chorando pelo amor da Colombina que de contra-partida lhe trocou pelo amor do Arlequim. (Caraca, dá um samba enredo aqui) rss

 Sempre fui contra a participação financeira da prefeitura em eventos, principalmente no carnaval. A prefeitura deve e tem por obrigação se preocupar com o bem estar da população em geral, ou seja, um salário descente para o funcionalismo municipal, buscar com projeto coerente as instalações das empresas geradoras de empregos, se preocupar com a saúde dos nossos cidadãos, reciclagem do seu quadro funcional e por aí vai...

Antes de finalizar, quero deixar bem claro que fui e sou um defensor de que as escolas de sambas saíssem em busca de patrocínios... que não ficassem na mendicância  dos incentivos da prefeitura... isso é um absurdo. Temos tudo para dar a volta por cima e fazer da festa de momo antoninense um dos mais belos eventos do litoral paranaense realmente, não podemos fazer como alguns jogadores de futebol, que ultimamente anda jogando somente com o nome.

Gosto do carnaval assim como a metade da nossa população acredito que também gosta, então pessoal, vamos juntos encontrar uma forma para repaginar esta história...

Se precisarem, estou aqui.

Um abraço.

Neuton Pires

SÃO JOÃO FELIZ

por: Jeff Picanço

Antes de mais nada, um grande abraço a meu amigo Neutinho e aos demais bacucunautas, a quem desejo um excelente 2012, cheio de realizações e, principalmente, muita saúde. Estive um tempo sem escrever, por força de muitas obrigações profissionais, e, também, de muita desorganização de minha parte. 

De minha parte comecei o ano por baixo. Estou no Rio Grande Do Sul, fazendo uma série de levantamentos de campo. No entanto, aqui das campanhas gaúchas, não pude deixar de acompanhar a polêmica do lixo que tivemos nesta última semana nas terras de Valle Porto, inclusive com postagens muto boas e explicativas do Neutinho falando sobre o problema, colocando postagens do blog Antonina Viva. Pra quem, como eu, tem um blog chamado “Urublues” (www.urublues1.blogspot.com) o assunto lixo não é de todo estranho. Vamos lá.

Conheço muitos lixões e muitos “aterros controlados” por ai. Conheço, entre outros, o aterro sanitário de Córdoba, na Argentina, além de muitos outros principalmente no Paraná e Santa Catarina. Não conheço o de Antonina, mas conheço o de Morretes e o de Curitiba. Não é tarefa fácil, acreditem. No aterro controlado de Ivaiporã, no Paraná, o lixo hospitalar, nos anos 90 era colocado no mesmo lugar que o lixo comum, o que hoje é inconcebível. Em Cruzeiro do Oeste, terra do hoje deputado Zeca Dirceu, um prefeito, nos anos 90, instalou um “aterro controlado” ao lado do restaurante de um desafeto, só de sacanagem. 

No frigir dos ovos da política, acaba que as comunidades que recebem um lixão (ou um aterro controlado) são as comunidades mais pobres, carentes ou com menos força política de impedir que sua vizinhança seja invadida por tão abjeto material. Em Antonina, a comunidade de São João Feliz (?), que convive com o lixão (ou aterro controlado) é uma comunidade que infelizmente (sem trocadilho!) não teve força política para evitá-lo. Porque lixo perto de casa ninguém quer. 

Isso tudo porque o lixo é um lixo. Ninguém quer o lixo por perto. Lixo é  aquilo que descartamos e que alguém, em geral de extração social inferior, leva para o mais longe possível de nosso santificado lar. Lixeiro não é profissão que desejemos para nossos filhos, por mais santificado que seja seu trabalho no dia a dia de nossas cidades. Os americanos, sempre pragmáticos, cunharam um termo para esta política de empurra: NIMBY (Not-in-My-Back-Yard, ou, em português, Não-No-Meu-Quintal). Ou seja, o lixo é um jogo de empurra onde quem perde é sempre o mais fraco politicamente (ou socialmente, o que dá na mesma). 

No entanto, o lixo é um problema de todos. Você, que ganha uma TV de LCD e joga fora o papelão e os plásticos-bolha; você, que despeja os lixos de seu almoço de domingo na lixeira da cozinha; você, que põe na calcada os restos de sua poda de jardim: todos nós somos responsáveis pelos cidadãos de São João Feliz. Segundo dados nacionais, o brasileiro gera por dia cerca de 1 Kg de lixo por habitante. Nessa conta os bagrinhos despejam no lixão (ou aterro controlado) de São João Feliz cerca de 19 ton/dia de materiais que não querem mais. Num mês, seriam 570 ton/mês e 6.840 ton/ano de lixo gerado pelos bagrinhos. Imaginem o tamanho do problema. 

Acontece que as prefeituras municipais, a partir dos anos 90, receberam a fatura deste lixo, principalmente através da legislação ambiental. Em Antonina, acompanho de longe, desde o governo Kleber, as etapas da implantação do aterro controlado (para os críticos, lixão). Canduca em sua gestão fez muitos progressos nessa área, e hoje, a situação do aterro controlado (e não mais lixão) é substancialmente melhor que nos vinte anos anteriores. Seria desonesto não reconhecer. 

No entanto, é a situação do copo meio cheio e meio vazio. A população da cidade e principalmente a dos bairros mais ricos - a que produz mais lixo – não quer saber da comunidade de São João Feliz. Quer é jogar seu lixo o mais longe possível. Os recursos para administrar este lixo, embora nunca tenham sido tão grandes, são ainda muito poucos. O que era lixão hoje é melhor e mais bem cuidado que há vinte anos, mas, é forçoso reconhecer, os resultados são ainda muito precários. Existe um problema sério e existe uma comunidade que sofre com o problema. Nestas circunstâncias, é fácil criticar. Difícil é apresentar uma proposta política que envolva a geração e a destinação de nosso lixo doméstico. Em ano eleitoral, não seria nada mal ver estes itens como prioridades (reais!) dos futuros candidatos. Quem sabe?

É preciso que se diga: todos nós somos responsáveis. Devemos gerar menos lixo. Devemos separar e reciclar mais. Devemos ter políticas de destinação de resíduos sólidos que sejam solução de problemas sociais. Isso não depende de poder publico federal, estadual, municipal. É um problema de cultura. Enquanto não mudarmos nossa cultura que privilegia somente o consumo, o lixo que jogarmos fora sempre voltará à nossa porta, de uma forma ou de outra. São João Feliz somos nós. 

sábado, janeiro 7

ATÉ QUANDO!!!

"Sim, eu uso o poder"  Roberto Marinho (no livro A História Secreta da Rede Globo)

Pergunta:

"Até quando vamos ter que agüentar a apropriação da idéia de “liberdade de imprensa”, de “liberdade de expressão”, pelos proprietários da grande mídia mercantil – os Frias, os Marinhos, os Mesquitas, os Civitas -, que as definem como sua liberdade de dizer o que acham e de designar quem ocupa os espaços escritos, falados e vistos, para reproduzir o mesmo discurso, o pensamento único dos monopólios privados?"
Emir Sader

A Globo ajudou a vender nosso patrimônio:


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NAS MELHORES LIVRARIAS DA CIDADE


HOJE É DIA DE FESTA...


P A R A B É N S !!!

Para Ana Rosa:

"Não habitou meu ventre, mas mergulhou nas entranhas da minha alma...Não foi plasmada do meu sangue, mas alimenta-se no néctar de meus sonhos...Não é fruto de minha hereditariedade, mas molda-se no valor de meu caráter...Se não nasceu DE mim, certamente nasceu PARA mim...E se mães também são filhas, e se filhos todos são... duplamente abençoada és MINHA FILHA  do coração!!"
 
Seus pais: Rosa Maria e Alceu Cavalcanti.

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NOTA.:

Parabéns para a princesinha dos Cavalcantes...

AS IMAGENS VALEM MAIS QUE UMA PALAVRA...

quinta-feira, janeiro 5

AÍ É QUE A PORCA TORCE O RABO...

...ou melhor, o porco...

...além do coitado do porco ter torcido não só o rabo, um grupo de amigos de Um Reino Não Tão Distante estão torcendo o bigode após um dos membros ter divulgado em rede o vídeo do abate do porco...

...o negócio é o seguinte: está circulando pelo Reino um vídeo onde um grupo de pessoas aparecem matando um porco de forma primitiva, porém, o que agravou a cena, foi o apelido dado ao porco na hora do abate... pois trata-se de uma figura ilustre na blogosfera capelista...

...ao ser molestado por ver o seu nome e apelido associado à cena, o cidadão ofendido tomou as medidas cabíveis junto a justiça...

..."ISSO VAI DAR MUITO PANO PRA MANGA"


quarta-feira, janeiro 4

LIXO

A data é:

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Parte da matéria é do blog Antonina Viva



Clique na imagem para ampliar

Qual a diferença entre aterro sanitário e lixão?

Segundo a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, responsável pelo destino do lixo em Antonina, o aterro sanitário é o processo de disposição final de resíduos sólidos, principalmente do lixo domiciliar, baseado em critérios de engenharia e normas operacionais específicas. Estas normas e critérios permitem a confinação segura do lixo, em termos de controle da poluição ambiental e proteção ao meio ambiente.

Ao contrário do aterro sanitário, os lixões não atendem nenhuma norma de controle. O lixo é disposto de qualquer maneira e sem nenhum tratamento, o que acaba causando inúmeros problemas ambientais. O lixo a céu aberto atrai ratos que têm a sua capacidade reprodutiva aumentada devido a disponibilidade abundante de alimentos. Esses animais são transmissores de inúmeras doenças, tais como raiva, meningite, leptospirose e peste bubônica.

Outro sério problema causado pelos lixões é a contaminação do solo e do lençol freático, caso exista um no local, pela ação do chorume, líquido de cor negra característico de matéria orgânica em decomposição.
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P.S.: Ainda bem que a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente reconhece todas essas porcarias que o lixo ao céu aberto pode trazer a população antoninense... ainda bem!!!

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Hoje, a realidade

Você que mora no centro, no Portinho, na Praia dos Polacos, Jardim Maria Luiza, Matarazzo, Penha, Ponta da Pita, ou... em outros bairros da cidade de Antonina.. não devem estar sabendo da luta dos nossos irmãos da localidade de São João Feliz referente ao novo  lixão "aterro" sanitário  de Antonina...

...quer entender, então clique AQUI, assista ao vídeo da RPC de hoje sobre o lixão de Antonina.
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NOTA.:

Já sobre a MOSACA VAREJEIRA que se proliferou em Antonina...

Hoje encontrada em todo lugar da cidade, as moscas da espécie cochlilomyia hominivorax, mais conhecida como varejeiras, alimentam-se principalmente de frutas e néctar de flores. O que muitos não sabem é que ela também pode ser perigosa para a saúde dos seres humanos. Um estudo que começou a ser desenvolvido por uma equipe da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) constatou que a incidência da miíase, doença provocada pelas larvas dessa mosca, cujos efeitos podem chegar à amputação de membros do corpo. Iniciada quando as varejeiras põem os ovos em ferimentos no corpo das vítimas, a miíase geralmente passa despercebida nos prontuários dos hospitais, onde consta apenas a origem das lesões.

A miíase é provocada porque as larvas da mosca varejeira só se alimentam de tecidos vivos. Por isso, as fêmeas procuram ferimentos ou cavidades do corpo, como olhos e boca, para pôr seus ovos. Quando isso acontece, as larvas passam três ou quatro dias até caírem e passarem a uma nova etapa de seu desenvolvimento. Mas a essa altura as feridas já foram agravadas.



 

terça-feira, janeiro 3

ÓI NÓIS AQUI TRAVEIS...

"Voceis pensam que nóis fumos embora
Nóis enganemos voceis
Fingimos que fumos e vortemos
Ói nóis aqui traveis" -Adoniran Barbosa

Pessoal

Gostaria de deixar registrado aqui a minha preocupação...

Ontem eu estava com um grupo de amigos e parentes próximo ao KM 4 na cidade de Antonina - Paraná - Brasil... mais ou menos por volta das 22:00hs, em uma confraternização...
...quando passou em frente da localidade onde eu estava... várias carretas em alta velocidade e esse fato me chamou muita atenção e me deixou muito preocupado.

Será que se por uma fatalidade, uma criança, ou qualquer cidadão atravessar a
Av. Thiago Peixoto, porque, acredito eu... que, até aquela intermediação seja próxima à avenida propriamente dita..., 

...então, concluindo... será que, se alguém atravessar e no momento estiver passando uma carreta nessa velocidade o motorista irá conseguir parar?

Com certeza não. 

Eu estou realmente muito preocupado com alguns caminhoneiros, que estão dirigindo em perímetro urbano em alta velocidade, e que não têm um pingo de responsabilidade e respeito com nossa cidade e com os seus pedestres.

Não tem nenhuma lógica uma carreta que carrega mais de 20 toneladas, fora o seu peso, andar a mais de 50 km por hora dentro da cidade, e com certeza as carretas que passaram por mim ontem estava a mais de 70 km por hora. Não foi uma só, foram várias carretas em alta velocidade.

Será que as autoridades estão esperando acontecer um grave acidente para tomar alguma atitude?


Então..., gostaria de chamar a atenção das autoridades para este fato, pois existem vários moradores naquela localidade que atravessam  a todo instante  aquela rodovia, e antes de qualquer coisa, que providências sejam tomadas urgentes.

Está registrado aqui a minha preocupação.

Neuton Pires