terça-feira, setembro 21

O CASO PAULO PRETO E A CAMPANHA DE SERRA...

Por Nilva de Souza

E eu acredito em duendes...

Da IstoÉ

Um tucano bom de bico

Quem é e como agia o engenheiro Paulo Vieira de Souza, acusado por líderes do PSDB de ter arrecadado dinheiro de empresários em nome do partido e não entregá-lo para o caixa da campanha
Sérgio Pardellas e Claudio Dantas Sequeira

POSIÇÃO ESTRATÉGICA Paulo Vieira de Souza na obra do Rodoanel, que custou R$ 5 bilhões

Nas últimas semanas, o engenheiro Paulo Vieira de Souza tem sido a principal dor de cabeça da cúpula tucana.

Segundo oito dos principais líderes e parlamentares do PSDB ouvidos por ISTOÉ, Souza, também conhecido como Paulo Preto ou Negão, teria arrecadado pelo menos R$ 4 milhões para as campanhas eleitorais de 2010, mas os recursos não chegaram ao caixa do comitê do presidenciável José Serra.

O se trata de dinheiro sem origem declarada, o partido não tem sequer como mover um processo judicial. “Ele arrecadou por conta própria, sem autorização do partido.

Não autorizamos ninguém a receber dinheiro de caixa 2. As únicas pessoas autorizadas a atuar em nome do partido na arrecadação são o José Gregori e o Sérgio Freitas”, afirma o ex-ministro Eduardo Jorge, vice-presidente nacional do PSDB. “Não podemos calcular exatamente quanto o Paulo Preto conseguiu arrecadar. Sabemos que foi no mínimo R$ 4 milhões, obtidos principalmente com grandes empreiteiras, e que esse dinheiro está fazendo falta nas campanhas regionais”, confirma um ex-secretário do governo paulista que ocupa lugar estratégico na campanha de José Serra à Presidência.



Segundo dois dirigentes do primeiro escalão do partido, o engenheiro arrecadou “antes e depois de definidos os candidatos tucanos às sucessões nacional e estadual”. Os R$ 4 milhões seriam referentes apenas ao valor arrecadado antes do lançamento oficial das candidaturas, o que impede que a dinheirama seja declarada, tanto pelo partido como pelos doadores. “Essa arrecadação foi puramente pessoal. Mas só faz isso quem tem poder de interferir em alguma coisa. Poder, infelizmente, ele tinha. Às vezes, os governantes delegam poder para as pessoas erradas”, afirmou à ISTOÉ Evandro Losacco, membro da Executiva do PSDB e tesoureiro-adjunto do partido, na quarta-feira 11.

O suposto desvio de recursos que o engenheiro teria promovido nos cofres da campanha tucana foi descoberto na segunda-feira 2. Os responsáveis pelo comitê financeiro da campanha de Serra à Presidência reuniram-se em São Paulo a fim de fechar a primeira parcial de arrecadação, que seria declarada no dia seguinte à Justiça Eleitoral. Levaram um susto quando notaram que a planilha de doações informava um montante muito aquém das expectativas do PSDB e do esforço empenhado pelos tucanos junto aos doadores: apenas R$ 3,6 milhões, o equivalente a um terço do montante arrecadado pela candidata do PT, Dilma Rousseff. Ciosos de seu bom trânsito com o empresariado, expoentes do PSDB não imaginavam ter recolhido tão pouco.
Sinal de alerta aceso, deflagrou-se, então, um processo de consulta informal às empresas que já haviam se comprometido a contribuir. O trabalho de checagem contou com a participação do tesoureiro José Gregori e até do candidato José Serra e logo veio a conclusão: Paulo Preto teria coletado mais de R$ 4 milhões, mas nenhum centavo foi destinado aos cofres do partido, oficialmente ou não.
Iniciava ali o enredo de uma história nebulosa com potencial para atingir o seio do PSDB às vésperas das eleições presidenciais. “Além de representar uma quantia maior do que a arrecadada oficialmente até agora, o desfalque poderá atrapalhar ainda mais o fluxo de caixa da campanha”, explica um tucano de alta plumagem, que já disputou quatro eleições pelo partido. Segundo ele, muitas vezes as grandes empreiteiras não têm como negar contribuições financeiras, mas, nesse caso, ganharam um forte argumento: basta dizer que já contribuíram através do engenheiro, ainda que não o tenham feito.

Até abril, Paulo Preto ocupou posição estratégica na administração tucana do Estado de São Paulo. Ele atuou como diretor de engenharia da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), estatal paulista responsável por algumas das principais obras viárias do País, entre elas o Rodoanel, empreendimento de mais de R$ 5 bilhões, e a ampliação da marginal Tietê, orçada em R$ 1,5 bilhão – ambas verdadeiros cartões-postais das campanhas do partido. No caso do Rodoanel, segundo um dirigente do PSDB de São Paulo, cabia a Paulo Preto fazer o pagamento às empreiteiras, bem como coordenar as medições das obras, o que, por força de contrato, determina quanto a ser pago às construtoras e quando. No Diretório Estadual do partido, nove entre dez tucanos apontam a construção do eixo sul do Rodoanel como a principal fonte de receita de Paulo Preto. Outro político ligado ao Diretório Nacional do PSDB explica que a função do engenheiro na Dersa aproximou Paulo Preto de empreiteiras como Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, OAS, Mendes Júnior, Carioca e Engevix.

Aloysio Nunes Ferreira é amigo de Paulo há mais de 20 anos e seu contato com o PSDB

Losacco, um dos coordenadores das campanhas de Serra e de Geraldo Alckmin em 2006, afirma que o elo principal de Paulo Preto com o PSDB é Aloysio Nunes Ferreira, ex-secretário da Casa Civil de Serra e atual candidato do partido ao Senado por São Paulo.

O próprio engenheiro confirma uma amizade de mais de 20 anos com Aloysio (leia entrevista abaixo). De acordo com um importante quadro do PSDB paulista, desde 2008 Paulo Preto estava “passando o chapéu” visando ao financiamento da pré-candidatura de Aloysio ao governo do Estado.

“Não fizemos nenhuma doação irregular, mas o engenheiro Paulo foi apresentado como o ‘interlocutor’ do Aloysio junto aos empresários”, disse à ISTOÉ o diretor de uma das empreiteiras responsáveis por obras de remoção de terras no eixo sul do Rodoanel.

Geraldo Alckmin acabou se impondo e obtendo a legenda para disputar o governo estadual, mas até a convenção do partido, em junho, a candidatura de Aloysio era considerada uma forte alternativa tucana, pois contava com o apoio do então governador José Serra e da maioria dos secretários.

O engenheiro, segundo um membro da Executiva Nacional do partido, agia às claras junto a empresários e a prefeitos do interior de São Paulo. Falastrão, contava vantagens aos companheiros e nos corredores do Palácio dos Bandeirantes. Prometia mundos e fundos num futuro governo Aloysio. E quando Aloysio deixou a Casa Civil de Serra, muitos passaram a torcer por sua exoneração, o que aconteceu sob a batuta do governador Alberto Goldman.

CÚPULA TUCANA

Baixa arrecadação despertou suspeita de desvio de dinheiro na campanha

Losacco, que foi secretário-geral do PSDB paulista até 2007, afirma que desde 2008 alertava a cúpula do partido sobre os movimentos de Paulo Vieira na Dersa. “Esse tipo de pessoa existe na administração pública. Tem a facilidade de achacar e não tem o menor controle. Todo mundo já sabia há muito tempo disso”, conta o dirigente tucano.

Diante desses alarmes, a cúpula do partido chegou a cogitar a saída dele da estatal rodoviária há mais de um ano. Mas recuou. “O motivo (do recuo) eu não sei. Deve ter um motivo. Mas no governo às vezes você não consegue fazer tudo o que você quer. Você tem contingências que o obrigam a engolir sapo. E eu acho que esse deve ter sido o caso.

Agora, de alguma maneira essa coisa toda vai ter que ser apurada. Sabemos da seriedade que o governo tem, mas infelizmente fica sujeito a esse tipo de gente”, acrescentou Losacco. Segundo o tesoureiro-adjunto do PSDB, o empresário acaba cedendo, pois “entende que o cara tem a caneta e que pode atrapalhar os negócios”.

Os motivos que teriam levado Paulo Preto a dar o calote no PSDB ainda estão envoltos em mistério. Mas, entre os tucanos, circula a versão de que o partido teria uma dívida com o engenheiro contraída em eleições passadas. Na entrevista concedida à ISTOÉ, Paulo Preto nega que tenha feito qualquer tipo de arrecadação e desafia os caciques tucanos a provar essas denúncias.

“Acho muito pouco provável que isso tenha acontecido sem que eu soubesse”, disse Aloysio à ISTOÉ. “Não posso falar sobre uma coisa que não existiu, que é uma infâmia”, completou.

No PSDB, porém, todos pelo menos já ouviram comentários sobre o suposto desvio praticado por Paulo Preto nos cofres tucanos. “Fiquei sabendo da história desse cara ontem”, disse o deputado José Aníbal (SP), ex-líder do partido na Câmara, na terça-feira 10. “Parece mesmo que ele sumiu. Desapareceu. Me falaram que ele foi para a Europa. Vi esse cara na inauguração do Rodoanel.” De fato, depois de deixar a Dersa, o engenheiro esteve na Espanha e só voltou ao Brasil há poucos dias. Na cúpula do PSDB, porém, até a semana passada poucos sabiam que Paulo Preto havia retornado e o tratavam como “desaparecido”.

As relações de Aloysio e Paulo Preto são antigas e extrapolam a questão política. Em 2007, familiares do engenheiro fizeram um empréstimo de R$ 300 mil para Aloysio. No final do ano passado, o ex-chefe da Casa Civil afirmou que usou o dinheiro para pagar parte do apartamento adquirido no bairro de Higienópolis e que tudo já foi quitado. Apontado como um profissional competente e principal responsável pela antecipação da inauguração do rodoanel, Paulo Vieira de Souza chegou a ser premiado pelo Instituto de Engenharia de São Paulo em dezembro de 2009.

O engenheiro não é filiado ao PSDB, mas tem uma história profissional ligada ao setor público e há 11 anos ocupa cargos de confiança nos governos tucanos. No segundo mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso, foi assessor especial da Presidência e trabalhou quatro anos no Palácio do Planalto, como coordenador do Programa Brasil Empreendedor. Em São Paulo, também atuou na linha 4 do Metrô e na avenida Jacu Pêssego, ambas obras de grande porte e também cartões-postais das campanhas tucanas, a exemplo do rodoanel e da marginal Tietê.



CARTÕES-POSTAISGrandes obras como o Rodoanel, a Marginal e a Jacu Pêssego são vitrines da campanha tucana Paulo Preto foi exonerado da Dersa oito dias depois de participar da festa de inauguração do Rodoanel, ao lado dos principais líderes do partido.
A portaria, publicada no “Diário Oficial” em 21 de abril, não explica os motivos da demissão do engenheiro, mas deputados tucanos ouvidos por ISTOÉ asseguram que foi uma medida preventiva.
O nome do engenheiro está registrado em uma série de documentos apreendidos pela Polícia Federal durante a chamada Operação Castelo de Areia, que investigou a construtora Camargo Corrêa entre 2008 e 2009. No inquérito estão planilhas que listam valores que teriam sido pagos pela construtora ao engenheiro. Seriam pelo menos quatro pagamentos de R$ 416,5 mil entre dezembro de 2007 e março do ano seguinte.
Apesar de o relatório de inteligência da PF citar o nome do engenheiro inúmeras vezes, Paulo Preto não foi indiciado e, em janeiro, o inquérito da Operação Castelo de Areia foi suspenso por causa de uma liminar concedida pelo Superior Tribunal de Justiça. O temor dos tucanos é que durante a campanha eleitoral a liminar seja suspensa e a Operação Castelo de Areia volte ao noticiário.

Outro episódio envolvendo o ex-diretor da Dersa foi sua prisão em flagrante, em junho deste ano, na loja de artigos de luxo Gucci do Shopping Iguatemi, em São Paulo. Solto um dia depois, ele passou a responder em liberdade à acusação de receptar um bracelete de brilhantes avaliado em R$ 20 mil. Paulo Preto e o joalheiro Musab Fatayer foram à loja para avaliar o bracelete, que pretendiam negociar.
Desconfiado da origem da joia, o gerente da loja, Igor Augusto Pereira, pediu para que o engenheiro e Fatayer aguardassem. Ao cruzar informações sobre o bracelete negociado, o gerente da Gucci descobriu que aquela joia havia sido furtada da loja em 7 de maio. Em seu depoimento, o gerente da Gucci disse para a polícia que foi Paulo Preto quem entregou o bracelete para que ele o avaliasse. O ex-diretor da Dersa alegou ter recebido a joia de Fatayer e que estava disposto a pagar R$ 20 mil por ela.

O eventual prejuízo provocado por Paulo Preto pode não se resumir ao caixa da campanha. Um dos desafios imediatos da cúpula tucana é evitar que haja também uma debandada de aliados políticos, que pressionam o comando da campanha em busca de recursos para candidaturas regionais e proporcionais. Além disso, é preciso reconquistar a confiança de eventuais doadores, que se tornarão mais reticentes diante dos arrecadadores do partido.

“Gente como eu tem prazo de validade” Por Delmo Moreira

Aos 62 anos, Paulo Vieira de Souza está em plena forma. Ele é triatleta, já disputou 40 maratonas, nove ironman (modalidade que junta ciclismo, natação e corrida), 35 meia-ironman e duas ultramaratonas (prova com percurso superior a 42 quilômetros).
Desde que foi exonerado da Dersa, em abril, acelerou seus treinos físicos para disputar, em Florianópolis, as provas seletivas para o Ironman mundial, que será realizado no Havaí. “Só fora do governo para fazer um treinamento desses”, diz ele. Mas está confiante: “Pela minha personalidade, não tenho medo de dizer: vou ganhar essa porra.” Este estilo direto de falar, segundo Souza, é responsável pelos problemas que vem colecionando: “Pareço arrogante e por isso incomodo muita gente.”
Souza é suspeito de levar propina de empreiteiras, foi envolvido no estranho caso da compra de uma joia possivelmente roubada e acabou acusado de desviar recursos da campanha tucana à Presidência da República. Ele refutou todas essas acusações numa conversa de quase uma hora com ISTOÉ. A seguir, os principais trechos da entrevista:

ISTOÉ – O sr. é apontado como responsável pelo desvio de recursos arrecadados para a campanha do PSDB. O que o sr. tem a dizer sobre isto?
Paulo Vieira de Souza – Tem gente dizendo que sou responsável, mas desafio qualquer um a mostrar que tive qualquer atitude, em qualquer campanha em andamento, que coloquei o pé em alguma empresa, que pedi a alguém alguma coisa. Eles estão em campanha. Querem me eleger como bode expiatório porque estou fora. Mas eu não serei. Nunca trabalhei para a campanha deles.
ISTOÉ – Por que seu nome aparece no caso, então?
Souza – Empresário só ajuda quem ele quer. Acho que tem alguém querendo R$ 4 milhões de ajuda e não está conseguindo. Acho que alguém não foi atendido. Isto é uma briga interna do partido. Nunca fiz parte do PSDB e nunca farei.
ISTOÉ – O sr. nunca foi arrecadador do partido?
Souza – Nunca arrecadei. Não sei nem onde fica o comitê de campanha. Querem dizer que sou maluco? Que apareçam para dizer.
ISTOÉ – Mas o sr. já participou de campanhas políticas do PSDB.
Souza – Da campanha do Aloysio (Aloysio Nunes Ferreira Filho) eu participei. Mas não na gestão. Eu participava da logística, da compra de material, de impressos, da distribuição de material. Eu sempre fiz parte da logística das campanhas dele.
ISTOÉ – Qual é o seu relacionamento com Aloysio?
Souza – Sou amigo pessoal do Aloysio há 21 anos. Amigo de família mesmo. Ele conhece minhas filhas desde pequenas. E eu sempre ajudei como podia o Aloysio nas campanhas.
ISTOÉ – O sr. ainda é amigo do Aloysio?
Souza – Sempre.
ISTOÉ – Vocês ainda se falam?
Souza – Sempre.
ISTOÉ – Qual foi a última vez que o sr. o encontrou?
Souza – Foi hoje (quarta-feira 11) pela manhã. Ele ia fazer a gravação do programa dele à tarde ou à noite. Meu relacionamento no governo do Estado sempre foi com o Aloysio e com o Luna, o secretário do Planejamento, que era o coordenador dos convênios entre Estado e prefeitura. Sou amigo pessoal do Aloysio e isso não vou negar nunca. Não sei o que ele vai falar. Mas sou amigo pessoal dele. Só não estou na campanha agora porque pedi para não participar. Não queria dar nenhum problema, em função daquele caso recente que aconteceu comigo.
ISTOÉ – O sr. está sendo processado como receptador de joias roubadas?
Souza – Jamais eu compraria alguma coisa roubada. Só ainda não dei a minha versão porque não tranquei o processo, que está entrando agora em juízo, com minha defesa. Depois vou falar. A tese é de receptação, mas eu não comprei. Por isso é que fui na Gucci. Alguém que quer vender joia roubada vai lá? Eu levei uma joia para verificar a autenticidade e o valor. Agora, você vai comprar um carro, o carro tem problema e você acaba preso? É uma aberração. Eu não fui preso no Iguatemi. O “Estadão” também diz que eu estava vendendo a joia. É mentira.
ISTOÉ – O seu nome também aparece na investigação da operação Castelo de Areia, da PF, sob acusação de receber propina da construtora Camargo Corrêa. Foi outro engano? Não é muito azar?
Souza – Eu não sei como colocaram meu nome lá, com que propósito ou baseado em quê. Vi que tem uma lista de ajuda política, para deputado estadual, federal. Tem até o Carvalho Pinto! Vi que colocaram meu nome na lista: Paulo de Souza, coordenador do Rodoanel. Acho que adotaram um critério dentro da Camargo Corrêa de colocar o nome dos coordenadores relacionados a cada obra.
ISTOÉ – Ao lado de seu nome aparecem valores: quatro parcelas de R$ 416 ,5 mil em quatro datas seguidas. O que são esses valores?
Souza – Não sei. A mim nunca ninguém entregou absolutamente nada. O lote da Camargo Corrêa na obra era de R$ 700 milhões e a obra foi entregue no prazo, só com 6,52% de acréscimo. É o menor aditivo que já houve em obra pública no Brasil. Se isso desagradou a alguém, não sei.
ISTOÉ – Por que o sr. saiu da Dersa?
Souza – Eu fui exonerado pelo atual governador no dia 9 de abril. Até hoje não me informaram o motivo. Minha exoneração foi uma decisão de governo. Eu não pedi as contas.
ISTOÉ – O sr. nem imagina as razões de sua exoneração?
Souza – Acho que tem a ver com a forma como sempre agi nesses cinco anos em que trabalhei no governo. Tem a ver com meu estilo. Sou de tomar atitudes, de decisão, de falar o que penso. Fui premiado por meu trabalho como gestor público. Eu criei muito ciúme no governo.
ISTOÉ – Quem tinha ciúme do sr.?
Souza – Acho que pessoas como eu têm prazo de validade. O Rodoanel foi a primeira obra pública que tinha dia e hora para terminar. É meu estilo de gestão e nem todo governante gosta desta forma de agir. Na engenharia da Dersa quem mandou fui eu. Não sou mais uma jovem promessa. Sou uma ameaça para os incompetentes.
NOTA.:
Quem achar uma mala com 4 milhões em doações de campanha não declaradas ao TSE.
Se encontrar, por favor, entregue aos Tucanos. Ajudem a salvar o Tucano Serra...

OBS.: Depenaram o Tucano...

AJUDEM A SALVAR... rss

TÁ CERTO!!!

Dando uma olhadela nos blogs dos amigos... um deles diz o seguinte:

No Sul Dilma caiu de 44% para 42% ...

... enquanto Serra, do PSDB, se manteve estável em 35%....

______
NOTA.:

O Bacucu com Farinha tem uma analise diferente...

No Sul, 60% é Serra... o resto é planície!

E AGORA JOSÉ II - você VEJA!!!

Ministério Público aponta graves irregularidades no contrato da revista Nova Escola com o governo de São Paulo.

O Ministério Público de São Paulo propôs ação civil de responsabilidade por ato de improbidade administrativa contra o Presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação, a Diretora e o Supervisor de Projetos Especiais, ambos da FDE, bem como contra a Fundação Vitor Civita.
A denúncia foi feita pelo mandato do deputado Ivan Valente, em conjunto com nossos deputados estaduais Carlos Giannazi e Raul Marcelo, em março deste ano (leia aqui a representação).

Além do cancelamento imediato do contrato, o MP pede que, caso as irregularidades sejam comprovadas e os atos praticados pelos agentes públicos julgados como improbidade administrativa, os réus da ação sejam condenados ao ressarcimento integral dos danos causados aos cofres públicos em função do contrato irregular; à perda da função pública; suspensão dos direitos políticos, de três a cinco anos; pagamento de multa e proibição de contratar com o poder público, por cinco anos.

Leia abaixo, matéria do Observatório da Educação sobre o assunto.
MP entra com ação civil contra FDE por caso Nova Escola

O Ministério Público de São Paulo propôs, em 26 de maio, ação civil de responsabilidade por ato de improbidade administrativa contra o Presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação, a Diretora e o Supervisor de Projetos Especiais, ambos da FDE, bem como contra a Fundação Vitor Civita. A Ação, que tem como fundamento possíveis irregularidades no contrato firmado sem licitação entre a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) e a Fundação Victor Civita, requer a responsabilização dos agentes públicos por condutas que podem ser caracterizadas como improbidade administrativa. Trata-se do desdobramento do Inquérito Civil Nº. 249/2009, que apura possíveis irregularidades na aquisição de 220 mil assinaturas da revista Nova Escola pela Secretaria de Estado da Educação de São Paulo. Em 1/10/2008, a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) do governo estadual firmou contrato com a Editora Abril no valor de R$ 3,74 milhões, para a compra. Não houve licitação.

A inexigibilidade da licitação foi justificada por “inviabilidade de competição”. Alega-se que o material adquirido possui especificidades e, por isso, não seria possível realizar a concorrência. Pela existência de outras publicações na área, e pela SEE não ter feito consulta ao professorado da rede, os deputados federal Ivan Valente (PSOL) e estaduais Carlos Giannazi (PSOL) e Raul Marcelo (PSOL) entraram com Representação no MPE questionando a legalidade da dispensa de licitação.

Número estratosférico O Promotor Antonio Celso Campos de Oliveira Faria, designado para o caso, solicitou à FDE esclarecimentos dos motivos da contratação. Na ação civil, ele destaca o apontamento, pelo professorado, da existência de outras revistas que poderiam cumprir com a função pedagógica proposta pela Nova Escola.

Diz ainda que “causa estranheza o próprio volume de assinaturas contratado, já que as revistas poderiam perfeitamente ser encaminhadas à biblioteca das escolas públicas ou sala de professores”. Ele acrescenta que “em período anterior a este contrato, eram feitas 18.000 assinaturas e não o número estratosférico de 220.000”.

O promotor afirma ser possível concluir que “houve a imposição de um único título aos professores da Rede Estadual de Ensino, beneficiando de forma inequívoca uma determinada instituição privada”, e afirma ainda que “os fatos são contundentes no sentido de que o Estado, através da FDE, gastou mal seus recursos, a partir de critérios pouco claros, realizando uma compra questionável do ponto de vista da pertinência e da necessidade, sem falar no aspecto jurídico principal que é o descumprimento da norma constitucional que exige a licitação para a compra de bens e serviços”.

Para suspender os efeitos do contrato, a ação propõe medida liminar, pela “necessidade de intervenção imediata para cessar imediatamente as práticas delituosas”. Caso as irregularidades sejam comprovadas e os atos praticados pelos agentes públicos julgados como improbidade administrativa, os réus da ação poderão ser condenados a (i) ressarcimento integral dos danos causados aos cofres públicos em função do contrato irregular; (ii) perda da função pública; (iii) suspensão dos direitos políticos, de três a cinco anos; (iv) pagamento de multa e (v) proibição de contratar com o poder público, por cinco anos.

Recentemente, o Observatório da Educação apurou, em reportagem sobre o caso, que a contratação de revistas e outros materiais sem licitação é prática recorrente do governo de São Paulo.

(Fonte: http://psolsp.org.br)

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Você "VEJA!!!"


Governo Serra e Editora Abril: um caso de improbidade

Sem licitação, o governo paulista passou a ser o comprador de 220 mil exemplares, 25% da tiragem total, da revista Nova Escola, da Fundação Victor Civita, ligada à Editora Abril. Para o promotor de Justiça do Patrimônio Público e Social Antonio Celso Campos de Oliveira Faria, a dispensa de uma concorrência pública foi ilegal.

Por Leonardo Fuhrmann,, na Revista Fórum

Ele propôs uma ação civil pública de responsabilidade por improbidade administrativa contra o presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), Fábio Bonini Simões de Lima, e a Fundação Victor Civita. A FDE é o órgão da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo responsável pela compra.

Com custo de R$ 17 por assinatura, o erário paulista deve gastar um total de R$ 3,74 milhões para que todos os professores da rede estadual recebam a publicação independentemente da disciplina e da série para a qual lecionam e, inclusive, da vontade deles de ler a Nova Escola.
São também acusados na ação a diretora de projetos da FDE, Cláudia Rosenberg Aratangy, e o supervisor desta diretoria, Inácio Antonio Ovigli. Os deputados estaduais Carlos Giannazi e Raul Marcelo e o federal Ivan Valente, todos do Psol, haviam entrado com uma representação contra a aquisição em outubro do ano passado, quando o contrato foi assinado.

A Ação Educativa e o Observatório da Educação destacaram que muitos professores reclamaram por não terem sido consultados sobre o envio da publicação, bem como da escolha do título. Os educadores sustentavam que há no mercado revistas de custo similar e que melhor atenderiam “sua ação pedagógica”.

Confira a entrevista com o promotor Antonio Celso abaixo.

Por que o senhor propôs uma ação civil pública por improbidade administrativa por conta a compra da revista Nova Escola para todos os professores do ensino estadual?
O motivo foi a falta de uma licitação pública para a compra das revistas. A Nova Escola não é a única publicação neste segmento, o que obrigaria a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) a fazer uma concorrência pública para a compra das revistas.
Pelo menos outras duas publicações (a revista Educação, da Editora Segmento, e a Carta na Escola) teriam condições, por seu conteúdo, de participar de uma licitação. Para dispensar a licitação é preciso demonstrar a singularidade do produto.

A fundação poderia ser obrigada a comprar uma revista que supostamente teria uma qualidade inferior em razão de um preço menor oferecido por alguma das concorrentes?
Isso dependeria dos critérios que teriam de ser estabelecidos pela própria FDE no edital de convocação da licitação pública. É possível fazer exigências que garantam a qualidade da publicação e não apenas a compra pelo melhor preço.

Qual é o argumento do governo do estado para aumentar de 18 mil para 220 mil o número de assinaturas da revista?
Antes a Nova Escola era enviada para as escolas e a alegação é que agora todos os professores passam a receber a publicação em casa. Há professores que dão aula em mais de uma série ou em mais de uma escola que chegam a receber três exemplares da revista. Mas é importante destacar que entrei com a ação por conta da falta de licitação pública para a compra.

A mesma revista serve para professores de todas as disciplinas e séries do ensino fundamental e médio da rede estadual?
Em outros casos, a fundação opta por comprar material educacional segmentado, direcionado conforme a disciplina e a série em que o professor trabalha. Neste caso específico, a mesma publicação vai indistintamente para todos os professores de escolas estaduais. As revistas específicas são mandadas para as bibliotecas e salas dos professores, o que faz com que o número de assinaturas seja bem menor.

O senhor pediu em liminar a suspensão do contrato. Como está o caso agora?
Entrei com a ação no dia 26 de maio e estou esperando a decisão do juiz. O contrato previa a entrega de 10 edições e ainda faltam duas para serem entregues. Independentemente da concessão da liminar, o processo deve tramitar normalmente caso o juiz receba a ação.
_______
NOTA.:

"VEJA" se pode uma coisa dessa?

Para uma certa revista, só tenho uma coisa a comentar: Não compre e se comprar não abra, se abrir não leia, se ler não acredite, se acreditar Relinche...

Como dizia um tal galileu:

"Não há nada escondido que não venha a ser revelado, nem oculto que não venha a se tornar conhecido". ...

Escrito por um tal de Mc 4.22, deve ser parente do Mc Marcinho...

segunda-feira, setembro 20

ESPANTO E PAVOR. EM MARTE...

Dilma e o PT vão mexicanizar o Brasil?

CartaCapital prevê, pelo contrário, um avanço democrático Estão na ribalta um candidato a Mussolini, ou a Hitler, ou a ambos, e uma assassina de criancinhas. Ou seja, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Palavras de Fernando Henrique Cardoso, Rodrigo Maia e Mônica Serra.


Um alienígena que baixasse à Terra ficaria entre o espanto e o pavor. Quanto a nós, brasileiros, não é o caso de maiores preocupações.
No caso de Lula, cujo estilo mussoliniano o príncipe dos sociólogos aponta, vale admitir que outra citação possível seria a de Luís XIV, personificava o poder todo. “O Estado sou eu”, dizia o monarca por direito divino. Pois segundo FHC, o presidente afirma, nas entrelinhas da sua atuação, “eu sou tudo e quero o poder total”. E isto “não pode”, proclama o ex, com aquela riqueza vocabular que o caracteriza.


Rodrigo Maia percebe outra semelhança, com Hitler, o qual pretendia “extirpar” a raça judia assim como Lula pretende “extirpar” a gente do DEM. Quanto a Dilma Rousseff, a própria mulher do candidato tucano à Presidência, Mônica, enxerga nela, favorável ao aborto, uma matadora de criancinhas. O que talvez soe estranho a ouvidos qualificados para um debate sério sobre a questão, mas casa à perfeição com vetustas ideias pelas quais mastigar bebês era praxe entre comunistas.


A mídia nativa desfralda estas patéticas definições da lavra dos cabos eleitorais de seu candidato enquanto tenta transformar o Caso Erenice em escândalo de imensas proporções. O enredo suscitado pela quebra de certos sigilos passa para o segundo plano, mas ninguém se surpreenda se for ressuscitada a versão da “guerrilheira terrorista Dilma”, capaz de violências inauditas de arma na mão. A revista Veja está aí para estas coisas, enquanto a Folha de S.Paulo reedita na tevê um velho anúncio disposto a evocar Hitler para concluir, à moda fernandista, que algumas verdades constroem uma mentira.


Permito-me anotar que a reportagem de Veja sobre as traquinagens do filho de Erenice Guerra conta uma história, lamentável, de nepotismo e clientelismo, problema gravíssimo da política brasileira em todos os tempos. Aspecto comum, e condenabilíssimo, dos comportamentos de um poder sempre inclinado a instalar cabides de emprego e traficar influências. Certo é, contudo, que a nau capitânia da frota da Editora Abril não consegue provar a ligação entre os fatos denunciados e a campanha de Dilma Rousseff.


Sempre falta algo para fechar o círculo. A despeito, até, de José Dirceu, com sua mania de protagonismo. É dele uma observação cometida por ocasião de uma palestra para petroleiros baianos. Disse ele que o PT depois da vitória de Dilma no primeiro turno vai ficar muito mais forte, hegemônico mesmo. Nada tão estimulante, digamos, para Dora Kramer, em nova apresentação do seu penteado.


Regala-se a colunista, a ponto de anunciar que Lula “quer eliminar da política a possibilidade da oposição”. Ela atende a demandas e convicções da minoria branca, à espera da mexicanização do Brasil, via transformação do PT em PRI, sem contar as soturnas intenções de manietar de vez a nossa indomável imprensa.


CartaCapital, como de hábito supõe outros desfechos de um pleito disputado pela atual oposição de forma nunca dantes praticada, em termos de hipocrisias, falsidades e baixezas.
Somos otimistas. Acreditamos que a gestão Lula e Dilma precipitará finalmente o surgimento de uma oposição não golpista, ao contrário da atual, golpistas até a medula, a mesma que, com iguais propósitos, foi situação. Das cinzas do desastre tucano nascerá, esta a aposta, um avanço democrático decisivo. Lula, com seus dois mandatos, é o elemento fatal do enredo, acima e além de alguns méritos do seu governo. O Brasil precisa superar, agora, e superará, uma quadra que ainda o viu tolhido pela presença do partido do golpe, entendido como garantia do privilégio e sustentado pela mídia, seu braço direito e porta-voz.


CartaCapital percebe os sinais, nem tão tímidos, da mudança em andamento. Concordamos com José Dirceu quando defende a liberdade de imprensa. Mas a questão é outra: esta mídia é visceralmente antidemocrática, embora nem por isso deva ser coibida. Está a ser punida, aliás, e de outra maneira: prova-se, já há algum tempo, que não alcança o público na sua maioria. Tal é a nossa convicção, a mudança se dará naturalmente.


E por este trilho, a mídia nativa vai perder o emprego.
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NOTA.:


Mino Carta
Mino Carta é diretor de redação de CartaCapital.

Fundou as revistas Quatro Rodas, Veja e CartaCapital. Foi diretor de Redação das revistas Senhor e IstoÉ. Criou a Edição de Esportes do jornal O Estado de S. Paulo, criou e dirigiu o Jornal da Tarde.

E o seu e.mail é: redação@cartacapital.com.br

E AGORA JOSÉ???

LEI ELEITORAL IMPEDE PRISÃO DE NEY SANTOS - POR ENQUANTO...
Placa com propaganda política de Ney Santos: patrimônio de R$ 5 milhões (Foto: Divulgação)

Mesmo com sua prisão temporária decretada, Claudinei Alves dos Santos, o Ney Santos, de 29 anos, não poderá ser preso. Ele é candidato a deputado federal pelo PSC e foi beneficiado pela lei eleitoral que impede a prisão de qualquer candidato 15 dias antes da votação e dois dias após o fim da disputa – o prazo começou a valer ontem, conforme informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Passado esse período, o candidato poderá ser detido.

A prisão de Ney, no entanto, só poderá ocorrer caso o Tribunal de Justiça de São Paulo negue o pedido de habeas corpus que será proposto pelo advogado de defesa do candidato, Francisco Assis Henrique Neto Rocha. “Esse pedido de prisão é inoportuno. Ney não se negou a contribuir com a polícia, não representa risco para a investigação. Por isso, não havia necessidade desse pedido.”

A prisão temporária de cinco dias foi expedida na sexta-feira pelo juiz Nelson Ricardo Casalleiro, da Vara Criminal de Taboão da Serra, na Grande São Paulo. O frentista Ricardo Luciano Andrade dos Santos, de 24 anos, sobrinho do candidato, também teve a prisão decretada. Ele seria usado como “laranja” de Ney, pois aparece como proprietário de estabelecimentos comerciais. Até ontem, o jovem não havia sido preso.

O candidato saiu da prisão em 2006, acumulou um patrimônio de R$ 5 milhões e agora é acusado pela Polícia Civil de enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, adulteração de combustível e formação de quadrilha.

Ainda naquele ano, Ney foi acusado pelo Departamento de Investigações Sobre o Crime Organizado (Deic) de participar de roubo a condomínios e de ter envolvimento com integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo as acusações, Ney lavaria dinheiro para a facção com a compra e venda de postos de gasolina – ele é proprietário de 15 postos.

A reportagem tentou falar com Ney, mas não obteve retorno.

(Fonte: http://blogs.estadao.com.br)

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Vejismo, folhismo e globismo‏

Vejismo, folhismo e globismo

Reproduzo artigo de Renato Rovai, publicado em seu blog na Revista Fórum:

Os principais veículos da velha mídia estão dando um novo show de anti-jornalismo. Não é nada novo. Foi exatamente assim em 2006. Foi exatamente assim em muitos outros momentos recentes.
A cada dia um novo factoide é lançado.
O de hoje busca ser sempre mais escandaloso do que o de ontem.
Reputações são destroçadas a partir de relações absurdas, realizadas sem o menor critério jornalístico.
Sem que haja compromisso algum com a verdade factual.
Nesses últimos dias alguns absurdos já tornaram pessoas inocentes em bandidos midiáticos.
O caso do analista Amarante é um deles.
O funcionário público foi achincalhado em manchetes de jornais como tendo quebrado 11 vezes o sigilo de Eduardo Jorge.
Quando ele desmontou a farsa, ninguém se desculpou.
Não importa quem esteja no caminho, se é para destruir o PT e Lula vale tudo.
Jornalismo não é isso.
É legítimo que os veículos impressos de comunicação tenham posições.
No caso de veículos concessionários, não.
Esses são concessões do Estado. Ou seja, de toda a sociedade.
Devem ser pautados pelo equilibro e pela independência.
A Globo quando decide fazer campanha contra um candidato e a favor de outro está incorrendo num crime. Poderia ser multada e até sofrer punições. De qualquer maneira, a diferença entre ter posição e construir uma narrativa de fim de mundo para tentar mudar o rumo de uma eleição são coisas absolutamente diferentes.
É isso que Veja, Folha e Globo, em especial esses três veículos, têm feito.
Isso tem custado caro inclusive para alguns, como este blogueiro, que acabam tendo de gastar boa parte do seu tempo desarmando bombas.
Neste momento poderíamos estar trabalhando em coisas mais interessantes. Entrevistando pessoas para discutir o modelo de desenvolvimento que queremos, quais devem ser os planos para a educação do país avançar, quais seriam as políticas necessárias para um equilíbrio regional etc. Mas não.
É necessário trabalhar para desmoralizar a fábrica de mentiras. Aliás, falando em mentiras e verdades, o amigo já imaginou o que aconteceria se um candidato que apoiasse a Dilma ou o Mercadante fosse preso por ser acusado de participação no PCC? Já imaginou se ele aparecesse com uma Ferrari de 1,4 milhão e seu patrimônio estimado fosse de 100 milhões sem que ele tivesse como explicar a renda.
Pois é, isso aconteceu.
A matéria de hoje da Folha de S. Paulo tratou do assunto, mas não mostrou, por exemplo, a foto desse candidato, do PSC, abraçado a um candidato a governador. Nem citou o nome desse candidato a governador de São Paulo.
Eu também não vou fazê-lo. Porque sinceramente acho que Alckmin não faz parte do PCC.
E porque sei que político tira foto abraçado com qualquer um.

Se fosse com a Dilma ou com o Mercadante que o sujeito estivesse abraçado, provavelmente você veria a foto na capa de todos os jornais. E no Jornal Nacional.

Isso não é jornalismo.

É vejismo, folhismo e globismo.

(Colaboração com a segunda parte da matéria: Antoooniooo Nunes... não, não... Antonio Bento)

PORQUE O VOTO É OBRIGATÓRIO...

CELSO MEIRA
<cmeira@brturbo.com.br>
18 de setembro de 2010 12:44

O VOTO NO BRASIL
Sonia Racy *

Implementado com o propósito de legitimar o processo eleitoral o voto obrigatório fez com que o eleitorado alcançasse 85% da população Ano sim, ano não, retornamos à urna eletrônica. Tido como um direito do cidadão, o voto no Brasil é uma obrigação. O fato é bom ou ruim para o País? A pergunta é difícil de responder.
Vamos à história. O voto obrigatório, implementado no país em 1932, veio com um objetivo claro: minimizar o temor de que uma participação pequena do eleitorado pudesse diminuir a legitimidade do processo. Na época, pouco mais de 10% da população com idade suficiente para eleger alguém se dispunha a sair de casa e votar. Diante da fraca porcentagem, promulgou-se a lei.

O tempo passou e o índice de eleitores cresceu, alcançando algo como 85% da população - um bom número. Por outro lado, se a escolha na cédula é resultado de opção estudada e consciente ou se a qualidade da democracia melhorou com a lei, isso são outros oitocentos. Mas que o volume de votos fermentou, lá isso fermentou. Afinal, os desinteressados foram legalmente obrigados a participar do processo.

Isso faz com que a lei não seja mais necessária? Se ela desaparecesse, as urnas continuariam cheias? Pesquisas apontam que a porcentagem de eleitores cairia drasticamente: somente 25% dos brasileiros votariam se o ato fosse facultativo. As mesmas análises mostram, porém, uma incongruência: os resultados não seriam muito diferentes.

A questão é complexa. A obrigação fez do Brasil um dos campeões mundiais em votos em branco e nulos. Dos 232 países do mundo, 203 operam com o voto facultativo e apenas 22 com o voto obrigatório. Isso pode ser visto como uma forma de cobrar dos brasileiros a concretização de seu dever cívico em busca de uma queda na desigualdade social no país. Já liberá-lo...

Obrigatório ou não, fica uma certeza: a de que a democracia brasileira ganharia um belo upgrade se o processo educacional cívico melhorasse, o que naturalmente levaria as pessoas a votarem com mais consciência.

* Sonia Racy (   sonia.racy@grupoestado.com.br   )
é colunista do jornal O Estado de São Paulo e da Rádio Eldorado

sábado, setembro 18

PERDA DE UM AMIGO...

RODRIGO PINHEIRO CARDOSA

RODRIGO (04/02/1975* - 17/09/2010+)

A verdadeira saudade é sentida por pessoas que se amam
e se prezam e que neste maravilhoso vinculo de união,
expressam constantemente sua presença.
Alegram-se com as suas realizações e sucessos.
Preocupam-se com suas derrotas e desilusões.
Mesmo que seja sentida dolorosamente,
esta perda de convívio é superada pela alegria das lembranças, que estarão cada vez mais vivas em nossas mentes, e marcadas com carinho em nossos corações.

Vá em paz meu amigo Rodrigo e saiba que você deixa na terra uma enorme saudade.

GUERRILHEIRO FOI MEU IRMÃO. EU NÃO FUI...

Colaboração: Antonio Bento Bento

<antoniobentob721@gmail.com>
17 de setembro de 2010 23:21

Hildegard Angel: só a elite não produtiva rejeita Lula e Dilma

1HidegardS

Enquanto seu irmão Stuart era preso e morto pela ditadura, em 1971, a jovem Hildegard Angel iniciava trajetória oposta, no colunismo social do jornal O Globo, onde trabalharia, entre idas e vindas, por quase 40 anos. Em 1976, quando a mãe dos dois, a estilista Zuzu, foi assassinada pelo regime em um “acidente” de carro, Hildegard já era uma jornalista conhecida e atriz de TV.

Não deixa de ser interessante que, aos 60 anos, recém-saída do extinto Jornal do Brasil (agora só on-line), assuma uma postura de franco-atiradora. Suas armas são um blog e o Twitter. Seus alvos: a mídia e a preferência pelo candidato José Serra, do PSDB.

No mês passado, ela declarou voto em Dilma Rousseff, da coligação Para o Brasil Seguir Mudando.

Na entrevista concedida a Cynara Menezes, da CartaCapital, em sua cobertura de frente para o mar em Copacabana, Hildegard Angel — criadora do termo “emergente” para definir os novos ricos cariocas — diz que Lula sofre preconceito por ser um deles, na política. “Já o Serra é o valoroso self-made-man”, ironiza.

CartaCapital: Por que a senhora decidiu apoiar Dilma Rousseff?
Hildegard Angel: Ela estava sendo tão massacrada que achei ser o momento de me posicionar. Era um bombardeio de e-mails, de sobrenomes coroadíssimos, atacando a Dilma. Começaram denegrindo pelo físico, que ela era feia, horrorosa, megera, medonha. Aí ela ficou bonita e não puderam mais falar.
Então começaram a atacar a parte moral, que ela é assassina, terrorista, ladra. Isso é um reflexo da impunidade. Enquanto não colocarmos nos devidos lugares os que foram responsáveis pelas atrocidades da ditadura, eles vão se sentir no direito de forjar uma realidade inexistente, de denegrir nossos mártires, nossos heróis.
CartaCapital: Antes desta eleição, a senhora já tinha se posicionado politicamente?
Hildegard Angel
: Não. Em nível nacional é a primeira vez. E acho que meu depoimento e o almoço que a Lily Marinho (viúva de Roberto Marinho) promoveu romperam o círculo “demonizante” erguido em torno da Dilma. Ali se fez uma fissura. A classe alta pensante e os ricos mais liberais se permitiram uma abertura.
CartaCapital: Lily Marinho apoia Dilma?
Hildegard Angel: A Lily passou a apoiar Dilma depois que a conheceu. Quando ela fez o almoço pra Dilma, estava agindo como a mulher do Roberto Marinho, que está acima do bem e do mal e que pode se dar ao luxo de receber quem bem entende. Mas a Dilma conquistou a Lily. Antes do almoço, podia até haver a ideia de receber também os outros candidatos. Depois, não havia mais.
CartaCapital: Houve reação dos filhos de Roberto Marinho pela madrasta ter recebido a candidata do PT?
Hildegard Angel: A Lily tem uma relação tão harmoniosa, tão respeitosa com eles, que acho que jamais teriam qualquer tipo de reação. O jornal e toda a organização têm sido muito duros com a Dilma. A única matéria positiva sobre ela, até hoje em O Globo, da primeira até a última palavra, foi a do almoço com a Lily.
CartaCapital: Há quatro anos o ex-governador de São Paulo Claudio Lembo criticou a “elite branca”. A senhora acha que ele falava só da paulistana ou da carioca também?
Hildegard Angel: Da elite brasileira como um todo. É uma elite preconceituosa, que tem seus valores, seus princípios, e acha muito difícil abrir mão de suas convicções.
CartaCapital: Que tipo de rico tem preconceito com o Lula?
Hildegard Angel: O rico do passado, da herança, do aluguel, muito apegado a tradições, a sobrenome. É, na maioria, uma elite não produtiva. Porque a elite produtiva, o homem que emprega, que gera progresso, desenvolvimento, não deixa de aplaudir o Lula. Mas, às vezes, a mulher deste homem não aplaude…
Diplomatas aposentados também têm preconceito com Lula. O Itamaraty sempre foi o filé mignon do serviço público brasileiro, pela cultura, pela erudição, pelo savoir faire. E a política externa atual vai na contramão disso tudo. Esse é um segmento social que rejeita o Lula, o dos punhos de renda.
CartaCapital: Nos círculos que frequenta, ainda há gente que faz piada com a origem humilde de Lula?
Hildegard Angel: O vaivém dos e-mails de gente da classe A contra o Lula é de uma variedade enorme… Por exemplo, as festas caipiras do Lula incomodaram muito. Já a Zuzu Angel sempre viu uma beleza extraordinária na caipirice, tanto que foi a primeira a usar as rendas do Norte, a misturar com organza, a usar as chitas, hoje tão na moda. Minha mãe tinha uma frase: a moda brasileira só será internacional se for legítima. Por isso foi a primeira a ter penetração no exterior. De certa forma, o Lula, com as festas caipiras dele, fez o que a Zuzu fez em 1960 com a moda caipira dela.
CartaCapital: Serra também tem origem humilde. Por que não existe esse preconceito contra ele?
Hildegard Angel: Porque o perfil do Lula se encaixa mais no do emergente. O do Serra é o do valoroso self-made man… O Serra, para ser o homem que é, teve de dominar os códigos da elite, pelo estudo, pela convivência com pessoas intelectualmente superiores. Já o Lula foi abrindo caminho na base da cotovelada. E, de certa maneira, se manteve fiel à sua raça. Não se transformou com a ascensão, não se desligou, guardou seu ranço de pobreza, a memória do sofrimento. Isso o tornou mais sensível.
CartaCapital: E por outro lado o faz ser malvisto?
Hildegard Angel: Sim, porque nunca será um igual, nem faz questão. A dona Marisa Letícia nunca abriu seus salões. Durante o governo FHC, fui inúmeras vezes convidada para recepções no Itamaraty e, em governos anteriores, até no Palácio da Alvorada. No governo Lula, só fui convidada uma vez, para o Itamaraty. Black-tie nunca existiu. Isso cria uma limitação de trânsito social. Não há uma interação para esta sociedade se inserir dentro de uma linguagem que não seja de gabinete junto à família Lula.
CartaCapital: Ainda tem muito preconceito de classe no Brasil?
Hildegard Angel: Cada vez menos, mas tem. O que Lula sofre é preconceito de classe, mas está sendo superado por ele mesmo. Essa possível vitória da Dilma mostra que não é só o povão, não só aqueles que melhoraram de situação. Tem muito rico pensando diferente, saindo do casulo, desse gueto de pensamento.
CartaCapital: O interessante é que o dinheiro também tem de ser bem-nascido. De padaria, de marmita, não é dinheiro “bom”?
Hildegard Angel: O dinheiro do comércio sempre foi visto no Brasil como um dinheiro sem base cultural, de origem ruim. Já o dinheiro da indústria, da área financeira, era “digno”. Agora, com a falta generalizada de dinheiro no meio dos que eram muito ricos, estas pessoas com dinheiro de origem menos nobre conseguiram uma posição de respeitabilidade no ambiente social.
CartaCapital: Os emergentes são mais respeitados?
Hildegard Angel: São mais aceitos, embora o verdadeiro emergente não esteja mais preocupado com isso. O verdadeiro emergente não tem aquelas veleidades do nouveau riche de antigamente. O nouveau riche de ontem queria entrar para o soçaite, queria que seus filhos estudassem com os filhos do soçaite, tinham aquela visão encantada de alta sociedade.
O emergente de hoje tem mais noção do seu poder, não é tão submisso. Com o empobrecimento do rico tradicional, o rico do dinheiro novo se achou numa posição de não precisar fazer tanto a corte a essas pessoas.
CartaCapital: O dinheiro de Eike Batista, por exemplo, é “nobre”?
Hildegard Angel: Culturalmente falando, sim. Ele é filho de Eliezer Batista, que tinha grande status no País há muitas décadas. O que acontece é que o Eike sabe muito bem o que quer. Gosta de esporte, de mulher bonita, dos filhos e do trabalho dele. Sua vida é um retrato disso. Tem um carro espetacular de corrida na sala, tem casa decorada com troféus das suas lanchas. Ele poderia ter um Picasso, mas não é aquele rico tradicional.
Nós temos no país essa classe da riqueza envergonhada, que não tem muito como explicar o seu dinheiro, da riqueza escondida, que não pode ser fotografada… E o Eike, como tudo dele, acredito, seja declarado lá no imposto, pode expor seu dinheiro. Ele é o rico da riqueza assumida.
CartaCapital: O jornalista Mauricio Stycer estudou a coluna de Cesar Giobbi no Estadão em 2002, quando Lula se candidatou pela primeira vez, e concluiu que o colunista fez campanha disfarçada para Serra. Isso é comum?
Hildegard Angel: Ah, a Miriam Leitão também faz… É comum o colunista ter afinidade com o veículo e ter uma linha de raciocínio que vai ao encontro da dele e ao meio em que convive. O Giobbi é uma pessoa estimadíssima na alta sociedade paulistana, não é visto nem como jornalista, é visto como “da turma”. A Mônica Bergamo (Folha de S.Paulo) não é vista como uma “da turma”. O Giobbi é um do time, então raciocina de acordo com seu time.
CartaCapital: Dos colunistas sociais clássicos, como Ibrahim Sued, tinha algum que era mais de esquerda?
Hildegard Angel: O Zózimo (Barroso do Amaral) era visto à esquerda, mas era muito discreto — eu nunca o vi se posicionar ostensivamente na contramão do seu grupo social. Isso não existe. Havia na época uma coisa charmosa, atraente, um esquerdismo light, fazia parte do put together da elegância.
CartaCapital: Manifestar-se politicamente agora a recoloca mais no caminho do Stuart e da Zuzu?
Hildegard Angel: Sinto-me um pouco refém da coragem da minha família, é como se tivesse retomado meu curso. Como se cumprisse uma trajetória que estava ali me esperando, neste momento que as pessoas se acomodaram, que estão submetidas a seus empregos, todas colocadas na grande imprensa, com uma posição monocórdia, um pensamento único.
CartaCapital: Pretende se tornar uma guerrilheira on-line?
Hildegard Angel: Eu seria muito pretensiosa e desrespeitosa se de alguma maneira usasse essa qualificação de guerrilheira. Guerrilheiro foi meu irmão. Eu não fui. Estou tirando o atraso, só isso.

QUEM É O "ROUBNEI", O CONSULTOR HERÓI DA MÍDIA...

rubnei_sentenca

(FONTE: http://www.tijolaco.com/26528)

Ou Rubnei Quicoli é um contumaz delinquente ou a Justiça Brasileira e o Ministério Público estão sendo esbofeteados pela imprensa. Este homem, que é colocado na condição de “herói” pelos grandes jornais e que tem suas afirmações reproduzidas em manchetes por eles e pela televisão é condenado diversas vezes na justiça, inclusive em segunda instância e os documentos estão aí, ao alcance de qualquer jornal.

Aqui, você pode ler o no Diário da Justiça o  voto do relator da apelação criminal de número 0007953-14.2000.403.6105/SP, onde este homem é julgado por ter sido pego retirando um BMW roubado de uma oficina mecânica e, ainda por cima, portando sete notas falsas de R$ 50. Ele obteve uma redução de pena para “ 4 (quatro) anos de reclusão e 20 (vinte) dias-multa, determinar o regime inicial aberto e substituir a pena privativa de liberdade por 2 (duas) restritivas de direito nos termos do relatório e voto que ficam fazendo parte integrante do presente julgado”, por decisão do Desembargador André Nekatschalow. Na sentença, é mencionado que Rubnei já tinha sido condenado pelo mesmo tipo de crime (fls. 463), mas que não foi considerado reincidente apenas pelo fato de est outra sentença ainda não ter transitado em julgado.

O documento é original, certificado eletronicamente e não foi obtido por nenhuma investigação senão um acesso ao Google, digitando “sentença rubnei quicoli”. Nada mais. O acórdão foi expedido agora, dia 26 de abril deste ano, por unanimidade de votos.

E o antecedente? É a sentença da juíza de Campinas, Dra. Carla dos Santos Fullin Gomes, obtida na internet, no Tribunal de Justiça de São Paulo, cuja a imagem reproduzo aí em cima, por receptação de carga roubada e coação de testemunha.  Sua leitura dispensa qualquer comentário.

Este é o herói da mídia. Este é o homem que serve para que ela tente manipular a vontade eleitoral do povo brasileiro.

Sugiro, publicamente, que os partidos políticos publiquem estes documentos como matéria paga na capa dos jornais. Se o Ministério Público não age, ajamos nós. Vamos levar a verdade ao conhecimento de todos. Essa missão deveria ser da imprensa, bem como a de noticiar a apuração de qualquer desvio de conduta de qualquer integrante do poder público.

Mas não há imprensa, há é um partido político da mídia, que coloca todas as suas fichas no golpismo e que não hesita em publicar, escandalosamente, as acusações de um comprovado delinquente de quinta categoria.

(Colaboração: Antonio Bento)

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NOTA.:

Fico aqui lembrando daquelas eleições quando vestiram a camisa da Campanha do Lula nos seqüestradores de Abílio Diniz, insinuando que eram ligados ao PT?

sexta-feira, setembro 17

Nassif: Da cadeia para as páginas da Folha de S. Paulo...

“Empresário” fonte da Folha acabou de sair da cadeia

de Luís Nassif, em seu blog, sobre a denúncia da Folha que está aqui

Alguns elementos para tentar entender essa nova denúncia da Folha:

1. Segundo informações da própria Folha, o acusador Rubnei Quícoli já foi condenado duas vezes em São Paulo (por interceptação de carga roubada e por posse de moeda falsificada). E em 2007 passou dez meses preso. O fato de antecipar as denúncias sobre sua fonte não absolve o jornal. Pelo contrário, é agravante. Quando uma pessoa com tal currículo faz uma denúncia, é praxe de qualquer jornalismo sério ouvir as denúncias e exigir a apresentação de provas.

2. A única prova que o tal consultor apresenta é um email marcando audiência na Casa Civil e que tem o nome de Vinicius Oliveira no C/C . Todo o restante são acusações declaratórias. Nenhum juiz do mundo tomaria como verdade acusações desacompanhadas de provas, de um sujeito que acaba de sair da cadeia.

3. O jornal não explica como um sujeito com duas condenações criminais, que passou dez meses na prisão dois anos atrás, pilota um projeto de R$ 9 bilhões. É apostar demais na ignorância dos leitores.

4. O BNDES é um banco técnico, constituído exclusivamente por funcionários de carreira trabalhando de forma colegiada. É impossível a qualquer pessoa – até seu presidente – influenciar a análise do comitê de crédito. Essa informação pode ser facilmente confirmada com qualquer ex-presidente do banco, de qualquer governo. É só conversar com o Luiz Carlos Mendonça de Barros, Pérsio Arida, Antonio Barros de Castro, Márcio Fortes – que foram presidentes durante o governo FHC. A ilação principal da reportagem – a de que o projeto de financiamento foi recusado pelo BNDES depois da empresa ter recusado a assessoria da Capital – não se sustenta. Coloca sob suspeita uma instituição de reconhecimento público fiando-se na palavra de um sujeito que já sofreu três condenações na Justiça e três anos atrás passou dez meses preso.

5. Existem empresas de consultoria que preparam projetos para o BNDES e cobram entre 5 a 7% sobre o valor financiado. É praxe no mercado. Confundir essa taxa com propina é má fé. Segundo o empresário que denunciou, Israel apresentou uma proposta de acompanhamento jurídico de processos da empresa, que acabou não sendo assinado. Tudo em cima de declarações.

6. Ninguém vai negociar propostas ocultas em reuniões formais na Casa Civil, à luz do dia. Só faltava.

(Fonte: http://www.viomundo.com.br)

(Colaboração: Fortunato Machado)

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NOTA.:

Os partidos que fazem oposições, durante um bom tempo tem sido incompetentes como oposição, fazem denuncias sem provas, ou como diz um amigo... denuncias meia boca.
Só tenho que lamentar que, existe um tipo de mídia tentando fazer barulho de qualquer detalhe por mínimo que seja com o intuído de influir no resultado da eleição.

Como dizia o tal galileu...

''Está tudo consumado''

Nossos Agradecimentos!!!!

Joaniterez Rodrigues da Costa costa

<jr9_costa@yahoo.com.br>
16 de setembro de 2010 17:47

Para: BACUCU C/FARINHA  bacucucomfarinha@gmail.com>

Neutinho

A nossa participação no 36º Campeonato Paranaense de Futebol Cobrinhas 2010, encerrou-se no domingo passado, onde realizamos 6 partidas, com 3 empates e 3 derrotas. Com certeza quando se entra em qualquer competição se pensa em vencer, notamos durante estes 03 meses em que a primeira fase ocorreu, o comprometimento de todas as 23 crianças participantes, cada um dando o seu máximo para bem representar a nossa querida Antonina.

Quanto a nós do Projeto GOL DE PLACA, ao final desta competição temos a certeza de termos atingido o nosso objetivo principal, que é dar oportunidade às crianças e adolescentes de praticarem atividades saudáveis que venham contribuir na sua formação como cidadão, aproveitando o esporte como instrumento principal.

Dando continuidade a programação estabelecida, na primeira semana de outubro estaremos dando início a um Campeonato Antoninense de Futebol, voltado para crianças entre os 08 aos 14 anos, divididos em categorias (conforme idade), assim que estiver finalizado folder de divulgação estarei lhe enviando para que nos ajude a convidar mais crianças que queiram participar deste evento.

Aproveitando, agradeço pela colaboração que você sempre deu ao Projeto GOL DE PLACA, divulgando todas as semanas os acontecimentos durante nossa participação no Campeonato de Cobrinhas 2010, pois é muito importante termos você e o Blog BACUCU COM FARINHA como parceiros,

O nosso muito obrigado!!!!

Nite

Projeto GOL DE PLACA

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NOTA.:

Nite, todos vocês são vencendores... Parabéns!!!

Neutinho

quinta-feira, setembro 16

SE VOCÊ JÁ ESTÁ DE SACO CHEIO ASSIM COMO EU...

Você fica puto de ver lixos, entulho nas calçadas, carros velhos na entrada da cidade, matos tomando conta dos passeios e outras merds? Você não aguenta mais ver o descaso do governo municipal com o cidadão que pagam os seus impostos em dia e tenta colaborar fazendo pedidos que nunca são atendidos?

Pois eu continuo tentando, mas está complicado de tentar ajudar quem não quer ser ajudado. O próprio povo não quer ser ajudado...

Estive no Reino no final de semana passada (sexta-feira), caraca... o que é isso? Chegando na cidade, tudo tomado de lixo e entulho, com pilhas de lixos..., próximo ao posto de combustível na entrada da cidade, no bairro mais popular em todos os sentidos, carros velhos parados no acostamento, e nenhuma sinalização...

Na calçada da estação ferroviária, as placas de candidatos estavam sendo disputadas palmo a palmo, visualmente..., a coisa mais horrível do mundo...

Realmente nunca vi o Reino dessa maneira... decepcionante.

VALEU SR. PREFEITO. NOSSA ADMIRAÇÃO PELOS SEUS TRABALHOS SÓ AUMENTARAM.

SÓ QUE VOTO... NUNCA MAIS

CIDADE AMERICANA É VENDIDA...

 cidade-americana-e-vendida

O caso da pequena Wauconda, de Washington, nos Estados Unidos, vendida no eBay por US$ 360 mil no último dia 12. Wauconda consiste apenas de um restaurante, uma loja, um posto de gasolina e uma casa de quatro quartos, mas, como qualquer cidade americana, conta com um código postal próprio. Ela tem apenas 335 habitantes - a imensa maioria vivendo nas proximidades, não na própria cidade –, e foi fundada em 1900 e ao longo dos anos teve apenas um dono.

Daphne Fletcher comprou Wauconda em 2007 por US$ 180 mil e, segundo alega, lucrava entre US$ 50 mil e US$ 60 mil por ano com o movimento no posto de gasolina e no restaurante, que costuma ser visitado por turistas em viagem pela região durante o verão americano e emprega cinco pessoas. Ela alegou ao jornal Seattle Times que decidiu vender a cidade por causa do stress de dirigir o pequeno comércio local.

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Alguém quer comprar um Reino Não Tão Distante???

Se bem que existe uma certa pessoa que já está comprando o Reino aos poucos...

Alguns suditos dizem que o seu lema é o seguinte:

"Por que comprar a cidade toda $e Eu po$$o comprar $omente o que me intere$$a?"

domingo, setembro 12

URBI ET ORBI: O ORNITORRINCO, MAIS UM BLOG SUJO

Paulo Roberto Cequinel 10 de setembro de 2010 21:44

COMUNICADO URBI ET ORBI

Hoje, às 15:00 horas, presentes autoridades diversas e conhecidos trambiqueiros, embora houvesse quem não tenha percebido, foi inaugurado O ORNITORRINCO
(http://prcequinel.blogspot.com/).

Trata-se de mais uma desvairada arremetida de Paulo Roberto Cequinel contra o consórcio demo-tucano-esverdeado e seus satélites, contra os bons costumes e os valores ocidentais e cristãos.

Após os discursos e do coquetel de praxe, diversos populares foram até a7ª DRP para registrar BO's pungentes: suas carteiras haviam sumido.

O proprietário do blog encontra-se foragido.

Raulo Poberto Nequinel

quinta-feira, setembro 9

ESPORTE...

Neutinho

Boa tarde

No último domingo (05/09/2010) pela 6ª rodada do 36º Campeonato Paranaense de Cobrinhas, Estádio Francisco Tiago da Costa (Tanguá - Almirante Tamandaré) jogamos:
Paraná Clube E.C. 5 x 3 JUVENTUS F.C./Gol de Placa

Equipe: Pato, Gustavo, David, Wander, Flávio, Guliherme Almeida, Gabriel, Walisson e Elói, Guilherme, Jordelan, André, Alan, Wéverton, Bibi e Rafa

Gols: 02 Guilherme
01 Gustavo

Estamos no aguardo da divulgação da 7ª rodada para passar informação.

Mais uma vez o nosso muito obrigado pela divulgação....

Abraço

Nite

FIQUE SABENDO...

Por: Fortunato Machado Filho
9 de setembro de 2010 12:42

Ajude a organizar o Encontro de Blogueiros do Paraná

I Encontro de Blogueiros Progressistas no Paraná será em novembro de 2010

“A cidadania ativa na Internet : o caráter revolucionário dos blogs. O desafio do Paraná”

Os blogueiros residentes no Paraná presentes ao I Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas, em 22 de agosto formaram um Comitê para organizar o I Encontro Estadual dos Blogueiros Progressistas no Paraná – EEBP-PR.

O I EEBP-PR “A cidadania ativa na Internet : o caráter revolucionário dos blogs. O desafio do Paraná” será realizado nos dias 26, 27 e 28 de novembro de 2010, em Curitiba. Será também a etapa estadual de preparação para o II Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas que acontecerá em 2011.

O Encontro Estadual tem como objetivos:

* disseminar o fenômeno dos blogs no Paraná* ampliar o número de agentes ativos na blogosfera como forma de aprofundar o conteúdo de cidadania da internet.

O EEPB-PR é um espaço aberto destinado à aproximação de blogueiros, twitteiros e sites progressistas e independentes de todo estado, onde se buscará fortalecer a rede virtual e horizontal em criação no Paraná.

Assim como o Encontro Nacional realizado em São Paulo, o paranaense será um espaço supra-partidário, onde os blogueiros, twitteiros e sites independentes, os movimentos sociais, populares e sindical, jornalistas e ativistas das causas sociais, debaterão:

* A liberdade de expressão, Internet e Aspectos Jurídicos;
* A Internet, a Cidadania e os Movimentos Sociais;
* Papel dos Blogs,Twitter e outras Ferramentas;
* Estratégias de Formação de Cidadãos Ativos e Conectados na Internet, Alfabetização Digital e Adensamento das redes;
* Blogs: conteúdo prioritário do Jornalismo, da Informação e da Opinião.

A Democratização das Comunicações, a Liberdade de Expressão, os Planos Estadual e Nacional de Banda Larga (PEBL e PNBL), a Neutralidade da Internet, são temas vitais para construção de um Paraná Autônomo, Livre, Plural e Democrático para todos os que aqui vivem.

O EEBP-PR ainda contará com Oficinas Práticas, com “aulas” de Blogosferização – orientação e suporte à criação e uso de blogs – para associações de moradores, movimentos populares e sindicatos.

Os Defensores da Liberdade de Expressão e da Democratização dos Meios de Comunicação no Paraná mostrarão a força da parceria entre movimentos sociais, sindicatos e blogueiros independentes.

Acesse nosso blog coletivo http://paranablogs.wordpress.com/, acompanhe as novidades e ajude a organizar o Primeiro Encontro Estadual de Blogueiros Progressistas no Paraná.

Fazem parte do Comitê Organizador do I Encontro de Blogueiros Progressistas no Paraná:
Amigos da TV Brasil
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Engajarte
Fome do mundo
Midiacrusis
Mvtvcom
Tie-Brasil
Tribuna do Setor Elétrico
Viva Samas

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OUTRO COMENTÁRIO CENSURADO POR UM BLOG GUARAPIROCABANO...

Antonio Bento Bento
8 de setembro de 2010 20:49
Para: bacucucomfarinha@gmail.com

Guarapirocaba em "O Mito da Caverna"

O Mito da Caverna foi narrado por Platão no livro Republica.
Descreve a situação geral em que se encontra o povo.
À frente da caverna, estão os guardas, de costas para a entrada.
Pessoas que passam conversando, criticando e perseguindo os que consideram adversários. Vivem como num teatro.

Dentro da caverna está o povo, acorrentado sem poder mover a cabeça, nem se locomover, forçados a olhar apenas a parede do fundo, vivendo sem uma greve, sem protesto, com fraudes, sem ver uma prestação de contas.
Vendo apenas as sombras por que estão no escuro e imobilizados.

Mas do lado de dentro da caverna, há um fogo que ilumina vagamente o interior sombrio.
Esse fogo faz com que as coisas que se passam do lado de fora sejam projetadas de forma que alguns dos prisioneiros, inconformados com a condição em que se encontram, decidem abandoná-la, querem falar, mas condenados a ver sombras á frente (perseguições, demissões) toma - as como verdadeiras.

O medo os seguram, acorrentam, inibem. Então, estes prisioneiros continuam a viver...
na mentira, aprisionados por lendas e mitos, calam, consentem, vivem infelizes, obrigados pela corrente..

Um segundo grupo de prisioneiros quer se libertar.
Num primeiro momento, chegando do lado de fora, ele nada enxergaria, cego pela extrema luminosidade do exuberante Hélio, o Sol, que tudo pode, que tudo provê e vê.
Sente queimado ou quem sabe turriscado pelo Sol. (há um câncer, não de pele!)
Desta forma, são levados ou arrastados novamente para o fundo daquela caverna.

O governo, os poderes constituídos o calam. O que ocorre?
Estes continuam a querer jogar pra fora o que sentem, então escrevem cartas – anônimas
e acabam entrando até mesmo na vida particular de quem os encadeiam como forma de se libertar.

Caminho estranho para chegar à libertação...

O terceiro grupo de prisioneiros, fabrica um instrumento com o qual quebra os grilhões.
De inicio, move a cabeça, depois o corpo todo; a seguir, avança na direção do muro e o escala.
Enfrentando os obstáculos de um caminho íngreme e difícil, sai da caverna.
No primeiro instante, fica totalmente cego pela luminosidade do sol, com a qual seus olhos não estão acostumados.
Enchem-se de dores por causa dos movimentos que seus corpos realizam.
São taxados de perseguidores, encrenqueiros, arruaceiros, baderneiros,
pois agir e pensar é como este grupo de prisioneiros dá trabalho, desgosta gente poderosa.
Aos poucos, esse grupo se habitua com a luz e começa a ver o mundo.
Longe da caverna, encanta-se, tem a felicidade de ver as coisas que ele próprio construiu.
E luta com todas as forças para jamais regressar a ela.

No entanto não pode deixar de lastimar a sorte dos outros prisioneiros e, por fim...
toma a difícil decisão de regressar ao subterrâneo sombrio para contar aos demais o que viu e convencê-los a se libertarem também.
Só que os demais prisioneiros zombam deles, não acreditando em suas palavras e,
se não conseguem silenciá-lo com suas caçoadas, tentam fazê-lo espancando-os.
Se mesmo assim eles teimam em afirmar o que viram e os convida a sair da caverna, certamente acabam por matá-los.

Mas quem sabe alguns podem ouvi-los e, contra a vontade dos demais, também decidir sair da caverna rumo à realidade?

Acredite!
Não! Não somos prisioneiros. Eles é que querem que sejamos! Que acreditemos no que eles nos impõem.
Tenhamos nossas próprias opiniões.
Penso eu, que há mais sombras do que é nos apresentado.

Eu não me preocupo com Hélio – o Sol, pois não faço enfeite, nenhum macete, nem chinfra.
Sou seco mesmo. Sei de onde vim e pra onde vou.

Respeito todas as autoridades, Posso ter receio do Astro, mas ele? Treme de medo de mim...
Eu não viverei na caverna.
E você?

O COMENTÁRIO QUE UM CERTO BLOG ANTONINENSE CENSUROU...

Antonio Bento Bento
8 de setembro de 2010 20:04
Para: bacucucomfarinha@gmail.com,


Postado por Chicão dois Passos às 09:47 0 comentários
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Nacionalismo: Brasil amplia sua fronteira marítima na área do pré-sal

O Brasil acaba de se declarar "dono" para exploração econômica de uma área 960 mil Km2 de mar onde estão localizadas as reservas de petróleo do pré-sal.A medida não conta com o aval da ONU, que por influencia dos EUA já se manifestou contra.A história é a seguinte: a convenção das Nacções Unidas sobre o Direito do Mar, de 1982, permite que países reinvindiquem direitos sobre o oceano de até 350 milhas náuticas da sua costa. São Zonas Econômicas Exclusivas.
Os governos anteriores ao governo do PT tiveram MEDO do EUA e da Europa e ficaram quietinhos. Não reivindicaram nada para o Brasil (apresentaram inúmeras desculpas, postergaram, enrolaram...).
Lembra que a imprensa conservadora acusa o PT de ser anti-americano? Um dos motivos é que o atual governo revindicou uma área MUITO grande do mar para ser Zonas Econômicas Exclusivas. Imagina quanto de minérios, tipo petróleo, tem na plataforma continental do Brasil? (Plataforma continental é a terra que fica no fundo do mar).Em 2004 o governo do PT encaminhou à ONU a reivindicação do Brasil. Esta reivindicação do Brasil foi rejeitada por pressão dos EUA.
O que foi feito agora?Uma resolução interministerial resolveu "peitar" a ONU e decidiu: qualquer empresa ou nação que queira prospectar recursos da Plataforma Continental Brasileira terá que pedir autorização ao governo do Brasil.É uma forma de tomar posse de fato e FACILITAR a negociação posterior sobre os direitos da NOSSA PÁTRIA.Parabéns Brasil!Um lindo presente de 7 de Setembro.O Brasil é nossa pátria. Somos privilegiados por termos encarnados aqui..

Link: http://chicaodoispassos.blogspot.com/

ATUALIZANDO A BAGAÇA...

Pessoal

Nas últimas semanas foi meio que impossível postar alguma coisa aqui nesta merds... o problema é o seguinte:

Não deu? Então não deu!!!

Não vou ficar dando explicações.. rsss

O negócio é o seguinte, a bagaça vai ser atualizada...

Um beijão para todos.