terça-feira, outubro 6

PARADA GAY DE CURITIBA, FOI O PONTO ALTO… DA GLÓRIA DOS G.L.B.T. E SIMPATIZANTES…

A Parada da Diversidade de Curitiba celebrou o Dia do Orgulho Gay, cerca de 100 mil pessoas compareceram a confraternização da 12ª parada. O movimento gay vai muito além da passeata colorida, ela mostra a paixão de alguns frequentadores pelo seu time do coração…

É o caso deste eufórico representante de Um Reino Não Tão Distante torcedor “coxa-branca”…

“No fim do arco-iris…

                                 existe um alto de tantas glórias”

Alto da GlóriaAlto da Glória1  Coooooooooooooooooo……….Alto da Glória3 Alto da Glória4 Alto da Glória2

(Fotos enviadas via e.mail por: Joaniterez Rodrigues da Costa)

VALEU PESSOAL!!!!!!!!!!

CHEGAMOS A MAIS UMA MARCA HISTÓRICA...

145 MIL ACESSOS...

TODOS ESTÃO DE PARABÉNS

segunda-feira, outubro 5

CARNAVALFEST DE ANTONINA… QUE TAL???

Neutinho.
Bem que o Reino poderia "copiar" o que de bom existe, que tal uma festa de uma semana antecedendo ao nosso carnaval do tipo "CARNAVALFEST". Temos um esboço desse evento, quando quiser, conversamos.

Por enquanto "babe" no link: http://www.oktoberfestblumenau.com.br/Home.aspx

Mauricio Scarante

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Meu caro Mauricio

Neste mundo nada se cria, tudo se copia, como já dizia ôôô… hehehe

Cara, se deu certo em vários lugares porque não fazer o mesmo por aqui. Quantas vezes não vimos projetos serem lançados como este de Blumenau, Ponta Grossa e tantos outros pelo Brasil a fora, e cá entre nós, seria o maior sucesso o “CARNAVALFEST DE ANTONINA”.

Valeu pela idéia, espero que alguém do Reino com um pouco de visão turística e empreendedora converse sobre o assunto.

Um abraço.

Neuton Pires

 

ATÉ SERIA CÔMICO SE NÃO FOSSE TRÁGICO… he…

Comentar o que???

A voz é do repórter Arnaldo Duran, que hoje é contratado da Rede Record e da Record News.

Nota.: A voz é idêntica ao do reporter Arnaldo Duran... porém, um Bacunauta das antigas, acabou de comprovar que a voz que aparece no vídeo, não é a do Arnaldo, e sim do Roberto Maia, um reporter da extinta TV Manchete...

QUEM RESPONDE???

De: eliphaz levy (eliphazlevy@gmail.com)

Para: Neuton Pires (neutonpires@hotmail.com)

Com quais argumentos provarei que os livros atribuídos a Moisés foram escritos por ele no deserto? Poderei afirmar que ele os escreveu para lá do Jordão quando ele nunca o atravessou? O livro do Gênesis é literal ou alegórico? Como pôde haver tarde e manhã no primeiro, segundo e terceiro dia, se o sol só foi criado no quarto? Como entender a separação entre a luz e as trevas, sendo que as trevas são apenas a ausência da luz?

E a história dos anjos que se tornaram amantes das filhas dos homens e elas conceberam gigantes, me apoiarei no livro de Enoque para explicá-la, já que Gênesis 6 foi extraído do capítulo 7 deste mesmo livro?

O que comeram os animais colocados na arca durante um ano, sem contar o período em que a terra nada podia produzir? Como poderei justificar as mentiras feitas por Abraão, que fez sua mulher passar por irmã no Egito e em Gerar, deixando-a ser amante daqueles reis e no final ainda aceitar seus presentes?

Por que ordenou Deus a Abraão que toda a sua descendência fosse circuncidada e não deu a mesma ordem á Moisés? Como direi que a aliança de Deus com o patriarca da fé teve como sinal exterior o corte do prepúcio do pênis? O que direi quando for necessário justificar as bênçãos lançadas sobre Jacó que trapaceou a seu pai?

Como pôde o faraó perseguir os judeus com a sua cavalaria, uma vez que na quinta praga Deus fez perecer todos os seus cavalos? Como explicarei: a lei mosaica proíbe comer lebre porque rumina e não tem cascos fendidos, mas sendo que é o contrário, ela não rumina e tem as patas fendidas? Que direi de Jefté que sacrificou sua filha e foi responsável pela morte de 42 mil efraimitas que não sabiam pronunciar shibolet?

Como pode Jonas sobreviver três dias no ventre de um peixe e além disso, Jope é cidade marítima mas Niníve não! Onde o dito peixe o teria vomitado?

Estas perguntas e afirmações foram feitas pelo frei Domênico Zapata, professor de teologia na Universidade de Salamanca, no ano 1629. As respostas ele nunca as obteve dos mestres da igreja na época ou melhor, teve...foi queimado vivo em 1631 em Valladolid.

A minha homenagem a tantos que perderam suas vidas e a outros tantos perseguidos só por terem ousado contrariar a tradição vigente.

Como bem disse Aristóteles:

“Aquele que busca a verdade deve tanto quanto possível duvidar de tudo.”
wanderleyx.blogspot.com

NOVOS PARCEIROS...

Neutinho

Eu gostaria que você anunciasse o meu blog.

se você quiser o endereço é o seguinte :

Clique Aqui: http://esportes01.blogspot.com


Guilherme

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Está anunciado... pessoal, mais uma opção entre os blogs capelistas.

Então, está esperando o que para acessar?

sábado, outubro 3

BACUNAUTA NA REDE…

Rapaz, veja só a coincidência, eu sou da Bahia, de Salvador, tô prestando uns concursos aí pro Paraná e no horário vago fico aqui vendo cidades aí da tua terra pra conhecer, me bati com teu blog e adorei antonina, sério mesmo, vc não tem idéia como eu me senti em casa com o vídeo do carnaval 2009 e olhe que eu moro aqui no olho do furacão.

Tudo de bom pra vcs aí e espero conhecer esta cidade linda um dia.

Henrique

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Henrique

Está convidado desde já a conhecer Antonina, melhor, venha para o carnaval, e será meu convidado para desfilar na minha escola de samba… G.R.E.S do Batel.

Será um prazer.

Um abraço para você e todos os baianos.

Neuton Pires

… DEZ MESES E ATÉ AGORA???

Senhor Prefeito:

Estamos já completando dez meses de sua administração e ainda não vimos nada de importante acontecer. O movimento da Prefeitura é todo em torno blá…blá…blá, e de alguns interesseiros que estão na sua gestão, mas nada ou quase nada de interesse do Reino, que cá entre nós, está abandonado. Nunca vi tanto descaso por parte do seu secretário de obras. E por falar em Obras… Obra importante? Nenhuma. Juro Senhor Prefeito!!! Não quero acreditar que vá ser uma gestão fraquinha, que não faz nem o feijão-com-arroz... Estou sendo sincero, torço por você. Mas o povo do Reino não merecia e não merece isso. Será que fomos todos enganados novamente??? Estou indignado, estou revoltado!

Senhor Prefeito, veja se dá um puxão de orelhas nesses seus secretários, porque senão, assim não vai dar. A população já não aguenta mais!!!

Nota.:

E você, ôh do boteco, para que não fique duvidas e não comece a falar merda abobrinhas no jornaleco eletrônico… puxando o saco do Rei, a crítica é construtiva.

Neuton Pires

BACUNAUTAS NA REDE…

De: Eduardo dos Santos Costa atsoc90@hotmail.com

Para: Bacucu com Farinha bacucucomfarinha@gmail.com

Neutinho

Boa tarde

Estou passando o final de semana aqui em Antonina, sendo assim resolvi visitar alguns amigos no bairro do Portinho. Logo que entrei na Graciosa de Baixo dei de cara com um verdadeiro descaso que a atual administração vem fazendo com os moradores daquele bairro. Como o calçamento da Rua Arthur de Sá começou a baixar devido a quebra de manilhas usadas para o descarte de esgoto, funcionários da Secretaria de Obras foram até o local abriram o buraco e nunca mais apareceram para dar andamento no serviço. Os moradores daquele bairro primeiramente procuraram o vereador representante daquela comunidade, que mora próximo deste local e que na época de eleição esteve de casa em casa pedindo voto, e receberam a seguinte respostas: "É assim mesmo, os funcionários da Prefeitura trabalham devagar mesmo, única coisa que podemos fazer é esperar", na verdade ele não quer é se indispor com o "chefe", pois na época de eleição foi financiado por ele. Assim não aguentando o cheiro forte de esgoto que já está transbordando e o descaso e que a atual administração vem tratando todos por lá, solicito em nome de todos que este desabafo juntamente com as fotos anexas sejam colocadas em seu blog para ver se alguém da atual administração procura resolver este grave problema.

Um abraço

Eduardo dos Santos

Portinho1

Portinho2

Portinho3

 

Portinho4  

Portinho5

AGENTE QUASE SECRETO GUARAPIROCABANO…

Meu nome é Jaymes.

Jaymes Boonda.

Na verdade este é meu codinome.

Ridículo, já me disseram.

Mas apelido no Reino é sempre meio esdrúxulo.

Sou um agente secreto. Pra ser mais preciso, agente para operações especiais do Bacucu com Farinha, matrícula AI-OO7 - atualmente lotado na Secretaria de Turismo.

Parece brincadeira, mas a situação dos arapongas é muito, muito estranha. Explico, são os outros arapongas, aqueles da telefonia, lembram???

Outro dia fui convidado para o 15º encontro de Agentes Secretos no Bar do Lontra, no Reino.

Disseram que ali havia disfarces incríveis, como o de Paul Newman, Paulinho da Viola, até grampeadores de telefone com sachê de bagre ensaboado tinha.

Uma oportunidade única de atualizar meu lado profissional. Mas fui obrigado a negar o convite.

A verba do PAC destinado aos Agentes Quase Secretos não chegou, o Bacucu com Farinha não tinha um adiantamento também para repassar, então não fui.

Além do mais, uma pessoa de meu gabarito não poderia aceitar vir do Cupiúva a Ilha Barbosa por via fluvial.

A imprensa diz que o dinheiro que vai para as “OBRAS” (que obras???) está deixando de pagar a educação, a saúde, a cultura.

É uma meia verdade.

Esse dinheiro também está deixando de pagar o serviço secreto.

Duvida?

Então saiba como foi minha última missão.

Recebi uma carta do QG na minha residência – não tenho acesso à Internet - em Neverland Guarapirocabana.

O general Tuberlengo me dava ordens de seguir o Secretário de .O., um rapaz também que poderíamos chamar de SECRETO, em sua passagem pelo Reino.

Na carta dizia apenas onde o “S.O.” estaria hospedado em sua passagem relâmpago pelo Reino e que eu deveria fazer um relatório sobre sua movimentação, enviando tudo depois em três vias para o tenente-coronel I.P.D.

Dei um beijo na minha mulata Creusa, outro no meu vira-lata Losninha e sai do barraco rumo à Praia dos Polacos.

Antes dei uma parada no Bar do Sovaco da Cobra e, imitando Zezinho Lambuja, meu detetive do coração, tomei um rabo-de-galo e comi um ovo cozido.

Fiquei na cola, e espera, espera, espera, e como sempre, nada de aparecer, o tal Secret. de O.

Acabei cochilando.

Bem mais tarde despertei, todo suado, tentei me mexer, mas reparei que estava amarrado e amordaçado.

Tinham me seqüestrado.

Pensei na hora que eram terroristas da Al Qaeda, mas eram dois pivetes. Quando tiraram o pano de minha da boca, lhes disse em tom ameaçador:

– Sou agente quase secreto guarapirocabano. Olharam-me com desprezo. Um deles ordenou ao outro:

– Libera. Mas dá o dinheiro do ônibus que o cara é lesado.

Humilhado, fui embora a pé sem ter ao menos tirado uma foto do Secret. de O. Passei por uma barraca que ainda estava armada desde a festa de agosto, comprei um porta retrato que colocarei no meu criado mudo com a foto que acabei de achar pelo caminho indo embora.

Obras

(Fonte: http://www.consciencia.net - Modificado pelo Bacucu com Farinha)

DA SÉRIE…

Cú de bebado não tem dono.
Essa frase é manjada, mas há fatos que só vêm torná-la ainda mais repleta de razão
 

(Colaboração do meu amigo: Eduardo Bó)

FALA SEM PENSAR…

O bêbado lia o jornal e um padre ao seu lado, na espera do ônibus.

- O senhor sabe o que é artrite, padre?

Irritado com o bêbado, o religioso lasca:

- É uma doença provocada pela vida pecaminosa e desregrada: mulheres, promiscuidade, farras, álcool, drogas, fumo e outras coisas que impedem você de alcançar o reino do céu.

O bêbado engoliu em seco e continuou com os olhos no jornal.

Acreditando que tinha sido duro com o bêbado, o padre tentou amenizar:

- Há quanto tempo você esta com artrite, meu filho?

- Eu não tenho isso não, padre! Está aqui no jornal: quem tem é o Papa.

(Colaboração: Rosa Maria)

sexta-feira, outubro 2

A FARINHA DO BACUCU COM CERTEZA É ANTONINENSE…

De: claudia souza claurssouza@yahoo.com.br

Para: Bacucu com Farinha bacucucomfarinha@gmail.com

Olhando um livro de culinária,  me deparei com uma informação que achei absurda e conclui que se achava uma discriminação regional.
No livro Culinária Paranaense da Editora Esplendor página 18, há uma receita de barreado, com o nome de “O Barreado do Malu”, de uma tradicional família de Morretes, não vou entrar aqui no mérito de que cidade do litoral paranaense pertence a autoria do prato típico Barreado. O que venho salientar é o descaso  do então chef Malu, quando em sua lista de ingredientes , cita o uso de farinha de mandioca de Morretes e faz uma observação que farinha de Paranaguá e Antonina não serve.
Creio que esta observação seria desnecessária, uma vez que o referido chef já havia indicado o uso de farinha de Morretes.
Segue em anexo  o material que comprova o fato.
Apresentamos indignação como cidadãos Antoninenses, não podemos deixar que façam pouco caso da nossa cidade, da nossa gente e também de nossos produtos.


Claudia Regina Souza/ Luciana Braune/ Denilson Marrichi/Luciane Souza da Silva/Marcelo de Oliveira dos Santos/ Manoel Antonio Ribeiro da Fonseca.

CLIQUE NA IMAGEMBarreado do Tal Malu

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Nota do Blog.:

Vieram aqui, aprenderam com Ieda Baronesa, e deu no que deu…hehehe

A matéria referente aos ingredientes, soa para o Bacucu com Farinha Antoninense, desta forma, e poderia ser contada pelo piadista aí de cima, assim:

- Vamos fazer o melhor carnaval de todos os tempos em Morretes, contrataremos vários carnavais das cidades do Paraná. SÓ NÃO SERVE O CARNAVAL DA CIDADE DE  ANTONINA. kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

- E por falar em farinha. Me perdoem as várias famílias antoninenses que fazem farinhas excelentes. Mas a farinha que a minha sogra faz, É THE BEST!!!

NOTA…

Referente a matéria Como Anda a Cultura em Nossa Cidade?

Acabei de retificar a Crônica, porém, como diz o ditado, "Comi Bola", postei uma matéria a qual já havia postado, desculpa ao Nerval, e todos aqueles que seguem está maravilhosa sequência de capítulos.

Valeu!!!

Neuton Pires

TURISMO…

Representantes do turismo do litoral discutem estratégias para Copa 2014

Vice-prefeito de Paranaguá, Fabiano Elias foi nomeado como representante de Paranaguá no Comitê Estadual da Copa do Mundo de 2014

A reunião aconteceu no gabinete do vice-prefeito

Jornalista Angel Salgado

Na reunião foi discutida a questão da importância da participação do empresariado de todo o litoral nos preparativos do evento esportivo.
Autoridades e representantes do turismo de Pontal do Paraná, Guaratuba e Morretes atenderam ao convite do vice-prefeito de Paranaguá Fabiano Elias e participaram de uma reunião na prefeitura de Paranaguá sobre a estrutura dos municípios para a Copa do Mundo que será realizada no Brasil em 2014.
O vice-prefeito Fabiano Elias, que foi nomeado como representante de Paranaguá no Comitê Estadual da Copa do Mundo de 2014, informa que Paranaguá já está incluída no caderno da FIFA como cidade turística e o objetivo de encontros como este é integrar os municípios do litoral para que o projeto de atrativos seja de grande abrangência na Copa. “Por se tratar de um grande projeto estamos na época certa para unir esforços e promover as obras, capacitação e preparo dos municípios para receber os turistas de todo o mundo”. O vice-prefeito Fabiano Elias ressalta que “em 2013 teremos a Copa das Confederações e até lá precisamos estar com tudo pronto”.
O jornalista Angel Salgado participou da reunião exibindo um vídeo que produziu quando esteve na Copa da Alemanha em 2006, participando de FunFest, que é um evento realizado pela FIFA transmite os jogos da Copa durante o dia e traz eventos culturais, como shows, no período noturno e praça de alimentação. “Percebi que toda a região estava muito bem estruturada para receber este evento de grande porte que é a Copa, e não está cedo para começar os preparativos no litoral”.
Na reunião foi discutida a questão da importância da participação do empresariado de todo o litoral nos preparativos do evento esportivo.
Também a participaram da reunião o vereador de Pontal do Paraná, Aramis Mereb Calixto, e o assessor Luiz Carlos Mansur, o diretor de turismo de Morretes, Julio César Cassilha, o diretor de turismo de Guaratuba, Mario José Natalino, a turismóloga Adriana Kaminski, e os assessores do vice-gabinete Sônia Araújo e Luiz Telles. E ANTONINAAAAAA????????
A próxima reunião acontece em 15 de outubro, no Teatro Municipal em Morretes, às 14 horas.
Empresários e representantes públicos estão convidados para participar do encontro que vai abordar a proporção do evento de 2014.
Jornalista: Juliane Rocha

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Sugestão para análise e debate nos blogs capelenses: nota interessante no site   www.paranagua.pr.gov.br    
Representantes do turismo do litoral discutem estratégias para a Copa do Mundo de 2014

Celso Meira

‘NEGÃO’, NO AVIÃO…

Num avião, o piloto informa:
- Senhoras e senhores, o avião está perdendo a altitude e toda bagagem deverá ser atirada fora!
Apesar de mais coisas serem lançadas fora, o avião continuou perdendo altitude.
- Estamos ainda perdendo altitude!

Teremos que atirar fora algumas pessoas! - avisa o piloto.

Neste momento, um grande rebuliço entre os passageiros.
E continua o piloto:
- Para fazer isso, de forma imparcial, os passageiros serão jogados para fora por ordem alfabética.

Assim, começamos pela letra 'A'. 

Há algum 'Afro' a bordo?
Ninguém se move!
- 'B'... Algum 'Black' a bordo?
Nada!
- 'C'... Algum 'Crioulo' a bordo?
Continuou e... Nada!
- 'D'.... Alguém 'De cor?'
De novo ninguém se mexeu!
- 'E'... Algum 'Escurinho'?
Nada!
Nisto, um pequeno menino negro pergunta ao pai:

- Pai, o que é que nós somos???
- ZULUS, meu filho! Somos ZULUS!

ADVOGADO É DOUTOR???

Por Denis Clebson da Cruz. (Kzar)

Quem me conhece pode confirmar que sou uma pessoa mais que adequada para discutir este tema, pois não faço qualquer ostentação de meu bacharelado em Direito e do exercício de minhas funções como Advogado. E foi justamente desta despretensão que surgiu a curiosidade e, finalmente, a questão: afinal, advogado é Doutor?
Qualquer pessoa que consulta e que conhece um advogado sempre o trata como “Doutor”. Alguns já me disseram que “em terra de cego quem tem um olho é Rei”. Com essa frase, querem dizer que em terra de milhões de analfabetos, quem tem o título de bacharel é Doutor.
Nem de longe esse dito popular justificaria o uso do “Doutor” pelos advogados. Os argumentos são outros, como veremos a seguir.
Antes de tudo, cumpre anotar que, atualmente, o título de Doutor é conferido pelas universidades aos estudiosos que, após concluírem curso de graduação, ingressam em curso de pós-graduação (doutorado) e, mediante defesa de uma tese, adquirem o título em questão, passando ou não pelo mestrado ou outro curso de especialização.
Academicamente falando, esta é a forma de se conseguir o título de “Doutor”.


Ocorre que, em se tratando de advogado, ainda está em vigência a LEI DO IMPÉRIO DE 11 DE AGOSTO DE 1827, que cria dois cursos de Ciências Jurídicas e Sociais, introduz regulamento, estatuto para o curso jurídico e, em seu artigo 9º dispõe sobre o Título (grau) de doutor para o Advogado.
Eis o texto: “Art. 9.º - Os que freqüentarem os cinco annos de qualquer dos Cursos, com approvação, conseguirão o gráo de Bachareis formados. Haverá tambem o gráo de Doutor, que será conferido áquelles que se habilitarem com os requisitos que se especificarem nos Estatutos, que devem formar-se, e sò os que o obtiverem, poderão ser escolhidos para Lentes.” (sic)
Segundo a lei em pauta, o título de Doutor é destinado ao bacharel em direito que se habilitar ao exercício da advocacia conforme os requisitos destinados.
Explico: atualmente, o Estatuto da OAB determina a necessidade de, além de preencher uma série de requisitos, ser aprovado em Exame de Ordem, para, só então, o bacharel em Direito poder ser considerado Advogado.
Portanto, legalmente falando, o Advogado, habilitado segundo o Estatuto da OAB, é Doutor.
Porém, não fiquei muito à vontade em justificar o título de Doutor de minha classe profissional unicamente em uma lei sancionada em 1827. Aprofundei, então, o estudo sobre o tema e descobri que não se trata de uma mera questão de lei, mas de tradição. E referida tradição não é da história contemporânea ou exclusiva de nosso país, mas tem seu nascedouro em tempos antigos.

Antes de tudo, cumpre esclarecer que a tradição é também fonte legítima de Direito.
Segundo a História, somente se outorgou pela primeira vez o título aos filósofos, chamados de “doctores sapientiae”. Os que promoviam conferências públicas sobre temas filosóficos, também eram chamados doutores. Aos advogados e juristas era atribuído o título de “jus respondendi”, ou seja, o direito de responder.
Pelas Universidades o título foi outorgado pela primeira vez a um advogado, que passou a ostentar o título de “doctor legum”, em Bolonha. Existia também o título denominado “doctores es loix”, que só era conferido àqueles versados na ciência do Direito.
Depois disso, a Universidade de Paris passou a conceder a honraria somente aos diplomados em Direito, chamando-os de “doctores canonun et decretalium”. Após a fusão do Direito com o Direito Canônico, os diplomados eram chamados de “doctores utruisque juris”.
Nas palavras do Advogado Júlio Cardella, “honraria legítima e originária dos Advogados ou Juristas, e não de qualquer outra profissão. Os próprios Juizes, uns duzentos anos mais tarde, protestaram (eles também recebiam o título de Doutor tanto das Faculdades Jurídicas como das de Teologia) contra os médicos que na época se apoderavam do título, reservado aos homens que reservam as ciências do espírito, à frente das quais cintila a do Direito! Não é sem razão que a Bíblia – livro de Sabedoria – se refere aos DOUTORES DA LEI, referindo-se aos jurisconsultos que interpretavam a Lei de Moisés, e PHISICUM aos curandeiros e médicos da época, antes de usucapido o nosso título!” (Tribuna do Advogado de Outubro de 1986, pág. 5)


Em continuidade ao artigo supra citado, o Dr. Júlio Cardella arremata: “Sendo essa honraria autêntica por tradição dos Advogados e Juristas, entendemos que a mesma só poderia ser estendida aos diplomados por Escola Superior, após a defesa da tese doutoral. Agora, o bacharel em Direito, que efetivamente milita e exerce a profissão de Advogado, por direito lhe é atribuída a qualidade de Doutor. Se não vejamos: O Dicionário de Tecnologia Jurídica de Pedro Nune, coloca muito bem a matéria. Eis o verbete: BACHAREL EM DIREITO - Primeiro grau acadêmico, conferido aquém se forma numa Faculdade de Direito. O portador deste título, que exerce o ofício de Advogado, goza do privilégio de DOUTOR.” (Idem)
Demais disso, se para ser Doutor há a necessidade de defesa de “tese”, é justamente este o trabalho diário de todo advogado perante os Juízos das Comarcas e Tribunais. Todo operador do Direito tem como tarefa diária a defesa de teses: o advogado propõe teses para oferecer uma ação, para defender um cliente, para contrariar o conteúdo de uma decisão judicial (recursos), etc. Referidas teses são constantemente avaliadas pelos Juizes e, em alguns casos, apreciadas pelo Ministério Público. Vale lembrar que os Juizes constroem suas teses nas decisões que proferem, decisões estas que são avaliadas e às vezes contrariadas pelos advogados que interpõem recursos. Os próprios Tribunais Superiores são órgãos avaliadores e construtores de teses jurídicas (jurisprudência). Os Promotores de Justiça, por seu turno, expões suas teses dentro de todo o tipo de ação que propõem ou que se manifestam.

Teses, teses e mais teses, eis a função diária de todo operador do Direito. Por isso, o juslaborista é um Doutor por excelência.
Ainda citando o Dr. Júlio Cardella, cumpre anotar o seguinte trecho de seu artigo sobre o tema: “Muitos colegas não têm o hábito de antepor ao próprio nome, em seus cartões e impressos, o título de DOUTOR, quando em verdade, devem fazê-lo, porque a História nos ensina que somos os donos de tal título, por DIREITO E TRADIÇÃO, e está chegada a hora de reivindicarmos o que é nosso; este título constitui adorno por excelência da classe advocatícia.” (Idem)
Não apenas pelo Direito, mas pela Tradição, o título de Doutor pertence aos Advogados.
Apenas para reflexão, vale anotar que não basta ter o legítimo direito de sermos chamados de Doutor, mas há a necessidade de que cada Advogado entenda qual o verdadeiro significado de tal título. Mas isto seria um tema para uma outra discussão.

Definitivamente, o Advogado é Doutor (mas, por favor me chame de Denis, obrigado).

CULTURA ANTONINENSE…

Cultura em nossa cidade

Como Anda a Cultura em Nossa Cidade

Capítulo IX

Por Nerval Pires da Silva


A Rádio Antoninense reentrava no ar. A cidade inteira se rejubilava, embora cobrisse somente o município, mas para quem não tinha nada, já estava de bom tamanho. A qualidade de som era boa, a audiência aumentava a cada dia. Celso Meira arrepiava no seu horário com aquele timbre de voz de locutor profissional. Zé Maria Sthorach Fº., também não ficava por baixo – o fato é que ninguém queria perder, e com isso quem ganhava era a Rádio em qualidade.
Estreei com um programa de música popular brasileira de ótima qualidade, cujo título era “Brasil-72”, às quatro da tarde, cujo prefixo era do Sérgio Mendes Bossa Rio – só Bossa Nova hei! Que delícia!

É importante deixar registrado aqui, do risco que nós todos corríamos com a remoção do transmissor para dentro do estúdio. Estávamos diariamente expostos à ação de rádio freqüência emitida por este. Para que vocês tenham uma idéia, se alguém entrasse no estúdio com uma lâmpada fluorescente na mão, ela, pela ação da rádio freqüência emitida pelo transmissor, ascendia sozinha.
Começamos então a levantar a Rádio, pagando suas dívidas, comprando equipamentos e contratamos a Donábia Vieira para a secretaria e o Wilson da Veiga para a técnica de som.
O Comércio passava a colaborar com o nosso esforço. O Ary criava um programa de reminiscências para a velha guarda bem no final da tarde, e passávamos a transmitir diretamente as missas e novenas. O padre estava todo feliz.

O prefeito continuava a fazer coisas que de certa forma desagradava à gente, e uma grande parte da população também não estava gostando. Nós, pelo lado político, queríamos ser os porta-vozes dessa fatia de insatisfação. Todavia, a Rádio carecia de um programa jornalístico local forte, para se afirmar definitivamente no seio da população. Queríamos audiência desde manhã à noite, quando então me ocorrera tomar a dianteira e desenvolver um projeto de programa com esse perfil e apresentar ao gerente geral. Foi incontinentemente aproado por ele e pelos demais. O programa chamar-se-ia: O Grande Jornal Falado da RA. Começava exatamente às 12 horas, com uma hora de duração.

Simultaneamente, corria à solta o regime militar. Ernesto Geisel, o 4º governo militar, assumia a presidência e endurecia – mais, para satisfazer a linha dura do sistema que exigia mais inflexibilidade, diante da reação que a sociedade mais organizada já começava a esboçar. Do outro lado político da ditadura, eu já me preocupava em preparar o MDB para lançar, se possível, nas próximas eleições um candidato próprio a Prefeitura.

Dificilmente conseguíamos muitas filiações. Os pseudo-eruditos antoninenses tinham medo de se juntar a nós, com receios de sofrer represarias. Muita gente fugia de mim com medo que eu o abordasse a pedir que se filiasse ao MDB – parecia que eu era portador de uma doença contagiosa muito grave, hehehe – eram todos uns cagões medrosos, isso sim! Só os mais idosos, os aposentados, os comunistas e alguns outros que não tinham nada a perder é que se juntavam ao partido. Alguns comunistas com a extinção do partidão pelo regime militar, ao invés de agirem na clandestinidade, se filiavam ao MDB. Eu já passava ainda jovem pela primeira experiência de conhecer realmente o meu povo, e confesso que me decepcionava com isso. (Em meu livro, narro com todas as tintas esse episódio sem ressentimentos, naturalmente.)

Eles (o povo) queriam a mudança, mas não se envolviam, não faziam nada por ela - esperavam que nós nos expuséssemos por eles – sempre foi assim até os dias de hoje. E assim, os meus companheiros por esse Brasil afora, iam sendo cassados e caçados, baleados, torturados, mortos, exilados, desaparecidos. É isso aí, a verdade tem que ser escrita – já se faz necessário começar a contá-la.

Voltando a época de 72/73, eis que começo o meu programa na Rádio Antoninense, com informações jornalísticas, culturais e políticas. No princípio era eu só a redigir e apresentar o programa. Lembro-me nitidamente que dez minutos antes da apresentação, eu já estava lá no alto da Colina, na frente da Igreja Matriz, passando a limpo, relendo, treinando na leitura dos textos.

Sempre estava por lá com o olhar de contemplação cravados à baia, como se ela exercesse nele uma influência transcendental, um garoto de mais ou menos 14 anos, por aí. Parecia-me um garoto puro. Sim, e o era mesmo; cheio de sonhos, que se aproximava sempre a me ver e começava a conversar – a expor os seus projetos. Tanto que eu gostava de ouvi-lo, que passava até a dar asas a sua imaginação – seus sonhos e devaneios de um dia, poder construir o seu próprio barco azul, e sair por aí navegando pela baia, aportando cada dia em uma ilha, e a sentir toda a força da energia emanada por elas. Às vezes eu o convidava a entrar no estúdio comigo para assistir o programa. Ele assentia prazerosamente. Ficava lá sentadinho ao meu lado, quieto, contemplativo. Acho até que gostava de mim. Esse garoto atendia se não me engano pelo nome de Heráclito.

Deixe-me ver... Era isso mesmo! A pureza não emanava só dele – da gente também. Mesmo com todos esses anos que se passaram. Continuaria até os dias de hoje com os sonhos, os ideais inalterados! E por falar nisso, onde anda esse garoto o qual conheci lá no alto da Colina e que nunca mais o vi? Será que continuou assim também?
Com a audiência aumentando a cada dia, fazia-se necessários mais locutores me ajudando. Foi então que tive a idéia de trazer para o programa a bela Marília Rio Apa. Ah! Além de sua beleza, trazia consigo um perfume inebriador a espargir nos estúdios,. Se comunicava muitíssimo bem, e dava outro charme ao programa.

Não obstante, trouxera também a não menos bela Iara Sarmento – foi um show! Mas, contudo, sentia ainda a carência de redatores, pois eu* sozinho não tinha mais condições de escreve, tal era o grande número de notícias e informações que nos chegava a todo instante vindo dos ouvintes.

Pedi ao dentista Dodô Picanço que me ajudasse escrevendo de vez em quando alguma coisa, o que prontamente concordou. Alceu Bichaço passou a escrever também. Nessas alturas eis que de repente entram de no programa o Celso Meira e Alfredinho Jacob! Aí minha gente, começamos a arrebentar, e assim o programa dentro de poucas semanas tornar-se-ia o mais ouvido. Sim, às 12hs00, Antonina parava para ouvi-lo! (... até hoje ainda acho que tanto o Celso Meira, quanto o Jacozinho, entrá-lo-iam nele, atraídos mais pela presença das duas – de qualquer forma, quem ganhou com isso foi os ouvintes).

Nerval Pedro é escritor e comentariasta*

E AGORA JOSÉ???

ONTEM
VOX POPULI ANTONINENSIS

A VOZ DO POVO CAPELISTA – Edição nº 100

16/07/2007<<<<<<<<<<---------------

Caros conterrâneos,

Colaboradores ficaram abismados com a lotação da Carceragem da Delegacia de Antonina, que tem capacidade para apenas 4 detentos e hoje (16/07/2007) tem mais de 45 detentos, o seu quadro de funcionários está reduzido em mais de 50%. Será que as autoridades republicanas de Antonina estão esperando uma grande rebelião, para serem manchetes do Jornal Nacional da Globo? Parabenizamos o Delegado de Polícia da nossa cidade, pela sua conduta e operacionalidade, que sem esses adjetivos na condução de sua delegacia, aquele ambiente estaria um caos, e que toda a comunidade antoninense estaria em perigo.

HOJE

DEU NO MAXNOTÍCIAS

Fonte: (http://www.agenciamaxnoticias.com.br/noticias5.html)

CLIQUE NAS IMAGENS

CARCERAGEM1

CARCERAGEM2

ATENDENDO A UM PEDIDO… hehehe

Pô Neutinho
De manhã, a primeira coisa que faço é ler o Bacucu, agora vc resolve descansar, é SACANAGEM.
O que vou fazer de manhã??????
Volte Neutinho, volte por favor.
Um beijo
Johnny (saci)