"As instituições religiosas do Brasil possuem isenção fiscal, ou seja, não pagam imposto de renda e nem IOF em seus investimentos. Esse benefício abre uma brecha para que qualquer pessoa ou empresa deixe de pagar impostos, doando seu dinheiro para uma instituição de fachada. Temos que acabar com a imunidade tributária de instituições religiosas. É injusta e abre possibilidades de fraudes. Se as igrejas pagassem impostos o governo teria mais receita e poderia baixar os impostos das atividades de produção e das pessoas comuns. Assinem o abaixo-assinado e vamos impedir que essa injustiça continue no país".
domingo, outubro 14
EFEITOS DA PREGAÇÃO MIDIÁTICA NOS DIAS DE HOJE...
Assistindo diariamente a este linchamento espetaculoso por parte mídia golpista... o BcF resolve reproduzir matéria do site Carta Capital do dia 04/11-2009...
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A velhacaria parte do anonimato da internet mas não esconde os herdeiros da Casa-Grande. Foto: Yuri Cortez/AFP
No princípio era e é a mídia. A primazia vem de longe, mas se acentua com o efeito combinado de avanço tecnológico e furor reacionário. De início a serviço do poder até confundir-se com o próprio, um poder ainda medieval de muitos pontos de vista, na concepção e nos objetivos.
Ao invocar o golpe de Estado de 1964, os editorialões receitavam o antídoto contra a marcha da subversão, obra de pura fantasia, embora os capitães do mato, perdão, o Exército de ocupação estivesse armado até os dentes. Marcha da subversão nunca houve, sequer chegou a Revolução Francesa. Em compensação tivemos a Marcha da Família, com Deus, pela Liberdade.
Há tempo largo a mídia cuida de excitar os herdeiros da Casa-Grande ao sabor de pavores arcaicos agitados por instrumentos cada vez mais sofisticados, enquanto serve à plateia, senzala inclusive instalada no balcão, a péssima educação do Big Brother e Companhia. Nem todos os herdeiros se reconhecem como tais, amiúde por simples ignorância, todos porém, conscientes e nem tanto, mostram se afoitos, sem a percepção do seu papel, em ocasiões como esta vivida pelo presidente mais popular do Brasil, o ex-metalúrgico Lula doente. E o estímulo parte, transparentemente, das senhas, consignas, clichês veiculados por editorialões, colunonas, artigões, comentariões.
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Celebrada colunista da Folha de S.Paulo escreve que Lula agora parece “pinto no lixo”, cuida de sublinhar que “quimioterapia é dureza” e que vantagens para o enfermo existem, por exemplo, “parar de tomar os seus goles”. Outra colunista do mesmo jornal, dada a cobrir tertúlias variadas dos herdeiros da Casa-Grande, pergunta de sobrolho erguido quem paga o tratamento de Lula. Em conversa na Rádio CBN, mais uma colunista afirma a culpa de Lula, “abuso da fala, tabagismo, alcoolismo”. A cobra do Paraíso Terrestre desceu da árvore do Bem e do Mal e espalhou seu veneno pelos séculos dos séculos.
Às costas destas miúdas aleivosias, todas as tentativas pregressas de denegrir um presidente que se elegeu e reelegeu nos braços do povo identificado como o igual capaz de empenhar-se pela inclusão de camadas crescentes da população na área do consumo e de praticar pela primeira vez na história do País uma política externa independente. Trata-se de fatos conhecidos até pelo mundo mineral e no entanto contestados oito anos a fio pela mídia nativa. E agora assistimos ao destampatório da velhacaria proporcionado pelo anonimato dos navegantes da internet, a repetirem, já no auge do ódio de classe, as tradicionais acusações e insinuações midiáticas.
Há uma conexão evidente entre as malignidades extraordinárias assacadas das moitas da internet e os comportamentos useiros do jornalismo do Brasil, único país apresentado como democrático e civilizado onde, não me canso de repetir, os profissionais chamam o patrão de colega.
Por direito divino, está claro. E neste domínio da covardia e da raiva burguesotas a saraivada de insultos no calão dos botecos do arrabalde mistura-se ao desfraldado regozijo pela doença do grande desafeto. Há mesmo quem candidate Lula às chamas do inferno, em companhia dos inevitáveis Fidel e Chávez, como se estes fossem os amigões que Lula convidaria para uma derradeira aventura.
Os herdeiros da Casa-Grande até mesmo agora se negam a enxergar o ex-presidente como o cidadão e o indivíduo que sempre foi, ou são incapazes de uma análise isenta, sobra, de todo modo, uma personagem inventada, figura talhada para a ficção do absurdo. De certa maneira, a escolha da versão chega a ser mais grave do que a própria, sistemática falta de reconhecimento dos méritos de um presidente da República decisivo como Lula foi. Um divisor de águas, acima até das intenções e dos feitos, pela simples presença, com sua imagem, em toda a complexidade, a representar o Brasil em tão perfeita coincidência.
_____Mino Carta
sexta-feira, outubro 12
BRAÇO FORTE, MÃO AMIGA...
Líder, quem pensa que é, não é.

Por: Zé do Egito
Estava fazendo uma reflexão sobre a postura dos líderes de hoje, ou melhor, dos chefes. Nestes meus trinta e cinco anos de vida profissional, vários tipo de chefes e poucos líderes. São homens que detém somente uma posição hierárquica superior nas organizações privadas ou públicas, com as mais diversas denominações como: Prefeito, Secretário, Presidente, Diretor, Superintendente ou Gerente.
O primeiro é o chefe “CORDA NO PESCOÇO”. Está sempre nervoso e colocando a sua equipe, ou melhor, os subalternos para trabalhar a todo custo e sem reconhecimento. Afinal, este tipo de profissional está só preocupado com ele mesmo e com seu salário no final do mês. Não existe um relacionamento entre este profissional, este chefe, e sua equipe. O diálogo é praticamente inexistente e o que geralmente vemos são expressões como: “se não produzir, já sabe!”, “não me responsabilizo por vocês!”, “estamos numa crise mundial e vocês não estão nem aí!”, etc.
Este chefe “CORDA NO PESCOÇO” está sempre procurando uma pobre alma para pegar como exemplo e mostrar para os demais o que pode acontecer se não trabalhar do jeito que ele quer.
Outro chefe é o “CADEIRA DE BALANÇO”. Seu discurso é sempre o mesmo: “antigamente era muito melhor, hoje tudo está mais difícil”, “antigamente nós tínhamos mais liberdade e autonomia, mas hoje não posso nem comentar, se não sou demitido”. Este chefe não motiva sua equipe e fica o tempo todo comparando o passado. Vivemos num mundo em constantes mudanças e este chefe não faz nada para melhorar e também não deixa ninguém fazer.
Há outro ainda que é o “CADEIRA DE PRAIA”, este gosta mesmo é de uma mordomia. Não quer fazer nada e tudo fica nas costas da sua equipe. Para ele tudo está bem, o negócio é ir “tocando o barco”. Frases do tipo: “mês que vem a gente vê isso...”, ou, “não mexe com isso aí...” são palavras típicas deste chefe. A sua visão é que a vida é para ser aproveitada e se ninguém está vendo é melhor deixar do jeito que está.
O primeiro é o chefe “CORDA NO PESCOÇO”. Está sempre nervoso e colocando a sua equipe, ou melhor, os subalternos para trabalhar a todo custo e sem reconhecimento. Afinal, este tipo de profissional está só preocupado com ele mesmo e com seu salário no final do mês. Não existe um relacionamento entre este profissional, este chefe, e sua equipe. O diálogo é praticamente inexistente e o que geralmente vemos são expressões como: “se não produzir, já sabe!”, “não me responsabilizo por vocês!”, “estamos numa crise mundial e vocês não estão nem aí!”, etc.
Este chefe “CORDA NO PESCOÇO” está sempre procurando uma pobre alma para pegar como exemplo e mostrar para os demais o que pode acontecer se não trabalhar do jeito que ele quer.
Outro chefe é o “CADEIRA DE BALANÇO”. Seu discurso é sempre o mesmo: “antigamente era muito melhor, hoje tudo está mais difícil”, “antigamente nós tínhamos mais liberdade e autonomia, mas hoje não posso nem comentar, se não sou demitido”. Este chefe não motiva sua equipe e fica o tempo todo comparando o passado. Vivemos num mundo em constantes mudanças e este chefe não faz nada para melhorar e também não deixa ninguém fazer.
Há outro ainda que é o “CADEIRA DE PRAIA”, este gosta mesmo é de uma mordomia. Não quer fazer nada e tudo fica nas costas da sua equipe. Para ele tudo está bem, o negócio é ir “tocando o barco”. Frases do tipo: “mês que vem a gente vê isso...”, ou, “não mexe com isso aí...” são palavras típicas deste chefe. A sua visão é que a vida é para ser aproveitada e se ninguém está vendo é melhor deixar do jeito que está.
E, finalmente, encontramos um líder, o “ESCADA”. Normalmente ele começa sua vida profissional em posições mais simples como Office boy e vai subindo degrau por degrau, sempre com muito empenho e com a ajuda de outras pessoas. O problema com este líder é que conforme vai subindo os degraus organizacionais ele vai ficando sozinho e achando que é auto suficiente e quando está no topo da escada não tem ninguém para se apoiar e cai.
O verdadeiro LÍDER é o “MAESTRO”, que tem uma equipe unida o tempo todo. Ele sabe exatamente a função de cada um e o resultado que vai atingir ao liderar esta equipe. Quando um colaborador não está fazendo bem a sua função ele procura ajudá-lo e orientá-lo, sempre como objetivo principal à equipe. Notadamente este líder é reconhecido por sua equipe como uma pessoa justa, equilibrada e dedicada.
Aquele que comanda ou orienta, chefia ou conduz, é um líder?
O verdadeiro LÍDER é o “MAESTRO”, que tem uma equipe unida o tempo todo. Ele sabe exatamente a função de cada um e o resultado que vai atingir ao liderar esta equipe. Quando um colaborador não está fazendo bem a sua função ele procura ajudá-lo e orientá-lo, sempre como objetivo principal à equipe. Notadamente este líder é reconhecido por sua equipe como uma pessoa justa, equilibrada e dedicada.
Aquele que comanda ou orienta, chefia ou conduz, é um líder?
No mundo, a falta de líderes – de verdade, não de ocasião – é uma constante.
E essa falta de líderes deixa todos os “pseudo liderados” sem norte, totalmente desarticulados.
O exercício da liderança, com absoluta certeza, comandando, capitaneando com desprendimento e eficiência, conduz uma equipe de assessores e colaboradores ao desiderato incomum, às vezes surpreendente e inesperado.
Talvez, seja esse o maior mérito de uma administração. Contudo, deve ser entendido de forma exponencial que os liderados não podem se sentir isolados, esquecidos, abandonados, e é isso que tem sido notado, não de agora, quando estamos praticamente na reta final dos mandatos eletivos, mas de algum tempo.
Muitos eram os que 'mandavam' (na ausência sentida e gritante dos mandatários), e, bem por isso, em Antonina, sem exceção, os desmandos se registraram.
Munícipes percebendo esse estado de coisas, no afã de resolver problemas pessoais, pediam a um, a outro ou a um terceiro a solução pendente e acabavam por ser atendidos, não se sabe por quem. E, pior de tudo, todos os benfeitores, ao ver a solução encontrada, afirmavam serem eles os “pais da questão”. O beneficiário passava simplesmente a dever obrigações a mais de um da equipe sem liderança, um time desarticulado.
Alguns pedidos, anotem bem, eram daqueles de arrepiar, porque pela ordem inversa das soluções procuradas, não podiam ser feitos de forma administrativamente correta. Sabe-se, em Antonina, que problemas relacionados a obras na costeira, ferindo a legislação vigente, são freqüentes. A liberalidade permissiva levou a prática de muitos abusos a se tornar uma constante, privilegiando os parceiros do governo, em detrimento dos demais, causando prejuízos irreparáveis.
A regra, contudo, é matemática: enquanto agrada-se alguns, desagrada-se à vizinhança e às vezes todo um bairro.
Governos municipais não podem afrouxar as rédeas, podem e devem ter parceiros, mas não podem e não devem, em contrapartida, ser permissivos, simplesmente porque uma liderança eficiente é a que comanda, fazendo-o com retidão, ditando normas a serem seguidas, com respeito e transparência.
A mão forte de um líder é sentida pelo liderado, e, por conseqüência, este terá, igualmente, mão forte para auxiliar na explanação do comando exercido pelo chefe do executivo e na exigência de que as ordens serão cumpridas.
Quem comanda, com ação e exemplos, transmite aos liderados a forma de ser e agir e esse reflexo será assimilado por todos os munícipes. Cada um deles será um elo e os elos unidos farão a corrente, a coesão, a pujança do município.
Líderes, prefeitos eleitos, saibam comandar, porque o povo está sentindo a falta de autênticos líderes para articular o desenvolvimento de Antonina. A voz do comando está faltando e os ouvidos estarão atentos às ordens e forma de agir de cada um dos senhores.
A sociedade reclama, e com razão. Faltam líderes e essa falta precisa ser suprida.
Muitos pensam serem líderes e não o são. Esses atrapalham toda e qualquer gestão, porque os liderados ficam à deriva, sem a voz de comando, coerente e responsável. O prefeito Canduca que está de saída e o João D'omero que está entrando, atentem muito bem para esse ditado popular: "CACHORRO QUE TEM DOIS DONOS MORRE DE FOME."(http://polemikos.com/? p=9)
Por: Antonio Bento
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NOTA.:
Achei prudente este texto do Antonio Bento, pois quando fui gestor de negócio usava da minha liderança que.., além de comandar, usa desta para auxiliar, ajudar e ensinar..., vários profissionais que passaram pela minha convivência profissional sabem muito bem do que estou falando, na maioria das vezes eu era muito mais pelo profissional do que pela própria empresa.., paguei pelo preço do capitalismo selvagem, porém não me arrependo de nada...
Aqui finalizo a última matéria sobre política antoninense, desejo de coração que o João D'Omero seja um exemplo de gestor público e que recoloque Antonina no rol das cidades produtivas... e que na próxima eleição não precise nem de campanha para a sua reeleição pelos feitos relevantes a nossa querida cidade...
Fui oposição a todos gestores públicos antoninense que caminharam por caminhos tortuosos (porque quiseram), e que nem se quer procuraram o norteamento desta caminhada (não foi por falta de aviso)..., O que ganhei com isso? Inimizades, processos, afastamento familiar e sem nenhum reconhecimento, ou seja, "36" reconhecimentos que me depositaram nas urnas nesta eleição..., esses votos de confiança são de muita valia diante dos quase 800 acessos diários que este blog vem recebendo durante este tempo no ar... chego ao MEIO MILHÃO DE ACESSOS com a sensação de não ter influenciado em nada na forma de legislar para o povo, pois os mesmos macacos estão de volta aos seus galhos, uma pena, uma pena...
Chega!!! Espero que aquela parcela bem pequena que não se deixou ludibriar pelos patifes compradores de votos, e que votaram com consciência, honrando o seu voto em candidato bom.., votaram pensando na coletividade, votaram pensando em uma Antonina Melhor, não votaram por que fulano ajudou a levar no médico, porque ciclano deu uma cesta básica, pagou uma conta de luz, água, gás, porque pagou um churrasquinho regado a uma boa cerveja..., espero que estes cobrem, mas cobrem mesmo, porque somente vocês terão o direito de cobrar e lutar..., já a maioria esmagadora do eleitorado terão que se recolher em suas insignificâncias e aguardar mais quatro anos pelo "Candidato Voluntário" vir matar a sua fome... e sem direito de dar um pio, pois a sua própria consciência lhe condena... e você é o único culpado em deixar Antonina na situação que se encontra, porque você é egoísta e só pensa em você...
Lembre-se que os seus filhos e netos estarão herdando esta Antonina em frangalhos caso não se mude o pensamento de votar. Lembre-se que o seu voto trás consequências, seja ela positiva ou negativa!!! Pense nisso da próxima vez!!!
Lembre-se que os seus filhos e netos estarão herdando esta Antonina em frangalhos caso não se mude o pensamento de votar. Lembre-se que o seu voto trás consequências, seja ela positiva ou negativa!!! Pense nisso da próxima vez!!!
Aos amigos, desculpa o desabafo, mas era o que continha... acabou!!!
Neuton Pires
ELITE BRASILEIRA MOSTRA SUA CARA...
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terça-feira, outubro 9
LEGISLATIVO DE CURITIBA...
Urnas mudam composição de forças na Câmara
PSC conquistou seis cadeiras e será a maior bancada na Casa. PSDB encolheu de 13 vereadores para quatro em 2013
08/10/2012 | 00:20 | CHICO MARÉS- Fale conosco
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Candidatura
Irmã de Derosso não consegue ser eleita
Impedido de tentar a reeleição por não ter se afiliado a um novo partido em tempo hábil, o vereador João Cláudio Derosso apostou as fichas na candidatura de sua irmã, Mary Derosso. Filiada ao antigo partido de João Cláudio, o PSDB, a mais nova candidata da família Derosso não teve o mesmo sucesso em sua primeira eleição. Mary tem 51 anos e é funcionária da Câmara Municipal. A candidatura dela foi a tentativa derradeira para manter a família no Legislativo, quase seis décadas depois da eleição do pai, João Derosso.
Com apenas 2.532 votos, Mary foi a 93ª vereadora mais votada e não conseguiu ser eleita. “Foi uma surpresa, eu esperava mais”, declarou o irmão João Claudio Derosso, mas concordou que o porcentual de renovação da Câmara — aproximadamente 48% — está dentro do previsto.
Apuração
Confira a votação completa dos candidatos a vereador
Além do PSC, outros partidos melhoraram sua situação na Câmara. PSB, PV, PPS e PDT ganharam mais uma cadeira cada. Sem representação atualmente na Casa, PTB e PSDC fizeram dois vereadores cada um. Outro novato na Câmara, o PMN elegeu um vereador. No grupo dos que encolheram na Câmara, além do PSDB, estão o PSD, o DEM, o PMDB e o PRP.
Na avaliação do cientista político Luiz Domingos Costa, do grupo Uninter, a ascenção do PSC e a queda do PSDB são resultado de um mesmo fenômeno. De acordo com ele, a presença do candidato de um determinado partido serve como um “atalho cognitivo” na escolha do vereador. Se o eleitor opta por votar no prefeito de um partido, a tendência é que ele escolha um vereador da mesma legenda. O sucesso de Ratinho Jr. (PSC) na eleição e a ausência de uma candidatura majoritária do PSDB influenciaram num resultado nas urnas favorável para o PSC e ruim para os tucanos.
Base em minoria
Apesar da derrota de Luciano Ducci (PSB), os partidos que apoiaram a candidatura à reeleição do prefeito conseguiram a maioria das cadeiras da Casa. Ao todo, as legendas da coligação pró-Ducci ficaram com 23 vagas – seis a menos que na composição atual. Os partidos que apoiaram o candidato Gustavo Fruet (PDT) conquistaram oito lugares – dois a mais do que possui atualmente. Da coligação de Ratinho Jr. (PSC), apenas o PSC elegeu vereadores. Com esse quadro, tanto Ratinho Jr. quanto Fruet terão de construir alianças para ter maioria na Casa. O que deve ocorrer já durante a campanha para o segundo turno, quando começarão a ser costurados os apoios.
Um aspecto que se destaca da eleição deste ano é a fragmentação da Câmara: ao todo, 16 partidos estarão representados na Casa, a maioria deles com duas cadeiras ou menos. Hoje, são 14 partidos com representação. Para Costa, isso será uma vantagem para o prefeito eleito, uma vez que o “custo” da atração de bancadas menores acaba sendo menor do que a cooptação de grupos maiores. “Um partido com apenas um vereador não tem condições de exigir uma secretaria, por exemplo”, diz Costa.
Velhos perfis
Apesar da mudança na formatação das bancadas na Câmara, a taxa de renovação foi a mesma da eleição de 2008: de 38 cadeiras, 18 serão ocupadas por novatos. Mas a mudança de quase 50% da composição da Câmara não significa uma alteração no perfil dos vereadores de Curitiba.
Para Costa, as relações dos integrantes do Legislativo curitibano com a comunidade continuará basicamente a mesma. Um exemplo é a saída de Julião Sobota (PSC) e a entrada de Paulo Rink (PPS) – ambos ligados ao clube Atlético Paranaense. Outro exemplo é a derrota de Roberto Hinça (PSD) e a vitória de Edmar Colpani (PSB) – ambos radialistas.
segunda-feira, outubro 8
ESSA É A CURITIBA QUE EU CONHEÇO...
Ruas do Centro amanhecem pichadas em protesto; veja fotos
A Rua José Loureiro e a Alameda Doutor Murici amanheceram pichadas em protesto no Centro deCuritiba nesta segunda-feira (8). Avisos pintados no asfalto pedem a atenção para buracos e defeitos nas pistas. Bueiros entupidos e galerias de água também foram alvo da ação dos manifestantes.
Esquina entre a Rua José Loureiro e a Alameda Doutor Murici foram alvo de protesto que pintou mensagens reclamando da infraestrutura
08/10/2012 | 09:45 | ANTONIO SENKOVSKIatualizado em 08/10/2012 às 10:29
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“Olhe”, diz uma das faixas nas quais um acesso para cadeirante não tem sinalização. A palavra defeito aparece em desníveis entre o asfalto e o meio-fio da calçada. Uma poça de água em um dos cantos da esquina entre as duas ruas tem o aviso “dengue água parada” grafado no asfalto.
Não há informações sobre quem seriam os responsáveis pela pintura reclamando da infraestrutura da via. Há manchas de tinta por todo o asfalto, o que indica que carros e pessoas transitaram pelo local enquanto a pintura ainda estava fresca.
A prefeitura, por meio da assessoria de imprensa, disse que vai apagar as pichações ainda na manhã desta segunda-feira (8) para evitar que haja problemas no trânsito. Agentes da Secretaria de Trânsito farão a intervenção, mas o órgão municipal ainda não soube informar como vai fazer para deixar o local sem as inscrições.
Sobre os desníveis e problemas na estrutura da rua, a prefeitura disse que envolve outras secretarias e empresas públicas responsáveis pela conservação dos locais apontados. Ainda não há previsão para intervenções na esquina alvo de protestos.
A prefeitura informou ainda que não cabe à administração municipal trabalhar para identificar os autores do protesto. A responsabilidade da investigação, conforme o órgão, é da Polícia.
Fonte: Gazeta do Povo
“Curitiba cansou da briga entre PT e PSDB”, afirma Ratinho Junior
Felipe Ribeiro e Antônio Nascimento
Publicado em: 08/10/2012 - 15:30 | Atualizado em: 08/10/2012 - 15:47
O candidato Ratinho Junior (PSC), que confirmou sua ida ao segundo turno das eleições municipais ao receber 34% dos votos em Curitiba, afirmou, em entrevista coletiva realizada na tarde desta segunda-feira (8), que o povo da capital “cansou da briga entre PT e PSDB” e isso foi demonstrado na sua votação. “Nossa campanha não é de oposição ou de situação, nossa campanha é de inclusão, é uma campanha que oferece segurança à cidade e não serve de trampolim para 2014 e Curitiba mostrou que não quer escolher o novo prefeito baseado em ataques pessoais”, afirmou.
Segundo Ratinho, ele está aberto a qualquer tipo de apoio, mas não negociará cargos para tê-los. “Nossa campanha não irá mudar agora, manteremos nossa independência. Vamos esperar abaixar a poeira hoje e amanhã iremos atrás de novos apoios, como de todos os candidatos a prefeito que não foram ao segundo turno”, comentou.
Para concluir, o pscista falou de seu projeto. Segundo ele, a chapa conseguiu colocar as propostas e os curitibanos que dão segurança a cidade. “Trouxemos uma maneira nova maneira de fazer política, sem apadrinhamento e que mostrou que a população de Curitiba quer ser inclusa na política”, concluiu.
Fonte: Band B
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